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Daniel D.
8 seguidores
186 críticas
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3,0
Enviada em 25 de junho de 2025
O Filme é baseado apenas em dialogos elaborados sobre racismo, vitimismo, abuso policial e todos os temas relacionados... basicamente 4 pessoas em uma única sala conseguiram fazer um filme até que legal, porém cansativo, poderiam ter feito alguns flashes com cenas pra dar uma quebrada na monotonia.
O filme retrata mais um vitimismo do que um racismo. O racismo existe? Existe. Mas o vitimismo com certeza tomou conta da história. Pois ela consegue enxergar em tudo e em todos o tempo todo, um preconceito que se diz sofrer por causa da cor da pele, mas em nenhum momento consegue enxergar a realidade dos fatos, que são as imbecialidades que o filho comete.
É o tipo do filme necessário com sua temática super-atual, mas que vai num crescendo dramático difícil de suportar. Como não sou negro, apesar da imensa empatia e profunda indignação que sinto por todos os horrores que os negros passaram e continuam passando, não me sinto no direito de dizer que entendo a dor deles sem estar na pele de quem sofre. O filme é um soco no estômago e eu só queria que terminasse logo. Por outro lado, é importante observar como o descontrole emocional causa prejuízos e consequências imensuráveis a todos os envolvidos e como a identificação com o mecanismo corpo-mente e seus condicionamentos culturais limitantes são a raiz de todo e qualquer sofrimento, que poderiam ser evitados se essas identificações não existissem. A forma reativa através do orgulho exacerbado e arrogante não é nem nunca foi a solução; melhor seria uma resposta centrada, tranquila e madura que demonstrasse superioridade diante da ignorância e pequenez racista. O desespero dela foi por saber, em algum nível de sua consciência, que todo o drama e seu desfecho, foi provocado por essa identificação, tão ignorante quanto a dos supremacistas brancos.
Como definir este filme? Um soco no estômago! Vidas negras importam? Na lógica do Estado policial, nem tanto. O drama cotidiano das mães negras retratado com fidelidade e sofisticação. As mães negras e suas famílias saberão entendê-lo! Por outro lado, é decepcionante observar o que 20 anos de filmes de super-heróis fizeram ao cinema e sobretudo aos seus admiradores. Temos uma geração de analfabetos cinematográficos que vão ao cinema para ver repetida a mesma história, os mesmos atores e aquele turbilhão de efeitos especiais. Scorcese tem razão!
O filme é muito ruim. Atuações fracas e a personagem mulher é insuportável por si própria, o que atrapalha distinguir o que é racismo do que é chatice dela.
Uma produção que se passa em um único ambiente e é focada em quatro atores impõe um grande desafio. Filho da América atende ao desafio com diálogos essenciais e profundos sobre o racismo estrutural e, por vezes o machismo, que requerem uma imersão e sensibilidade do espectador. Um bom filme para quem aprecia a sétima arte. E, acima de tudo, um filme necessário.
Um dos melhores filmes que vi durante a quarentena, traz uma mensagem forte sobre o racismo estrutural. Recomendo que todos vejam esse filme. Spoiler: o final pra alguns é óbvio mas eu não esperava.
Sempre que termino de assitir qualquer filme, venho correndo aqui no site pra saber o que os profissionais de cinema acharam e se bate com o que achei tbm.
Mas confesso ter ficado surpresa de que, pela 1° vez, de tantos que já li, AdoroCinema.com não se preocupou nem em expor sua opinião sobre a arte e nem nos presentear com as opiniões de outros sites, como ele sempre faz.
Sim, é um tema bastante delicado e adorei como a hostória foi retratada. Me lembrou muito O Ódio que Você Semeia.
Mas, lamento de verdade não ter podido ler nada aqui sobre um dos poucos filmes que me tocou tanto, já que fala, infelizmente, da realidade dos meus.
O filme se passa quase integralmente numa ante-sala de delegacia.
Por conta disso, exige muito do elenco e direção, com diálogos longos e intensos. É um filme muito interessante por abordar ideias pré concebidas tanto do lado das vítimas (negros) quanto (e principlmente) do lado dos policiais e homens brancos.
Por exigir muito dos atores (principalmente da mãe, negra, preocupada com o filho negro desaparecido), a atriz emprega um tom dramático à altura mas tem dificuldade de lidar com o nível de exigência do papel.
É um roteiro necessário, pois trata as questões raciais tanto do ponto de vista da desigualdade quanto do ponto de vista de um relacionamento inter-racial.
É um filme que eu recomendo e fico bem satisfeita por não ter deixado de ver.
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