O Céu da Meia-Noite
Média
2,4
263 notas

69 Críticas do usuário

5
4 críticas
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10 críticas
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9 críticas
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17 críticas
1
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Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de janeiro de 2021
Um filme um tanto confuso até a metade, mas depois que sacamos a mensagem do filme passamos a digerir o assunto com carinho, preocupação, enfim para onde caminha a humanidade. O roteiro poderia deixar as coisas mais claras desde o início, mas é um grande filme com muitos efeitos especiais e imperdível para uma reflexão de onde podemos chegar se não cuidarmos com atenção do nosso planeta. RECOMENDO.
Gerson P.
Gerson P.

9 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 5 de janeiro de 2021
Filme normal. Uma mistura sonolenta de interestelar com outros do gênero. Boa atuação dos atores. spoiler: A cena do lago é realmente infantil. Qualquer ser humano morreria de hipotermia.

História bem fácil é previsível, ou seja, clichê. 2.5 tá bom. Filme regular.
Lilian M
Lilian M

11 seguidores 76 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de janeiro de 2021
Filme sobre a aventura de um cientista e uma menina sobreviventes na Antártida . Em um fim de mundo distópico . Pode assistir . Um pouco poético .
Palmiéri Andrioli
Palmiéri Andrioli

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 4 de janeiro de 2021
Se quiserem perder 2h do seu tempo assistindo algo que poderia se explicar com 5 mim bem abordado no filme... Fiquem a vontade... Se não... Não percam tempo... E um filme maçante e sem objetividade... Não explica qual evento apocalíptico aconteceu com a terra... Tudo jogado e cuspido para o telespectador. Simplesmente lamentável com um excelente elenco e um péssimo roteiro.
Thais S
Thais S

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 4 de janeiro de 2021
Enredo arrastado! A história que queriam passar no filme porderia facilmente ser explicada com 5 minutos . Enfim... perda de tempo
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 4 de janeiro de 2021
Mesmo tendo experiências com direção em bons trabalhos, como o longa Boa Noite e Boa Sorte (2005) ou na série Catch-22 (2019), parece que George Clooney, como cineasta, ainda precisa aprender mais – afinal, com o Céu da Meia-Noite, ele tenta tornar uma ficção cientifica em um palco para tratar de dilemas familiares e pessoais, assim como Christopher Nolan fez em Interestelar ou Alfonso Cuarón em Gravidade – usando o pano de fundo do aquecimento global, o astro de Hollywood opta por arcos e decisões dramáticas pouco convincentes, apelando, muitas vezes, para um melodrama infundado, que, dada a criação, desenvolvimento e apresentação de personagens pouco inspiradas, transforma esse longa em uma decepção – e o pior: sendo desonesto com o espectador.

Baseado em um livro de Lily Brooks-Dalton, com roteiro escrito por esta em parceria com Mark L. Smith, o filme conta a história de Augustine, vivido pelo próprio Clooney, um renomado cientista, em fase terminal de vida, devido à um câncer severo – se passando no ano de 2049, onde a Terra está a beira do colapso, devido as drásticas e terríveis mudanças climáticas, ele é o último refugiado em uma base de comunicação no polo norte – uma das poucas regiões onde o aquecimento global não causou efeitos – isolado, ele acaba encontrando dentro da estação uma menina (Springall), que não fala, mas acaba ficando ao lado dele, para que consigam chegar até uma antena, que pode ajudar no contato com uma nave espacial, que em missão para tentar estabelecer vida em uma lua de Júpiter, está voltando a Terra – e, agora, cabe a Augustine correr contra o tempo para avisa-los das condições em que o planeta se encontra e garantir o futuro da raça humana.

Com toda essa urgência da trama – simplesmente a “continuidade da vida dos seres humanos” – é impressionante como tanto a direção de Clooney quanto o roteiro não conseguem passar a tensão que isso deveria provocar – optando por trabalhar a questão envolvendo a maternidade/paternidade na vida de cada um de seus personagens, Clooney erra por não dar a devida atenção para todos os personagens – seu único acerto acaba sendo em sua composição como Augustine – demonstrando o peso e cansaço por uma vida não vivida como queria, um relacionamento amoroso que não conseguiu explorar melhor ou a própria solidão em viver na estação no polo norte – Clooney (o diretor) tenta mesclar todos os temores do personagem com a luta para garantir a sobrevivência e continuidade da Terra – fazendo um paralelo disso com a questão de que seu personagem quando jovem (vivido por Ethan Peck, que não se parece em nada com Clooney) luta por encontrar outros planetas para a humanidade continuar, mas dá pouca atenção para sua companheira – indo supostamente contra a vontade de procriação, que suas pesquisas exploram – ainda assim, torna-se até bonita a maneira como tenta interagir com a menina vivida pela pequena Caiolinn Springall – um papel até desafiador para uma criança, já que não diz uma palavra e precisa parecer expressiva – isso torna as sequências na Terra curiosas de se acompanhar até certo ponto – porém, a conclusão acaba sendo somente a utilização de um recurso quase batido de inserir personagens que representam algo por trás, sem mais complexidade nisso – algo que em muitas outras obras é um tipo de linguagem que faz sentido e causa impacto – de Lady Bird até Mãe, do Aronofsky, existem vários exemplos que lidam bem com isso.

