Sem graça, muito forçado, tinha tudo pra ter uma história top, sobre família e irmãs, mas ao longo do filmes as cenas eram sem graça, parecia que não tinha roteiro.
Não é a toa que artistas estão cobrando cotas para produções brasileiras. Só assim para o cinema nacional se manter mesmo. Filme horrível, com performances piores ainda.
Sinopse: As irmãs Mirian e Mirelly nasceram em Rio Verde, no interior de Goiás. Elas não realizaram o sonho da mãe, Dona Márcia, de se tornarem uma dupla sertaneja. Além das irmãs terem seguido caminhos opostos, elas vivem às turras. A mãe delas desaparece e as duas deixam de lado as diferenças e se unem para procurá-la em uma viagem que pode mudar suas vidas.
Crítica: "Minha Irmã e Eu" apresenta uma narrativa centrada na relação entre duas irmãs, Mirian e Mirelly, que, apesar de suas diferenças, se reúnem diante de uma crise familiar. A proposta do filme é a mistura de comédia com toques de drama, criando um espaço para reflexões sobre a família, escolhas de vida e a reconciliação.
No entanto, a execução dessa ideia carece de profundidade. Embora as performances de Ingrid Guimarães e Tatá Werneck sejam competentes, a falta de desenvolvimento dos personagens e do enredo impede que o público se conecte emocionalmente com suas histórias. A trama, embora leve e divertida em alguns momentos, acaba sendo previsível, mantendo-se dentro dos clichês do gênero.
A direção de Susana Garcia falha em criar um ritmo que mantenha o espectador engajado, alternando entre tentativas de humor e momentos sérios que não se entrelaçam de maneira coesa. Além disso, a participação de Arlete Salles como a figura materna é um ponto positivo, mas sua presença é subaproveitada, o que gera uma sensação de que a história poderia ter sido mais impactante se explorasse melhor as relações familiares e as motivações das personagens.
No geral, "Minha Irmã e Eu" oferece uma abordagem leve e descontraída sobre o tema da família, mas falha em trazer uma narrativa envolvente e original, deixando a impressão de que poderia ter explorado melhor as complexidades do relacionamento entre irmãs.
O que era pra ser um simples filme de comédia se mostra um sucesso em transcender a própria natureza e se metamorfosear em uma tortura amarga. Quando alguém tiver dúvida sobre o que diz respeito a expressão "esvaziamento de pauta", mostre esse filme. É impossível ter empatia com a protagonista. São assuntos sérios sendo tratados com leviandade, não há nenhuma consequência para ações individualistas tomadas no impulso. É a normalização do escárnio, a banalização da estupidez. Um soco no estômago do cinema nacional. Uma covardia com quem pagou para assistir. Uma joia preciosa para todos aqueles que não cansam de falar mal do cinema nacional. A existência desse filme explicita o declínio da sociedade pela glamorização da falta de ética. É a recompensa pela imoralidade. Um desperdício de recursos naturais, dinheiro e elenco. Quando a integridade e a virtude vira motivo de piada, obras como essa nascem. Enquanto esse filme estiver disponível, a humanidade perde. Lamentável.
Assisti esse filme num voo esperando algo leve e engraçado, mas foi bem ruim. As comediantes são boas, mas a história é sem pé nem cabeça. Algumas cenas até tentam ser engraçadas, mas várias coisas ficam sem explicação. Tipo, o que aconteceu com a Mirelly por ter invadido as casas dos famosos? Nada é resolvido. No final, o filme foi uma grande decepção.
Ambientada entre o Rio de Janeiro e o interior goiano, é uma comédia divertidíssima, que também conta com seus momentos de emoção. Tatá e Ingrid são mesmo dupla icônica. Risada garantida.
Que filme divertido! Eu amei cada cena e ri demais! A história é bem desenvolvida e a moral é maravilhosa! E eu amei o sotaque goiano da Ingrid Guimarães!! As duas atrizes arrasaram!
O filme tem bom elenco e começa bem, mas da metade para frente se torna extremamente chato e forçado. As cenas não fazem o menor sentido e não chega a ser engraçado, pelo contrário. Se o roteiro fosse feito por uma I.A. seria melhor elaborado. Com certeza o pior filme que já vi na minha vida.
O filme ficou bem ruinzinho... Tatá tentou reproduzir o estilo standup besteirol que ela usa no programa e, no fim, virou um sessão da tarde cheio de piada ponográfica desconexa (e infelizmente sem graça).
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