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Diogo Codiceira
26 seguidores
949 críticas
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4,0
Enviada em 16 de julho de 2026
Uma mente brilhante é um filme de Drama que contou com a direção de Ron Howard e roteiro de Akiva Goldsman. O filme recebeu 8 indicações ao Oscar de 2002 e venceu as 4 primeiras citadas: melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro adaptado, melhor atriz coadjuvante (Jennifer Connelly), melhor ator (Russell Crowe), melhor trilha sonora original, melhor maquiagem e melhor montagem. Na trama, acompanhamos o jovem gênio da Matemática de apenas 21 anos John Forbes Nash (Russell Crowe). Com seu modo arrogante, Nash foi ficando famoso por onde passava e passa a construir sua vida ao lado de Alicia (Jennifer Connelly). Porém, Nash começa a ser atormentado pela esquizofrenia e passa a comprometer nao apenas o seu trabalho, mas o seu casamento. É inegável que o fascínio pela escolha da história de John Nash se dá pela sua doença; a forma como o caldo dramático engrossa quando a doença e enfim diagnosticada coloca bons contornos no longa. Claro que o roteiro teve toda a licença poética para realizar algumas modificações e deixar tudo ainda mais dramático e comercial. Podemos citar que John nao enxergava pessoas irreais, mas que apenas escutava vozes e que sua esposa o deixou ainda na década de 1960, mas que permaneceu cuidado dele como uma amiga. O fato é que John teve que passar boa parte de sua vida se equilibrando entre a razão e o delírio, logo ele, um matemático. Destaco como bom elemento a atuação muito boa de Russell Crowe, que soube manejar bem a linguagem nos saltos temporais que mostrava o seu personagem cada vez mais velho e desgastado com o tempo. A direção tbm assumiu um bom equilíbrio entre o drama pessoal do seu protagonista e o romance com Alicia. Por falar nisso, é preciso reconhecer a superação e força de se estar com alguém neurodivergente (embora, como disse, na vida real ambos nao ficaram juntos enquanto casal).Os cortes nas cenas em que mostrava os delírios de John foram muito eficientes e elevou a tensão em certos momentos. Por falar em delírio, John via mais 2 figuras: William Parcher ( Ed Harris), um agente secreto linha dura que teria contratado John para decifrar códigos em jornais de um suposto ataque russo em solo americano e o seu amigo Charles (Paul Bettany). Ambos ajudaram no apoio ao protagonista e suas aparições criaram um certo afeto a John. A maquiagem tbm foi eficente, principalmente no momento em que os atores precisaram envelhecer. O ponto negativo fica na romantizacao do "fazer ciência", onde diversas cenas aparecia John resolvendo equações em janelas, criando outras em cima de uma mesa, em suma fazendo tudo sozinho. É lógico que isso nao ocorreu e que sua teoria nao foi criada sozinha, contou com ajuda. Puro retrato real e bobo de um cientista e do universo acadêmico que a direção faz aqui. O filme não é um obra-prima do gênero, mas é um ótimo filme para se conferir.
Bom filme, com talvez a melhor atuação da carreira do Russel Crowe. É uma daquelas histórias ótimas que merecem ser contadas. Em algum momento o filme ficou um pouco chato, desgastou um pouco. Normalmente esses filmes motivacionais se perdem um pouco com um roteiro fraco e fica clichê, mas não foi o caso. Apesar desse desgaste, em um âmbito geral o filme entrega uma história boa.
Uma brilhante atuação de Russel Crowe, na minha opinião, a melhor atuação da carreira dele! Abordar a esquizofrenia de forma tão real e delicada. Que filme espetacular! Excelente direção, fotografia, figurino, texto. Tudo perfeito! Um dos meus filmes favoritos. Injusto ele não ganhar o Oscar, e muito justo a Jennifer Connelly ganhar. Grande atuação dela também.
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