Mas aqui, quando passa a mostrar os integrantes da nave espacial, O Céu da Meia-Noite se perde tristemente – e o erro está, justamente, por querer dar a cada membro da missão uma ligação com a questão da maternidade/paternidade – Felicity Jones – em uma atuação quase robótica e inexpressiva – vive uma astronauta gestante, ao passo que o capitão da nave, vivido por David Oyelowo, é o pai da criança – relegando o piloto Mitchell, do Kyle Chandler (que tem o azar de participar de outro conflito familiar fraco em um filme, depois do que fez em Godzilla – Rei dos Monstros) a apenas mostrar que sente falta dos familiares que ficaram na Terra – e o cientista Sanchez de Demián Bichir, que parece ter só a função de ver a outra tripulante da nave, a Maya de Tiffany Boone, como uma filha – e, esta, praticamente sem mais função nenhuma para a trama – culminando numa cena que deveria ser tensa e até triste, mas não causa impacto por não sabermos ao certo exatamente quem os personagens são, de fato – Clooney parece que acha que mostrar os integrantes da nave vendo hologramas antigos de suas famílias é o suficiente para nos identificarmos com eles – como se Maya, por exemplo, demonstrasse quem era só por dizer que tinha um “gatinho inteligente” – é uma falta de inspiração que torna a “mensagem” do longa ainda mais fraca – e, quando disse que o diretor foi desonesto, me refiro, principalmente, à um certo momento no primeiro ato, quando uma personagem procura desesperadamente por sua filha – conforme o terceiro ato mostra, tal momento foi criado só para ajudar a “esconder” uma revelação que não deixa de soar um tanto forçada – e, com todos esses elementos desenvolvidos sem criatividade, jamais consegue emocionar ou cativar o espectador.

Não sendo um desastre completo por seus atributos técnicos – a fotografia é belíssima, tanto em mostrar os ambientes no espaço e, principalmente, pelas paisagens no ártico – enquanto que o design de produção é curioso, por dar um visual um tanto retro para o interior da grande nave espacial – que por fora é bonita com seus imensos arcos espelhados e grandes “antenas infláveis” – ou seja, um bom dinheiro gasto para uma obra de pouca substância – o ritmo lento da narrativa ainda interfere em momentos onde a ação poderia ser mais urgente – sim, como disse antes, o desenrolar da história não capta essa urgência – seja por uma tempestade no meio do gelo, o quase afogamento em um trailer ou uma chuva de gelo enquanto três astronautas andam fora da nave – o que faz com que o compositor Alexandre Desplat precise trabalhar sua trilha em praticamente todos os momentos – “ditando” emoções passo a passo – como se Clooney apenas tivesse lhe dito: “agora você faz um acorde para emocionar... agora coloca algo meio agressivo para causar tensão” – só não fica pior porque o compositor realmente é talentoso e cria boas composições.

Fechando com um plano final tão sem graça – que chega a rivalizar com o fim ridículo da nova versão de O Grito – O Céu da Meia-Noite é aquele tipo de longa que tem boas intenções, mas sua própria pretensão simplória o impede de ser uma experiência verdadeira e introspectiva para o expectador – algo que Clooney não aprendeu com Alfonso Cuarón, quando participou como ator em Gravidade.
Diogorib
Diogorib

3 seguidores 30 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de janeiro de 2021
Cheio de clichês. Não vai para lugar algum. E nem nos efeitos especiais inova em algo, parece que reaproveitou a tecnologia de Gravidade.
Daiana Costa
Daiana Costa

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 4 de janeiro de 2021
Filme horrível. O pior filme da minha vida. Sem graça, lento, a história não se desenrola, o final tem algo interessante mas muito clichê. Tem que ter muita paciência para chegar até o final. Da muito sono. Parece mais um vídeo de música do que um filme em si, pq a trilha sonora fala mais que os personagens. Foram 2 horas perdidas vendo esse filme.
Viviana L.
Viviana L.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de janeiro de 2021
Boa história, um cientista com câncer em fase terminal, não desiste de ajudar sua filha que está fora da terra e foi em busca de uma terra Nova habitável a k23 que foi descoberta por ele. Mostra claramente que o amor falou mais alto. Ele se manteve vivo pra falar pra sua filha não voltar mais a terra, porque não estava mais habitada. A sua vontade de falar novamente com a filha era tão grande que ele criou na sua própria cabeça que a menina estava ao seu lado o tempo inteiro passando por todas aquelas situações impossíveis para tentar salvar seu único amor da terra. Dificil o entendimento, mas bem interessante quando as peças começam a se encaixar. Amei o final e tem sentindo sim!!!!
Alexandre S.
Alexandre S.

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 2 de janeiro de 2021
Mais um filme que a crítica certamente vai elogiar, porque levanta bandeiras de temas moderninhos, como aquecimento global e coisas do gênero. Mas as pessoas comuns, que apenas querem ver um filme inteligente ou, pelo menos, divertido, vão se decepcionar um pouco. A trama se acha inteligente, mas é simplória e flerta com clichês. Não há grandes reflexões aqui, só reforço da aparência de virtude.
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