Média
2,4
263 notas
5
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3
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Filme Péssimo, sem pé nem cabeça, como conseguem tendo tantos recursos e atores bons, fazer um filme desse.
Esta cada vez mais difícil encontrar um filme bom, que escassez de filmes de qualidade, acho que nunca na história do cinema a qualidade de filmes esteve tão ruim.
Esta cada vez mais difícil encontrar um filme bom, que escassez de filmes de qualidade, acho que nunca na história do cinema a qualidade de filmes esteve tão ruim.
Um bom filme, no geral. Previsível, mas com o seu encanto. Clooney está excelente para o papel, mas a pequena garota contribuiu bastante para isso. Ambos têm boa conexão nesta parte do enredo.
Quanto à tripulação, o enredo é batido e não surpreende.
Quanto à tripulação, o enredo é batido e não surpreende.
Péssimo !!esses filmes de astronauta já deu ,sempre a mesma chatice ,filme sem sentido ..não dar para entender como os diretores conseguem entregar filmes como esses ,perca de tempo
Filme lento, personagens sem profundidade, o filme não sabe se quer ser interestelar ou gravidade, detestei!
É um filme muito lento que lá pela metade fica um pouco mais interessante, mas não deixa de ser apático e vazio em momento algum. Traz uma boa mensagem, mas não é o suficiente para prender a atenção. Termina ao estilo
spoiler:
"Jornal Nacional"
Achei o filme muito fraco, as cenas no espaço são extremamente chatas e sem graça. Esperava mais....
Eu achei o filme bem mais ou menos, consegui assistir até o final mas não foi bem o que eu esperava.
Achei o filme bem lento, previsível e fraco.
Não explicou o que aconteceu com a terra, não explicou o que aconteceu com o pessoal que estava deixando a terra no início do filme.
Não recomendo e não indico.
Achei o filme bem lento, previsível e fraco.
Não explicou o que aconteceu com a terra, não explicou o que aconteceu com o pessoal que estava deixando a terra no início do filme.
Não recomendo e não indico.
Um filme de ficção científica que se desenvolve em 2045. A narrativa foge do óbvio e trata com sensibilidade tanto a fragilidade do planeta Terra, quanto as relações humanas. Vale muito à pena assistir.
Um filme como "O Céu da Meia-Noite", dirigido, produzido e estrelado por George Clooney, que tem como protagonista um homem solitário e que vive uma jornada bastante particular, precisa de um roteiro que tenha uma dinâmica bastante interessante, de forma que a história nunca fique maçante.
Neste sentido, ao decidir se dividir em duas linhas narrativas distintas, unidas por uma terceira que nos aparece em flashback, o roteiro escrito por Mark L. Smith nos oferece essa dinâmica. Em "O Céu da Meia-Noite", George Clooney interpreta o cientista Augustine, que é o derradeiro habitante de uma estação localizada no Círculo Polar Ártico - e que foi evacuada no início do filme devido a um misterioso motivo que envolve a condição de habitação do planeta Terra.
Assim, Augustine se vê como o único ponto de contato - e de comunicação - entre o mundo e uma nave espacial que há dois anos desempenha a missão de encontrar um planeta que possa abrigar os habitantes da Terra. No momento em que a trajetória de Augustine e dos tripulantes da nave (David Oyelowo, Kyle Chandler, Demián Bichir, Felicity Jones e Tiffany Boone) se cruza, eles estão no caminho de volta para casa - sem saber se eles nunca chegarão em seu lar novamente.
"O Sol da Meia-Noite", portanto, é um filme sobre escolhas e sobre como elas são determinantes para as pessoas que nos tornamos, para o destino que temos ou sobre como elas nos assombram também. Por isso mesmo, o longa tem um calor humano muito forte, mas carece a ele um fator que é muito importante em obras e histórias desse tipo: a emoção. Tudo em "O Sol da Meia-Noite" é muito anticlimático e a sensação é de que o filme poderia entregar bem mais. Em que pese esse fato, é importante mencionar também que a obra conta com uma parte técnica inspiradíssima - com destaque para a direção de arte e para os efeitos visuais.
Neste sentido, ao decidir se dividir em duas linhas narrativas distintas, unidas por uma terceira que nos aparece em flashback, o roteiro escrito por Mark L. Smith nos oferece essa dinâmica. Em "O Céu da Meia-Noite", George Clooney interpreta o cientista Augustine, que é o derradeiro habitante de uma estação localizada no Círculo Polar Ártico - e que foi evacuada no início do filme devido a um misterioso motivo que envolve a condição de habitação do planeta Terra.
Assim, Augustine se vê como o único ponto de contato - e de comunicação - entre o mundo e uma nave espacial que há dois anos desempenha a missão de encontrar um planeta que possa abrigar os habitantes da Terra. No momento em que a trajetória de Augustine e dos tripulantes da nave (David Oyelowo, Kyle Chandler, Demián Bichir, Felicity Jones e Tiffany Boone) se cruza, eles estão no caminho de volta para casa - sem saber se eles nunca chegarão em seu lar novamente.
"O Sol da Meia-Noite", portanto, é um filme sobre escolhas e sobre como elas são determinantes para as pessoas que nos tornamos, para o destino que temos ou sobre como elas nos assombram também. Por isso mesmo, o longa tem um calor humano muito forte, mas carece a ele um fator que é muito importante em obras e histórias desse tipo: a emoção. Tudo em "O Sol da Meia-Noite" é muito anticlimático e a sensação é de que o filme poderia entregar bem mais. Em que pese esse fato, é importante mencionar também que a obra conta com uma parte técnica inspiradíssima - com destaque para a direção de arte e para os efeitos visuais.
Filme chato, histórias sem profundidade. Algumas cenas bem feitas, sinal de dinheiro gasto. Mas nada que mude seu dia! Dormível
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