Média
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Que atuação do Brendan, além do filme super impactante sobre como os relacionamentos dele foram afetados pela morte do companheiro, mistura de tudo um pouco como melodrama, arrependimento e criação da filha. A redenção de Fraser é maravilhosa
Muito bomFilme sensível e doloroso, atuações intensas mostram culpa, empatia e redenção em cada silêncio. Wow
Parado e monotono. É um frustrado que fez escolhas ruins se confrontando e tentando no ultimo suspiro fazer algo.
Filme completamente um lixo, não percam seu tempo. Esse filme foi feito para agradar a ideologia feminista...
Relutei para assistir esse filme, imaginava que seria uma história dramática, e foi. Mas não no sentido ruim. Com um cenário que se passa dentro de uma casa, com iluminação precária, a Baleia retrata a a vida do personagem principal sem escancarar como chegou nesse ponto, mas revelando aos poucos o que o levou até ali, deixando algumas perguntas sem uma resposta clara, levando o espectador a pensar. No final, mesmo com um cenário tão limitado, o filme prende a atenção e emociona.
Um filme que marca. Charlie, obeso crônico, vive recluso, dando aulas de redação sempre com a câmera desligada. Vida triste, amarga, com cenas fortes de compulsão alimentar e uma relação complicada com a filha.
O filme acontece quase todo dentro da sala e da cozinha, e até a falta de higiene faz parte da composição. É um retrato cru de vidas solitárias: uns afundam na comida, outros nas mágoas, outros nos relacionamentos quebrados.
Memorável. A atuação do Fraser segura tudo e faz valer o Oscar.
O filme acontece quase todo dentro da sala e da cozinha, e até a falta de higiene faz parte da composição. É um retrato cru de vidas solitárias: uns afundam na comida, outros nas mágoas, outros nos relacionamentos quebrados.
Memorável. A atuação do Fraser segura tudo e faz valer o Oscar.
Um filme muito comovente e atual na vida de uma pessoa obesa mórbida, uma vida melancólica e cheia de opressão. O protagonista na sua luta de redenção ao passado, perdeu sua autoestima, Saúde, financeiro por algo que no passado ele quis redimir se abdicando de se cuidar e se salvar, por uma ex esposa que o culpava e deixava Ele sem nenhum dinheiro e afastando o laço paternal com a filha e ao mesmo tempo a cunhada que achava que cuidava dele( alimentando compulsivamente e sem nenhum cuidados e a mesma era da saúde), mas o matava aos poucos. E mesmo assim Ele Sempre se desculpando com Todos e se acalmava com a poesia escrita quando pequena a filha escreveu e Ele guardou como um salva vidas para a sobrevivência até esperar o perdão da filha e no final "suicidou". Sem Ninguém o ajudar e aproveitando do trauma , luto, perdas da vida dele, Todos foram omissos . Esse filme relata muito o que Eu vivi ( lógico com algumas sequelas fibromialgia...) e Graças a Deus Sobrevivi .
"Viver honestamente, não causar dano a outrem e dar a cada um o que é seu."
"Viver honestamente, não causar dano a outrem e dar a cada um o que é seu."
Um filme muito emocionante, retratando um homem triste e que disfarça a própria angústia, tudo pelos velhos sentimentos que ele tinha com a filha no passado, tendo um final emocionante
O filme é lento, parado porém me prendeu do início ao fim. É um filme para pessoas sensíveis e inteligentes . Pessoas que gostam de filmes fúteis não vão gostar. Chorei horrores em várias partes, atua oea incríveis desde o Fraser até os demais atores. O final aberto e onírico é muito comovente . Eu gostei muito.
A baleia é um filme dramático que foi dirigido por Darren Aronofsky e contou com o roteiro de Samuel D. Hunter. O filme recebeu 3 indicações ao Oscar 2023: melhor atriz coadjuvante (Hong Chau), melhor ator (Brendan Fraser) e melhor maquiagem e penteados (vencendo as duas últimas categorias mencionadas). Na trama, acompanhamos um homem obeso chamado Charlie (Brendan Fraser) que é um professor universitário que dar aulas online. O mesmo busca se reconectar com a sua filha adolescente Ellie (Sadie Sink), com que não tem contato a anos. Ao mesmo tempo que conta com a ajuda de sua amiga Liz (Hong Chau). Aronofsky sempre buscou ser provocativo e incomodo em seus filmes e aqui poderíamos até mesmo acusa-lo de fazer isso já com o título, ao soar pejorativo com relação ao personagem principal. Mas logo sabemos que se trata do título da redação de sua filha. A escolha de tela 4:3 e a ideia do filme passar apenas na casa de Charlie da a ideia de dificuldade de locomoção e limitação que o personagem tem durante a trama. Fraser é o coração pulsante do filme e deu vida a um personagem cativante, mas que sofre por consequências da vida (seja ela suas escolhas ou não), mas que ainda sim, se mantem positivo com relação a humanidade e a todos ao seu redor. Em outros momentos o filme aborda em um grande combo: luto, suicídio, religião, fé, homofobia, obesidade e depressão. É um melodrama muito bem trabalhado e conduzido.
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