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Margarete Nunes
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1,5
Enviada em 11 de março de 2026
Filme muito ruim. Definitivamente, não sei porque não desisti logo no início, fui insistindo, dando uma chance para o enredo, mas só aumentou a decepção. Não vale a pena, é longo demais para o que apresenta. Perda de tempo.
A ideia de deixar a terra para buscar abrigo em outros planetas e luas tem se popularizado muito nos enredos de ficção científica das últimas décadas. Parece lógico e razoável que devemos realizar missões espaciais para nos expandir. Essa noção tem se tornado cada vez mais forte no cinema, se propagando amplamente. Mas e se ela estiver errada? Não é de hoje que surgem filmes que tentam questionar essa noção e criticar essa famosa premissa. Filmes como IO: Os últimos na Terra (2019), Rubikon: Ponto sem retorno (2021) e o recente Astronauta da Netflix também fizeram isso. Premissa similar encontra-se em Ad Astra, e em O céu da meia-noite não é diferente.
Buscar refúgio em outros corpos celestes parece encantador, mas antes de a gente enveredar por esse caminho, que tal cuidar da terra primeiro, tornando-a mais habitável e mais acolhedora? O protagonista do filme de 2020 dedica-se a descobrir novos mundos em potencial que possam nos abrigar. Como um cientista renomado, ele se preocupa com essas questões, mas esquece de valorizar quem está perto dele e quem importa. Isso gera um drama que acompanha todo o filme, cujo plano de fundo dos efeitos visuais é esplêndido (recebeu indicação a Oscar).
Dessa maneira, a história transcorre para mostrar que as viagens espaciais tão alardeadas e ansiosamente visadas podem esperar. O céu da meia-noite propõe uma compreensão alternativa, indicando que o cinema evolui enquanto a sociedade e os conhecimentos e ideias que a regem também mudam. O cinema traz novas compreensões a partir das novas conjunturas e dos desafios inesperados que enfrentamos, inovando a ficção científica. Afinal, de que adiantaria buscar novos planetas se o nosso não sobreviver? Para onde vamos se não conseguirmos cuidar do nosso planeta? São questões importantes que o cinema propõe.
Filme bem produzido, mas é morno. Tem um pouco de emoção, mas é sem graça. Perda de tempo. Quando vc pensa que vai engrenar… aí já acabou. O final parece um telejornal. Só faltou os personagens falarem “boa noite”.
Indicado ao Oscar de melhor efeitos especiais aqui joga uma história na cara do telespectador de qualquer forma sem se preocupar com o bom andamento dos fatos e acaba por se tornar um filme esquecível.
Pra ficar ruim teria que melhor muito! Esse filme é horrível em praticamente todos os sentidos! Eu e minha namorada ficamos até a metade "esperando o filme começar" e nada. Ficamos sem palavras com o final medíocre, o plot twist até que é bacana, mas é previsível, nós comentamos que poderia ser devido ao spoiler: silêncio irritante da menina o filme todo. A história é completamente vaga e sem envolvimento, além de absurdamente lenta. Ainda por cima não responde nada, não sabemos o que ocorreu com a terra e nem com as naves de evacuação. Além disso, a cena da spoiler: cantoria no espaço quando estão consertando a nave é simplesmente inacreditável, fora o fato de ter spoiler: uma grávida do espaço , enfim, é um filme m3rd@ do início ao fim!! A única coisa que presta são os efeitos especiais e a ambientação, todo o resto é terrível, terrível!! Pra você ter uma ideia, eu criei uma conta aqui no Adoro Cinema só pra poder escrever essa crítica e desabafar! Kkkk Não desperdisse sua vida vendo essa coisa!
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