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Caike Nunes
3 seguidores
124 críticas
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5,0
Enviada em 15 de julho de 2026
Zootopia 2 (2025) – ⭐⭐⭐⭐⭐
Zootopia 2 é uma ótima continuação. O filme consegue manter o charme do primeiro e trazer uma nova aventura para Judy Hopps e Nick Wilde.
Gostei bastante da história, dos personagens e da qualidade da animação. É uma sequência que consegue divertir e continuar o universo do primeiro filme.
Filme emocionante e com ensinamentos lindos e necessários sobre amizade e preconceito. É de se notar também as referências feitas no filme, principalmente a outros filmes da Disney, spoiler: principalmente no final onde há uma referência ao final de Frozen I
De maneira geral, é uma experiência ótima, divertida e que com certeza agrada a todos os públicos.
Um filme EXCELENTE!!! Zootopia sempre foi meu filme favorito, poderia assistir mil vezes que não ia se cansar. E esse filme não é diferente. Claro que não superou o primeiro, mas para uma continuação, é espetacular gente!
Sequências costumam carregar um peso invisível: repetir o sucesso sem parecer repetição. Zootopia 2 entende essa regra… e joga com ela de forma inteligente. Não reinventa o universo, mas também não se acomoda — amplia, aprofunda e mantém viva a essência que conquistou o público.
Principais atores e personagens (vozes originais) Ginnifer Goodwin — Judy Hopps Jason Bateman — Nick Wilde Idris Elba — Chefe Bogo Jenny Slate — Bellwether
Após resolverem o grande caso que abalou Zootopia, Judy e Nick agora enfrentam algo ainda mais complexo: manter a ordem em uma cidade que evoluiu… mas ainda carrega preconceitos enraizados.
Um novo caso surge, envolvendo uma ameaça que não é apenas física — mas social. A cidade, mais uma vez, é colocada à prova.
Entre investigações, perseguições e momentos cômicos, a dupla precisa lidar não só com o crime… mas com as consequências de um sistema que ainda está aprendendo a conviver com suas diferenças.
Análise crítica
Zootopia 2 acerta ao não tentar reinventar a fórmula, mas sim refiná-la.
A química entre Judy e Nick continua sendo o coração do filme — dinâmica, divertida e carregada de personalidade. O humor funciona, o ritmo é bem dosado e o roteiro mantém um equilíbrio saudável entre entretenimento e mensagem.
Visualmente, a animação dá um salto ainda maior. A cidade é mais viva, mais detalhada, mais orgânica. Cada ambiente parece ter identidade própria, o que reforça a imersão.
Mas talvez o maior mérito esteja no subtexto.
Assim como o primeiro filme, a sequência trabalha temas sociais — preconceito, convivência, identidade — de forma acessível, sem perder leveza. Não é profundo a ponto de incomodar, mas também não é superficial.
Ainda assim, há uma sensação inevitável: o impacto não é o mesmo do primeiro.
Falta o fator surpresa. Falta o “novo”.
E isso faz com que, mesmo sendo um ótimo filme, ele não alcance o mesmo nível de memorabilidade.
⚖️ Reflexão final
Zootopia 2 prova que consistência também é uma virtude.
Não é revolucionário. Mas é sólido. Não surpreende tanto… mas entrega.
É aquele tipo de sequência que respeita o público — e o universo que construiu.
Vale a pena assistir? Sim. Especialmente para quem gostou do primeiro filme. É divertido, inteligente e bem executado.
eu fui com muita expectativa ao cinema, o primeiro filme é tão legalzinho de se assistir, você mergulha na história e quando vê já te conquistou. não senti isso agora, na verdade percebi cada segundo do filme enquanto esperava ele acabar.
Roteiro extremamente bobo. Se resume numa aventura vazia sem muito senso de propósito que o texto faz questão de abandonar. Animação bela e é só. Deu a impressão que a Disney fez cortes no texto (principalmente na trama do Pawberto Linxley que ficou abandonada)
não é empolgante tbm e o roteiro trai a inteligencia do publico entregando o plot twist de cara. Em questão de roteiros a dreamworks ta acabando com a disney
Tenta seguir a mesma fórmula do 1º filme, mas infelizmente não consegue, pois já não é mais inovador e peca querer colocar na cabeça do telespectador o contrário.
Zootopia 2 aconteceu 9 anos após o sucesso do primeiro filme. A direção ficou apenas com Byron Howard e Jared Bush. Bush permaneceu no roteiro. O filme foi indicado na categoria de melhor animação no Oscar de 2026, mas dessa vez não levou. A trama segue acompanhando os detetives Juddy e Nick, que agora são famosos. Porém, ambos se envolvem em uma possível aparição de réptil em Zootopia ( algo que não acontecia há tempos). Ao descobrir uma cadeia de armações, Juddy e Nick colocam suas vidas novamente em perigo para salva a grande metrópoles. A sequência chega com uma missao nada fácil: expandir seu universo e superar ou igualar o sucesso do primeiro filme. De fato, para fazer isso, o roteiro seguiu apostando nas narrativas voltadas a conteúdo político e social, porém com atualização do que temos hoje: segregação, preconceito e revisionismo histórico. Todos esses problemas são vividos na pele pelos répteis que são abominados e foram excluídos de Zootopia. Não basta esse problema, mas o roteiro ainda coloca a questão da ganância e exclusão que as grandes redes imobiliárias fazem, obtendo o controle político da cidade. Talvez essa ambição narrativa tenha deixado a desejar. A obra ficou super inchada, pareceu pouco tempo para se trabalhar ( e nao crítico pela falta densidade ,pois teve). Por outro lado, temos o acerto em manter a dupla de protagonistas em conflito por serem diferentes, mas sempre buscarem preservar a amizade. Talvez, o roteiro tenha ficado com receio de colocar ambos como par romântico. Voltando a falar do inchaço narrativo, muito se deu pelo excesso de novos personagens (todos eles ótimos) e o reaproveitamento da maioria dos personagens do primeiro filme ( se não todos). Particularmente eu gostei muito de não abandonarem esses personagens, mas parece que para a trama atual, não cabiam mais ali. Outro problema foi colocarem novamente a polícia perseguindo a dupla de protagonistas e achei mais fraca a parte de detetive deles. No mais, é uma animação ambiciosa, mas com problemas de inchaços, que por outro lado tem seu grande trunfos os temas tocados, em especial sobre as minorias sociais. Visualmente, a trama segue excelente, assim como no primeiro filme, cores, criatividade para as cidades, e animais que aparecem apenas para melhorar os diálogos sao bons. Vale ressaltar a boa referência no terceiro ato do filme O iluminado (1980) e a boa trilha sonora, que ainda seguiu com a ótima participação de Shakira.
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