Não consegui ver nem metade do filme, parei pouco depois que o marido chega na delegacia. Como filme (entretenimento) é muito fraco e ruim, diálogos forçados, policial muito burro, sem atitude, parece mais uma anta (é possível ser um policial preconceituoso e esperto). O filme aborda varias pontas do racismo (casamento inter-racial, filho negro de pai branco... um pouco de burocracia, mas mesmo assim está a anos luz da também produção da Netflix "Olhos Que Condenam".
Filme dinâmico, rápido e envolvente!! Hora de refletirmos sobre o racismo institucionalizado!! Emocionante!! E para quem vive um relacionamento "interracial" o filme é um soco no estômago!!
De tirar o fôlego - O filme convida a humanidade a refletir sobre o racismo estrutural e seus efeitos. O filme que é baseado em uma peça de teatro se passa em apenas uma sala, e supera todo e qualquer desafio disso. A história é fluida e rápida, o que é quase irônico, com os personagens que estão esperando o filme todo. - A fotografia é simples, e só existem dois momentos de flashback. Mas está tudo bem, o filme sustenta muito bem, seus 90 minutos em um só local. - Taovez quem não ligue pra racismo, talvez racistas, talvez pessoas que acham que isso não existe, desliguem o filme logo no início. Mas para os que decidirem assistir, eu particularmente recomendo bastante chá de camomila e agua, porque a ansiedade e a tenção vão crescendo na medida que o longa passa. - Um otimo filme, que em muito lembra “o ódio que você semeia”
É um filme sobre racismo, mas não qualquer filme sobre racismo. Aborda casamento inter-racial, diferentes classes econômicas e culturais e o principal, a individualidade do ponto de vista de como negros e brancos lidam com o racismo. A Kerry Washington como sempre, está ótima e traz uma carga emocional no papel de Kendra, mãe de um adolescente mestiço que está desaparecido. O drama do desaparecimento do jovem Jamal, com certeza, aflige e parece familiar à todos que são negros ou tem filhos negros. Eu torci todo o filme para que, em algum momento daquela noite interminável e chuvosa, entrasse na sala de espera da delegacia um oficial com uma notícia positiva sobre o paradeiro do Jamal, mas, independente do desfecho, uma coisa posso afirmar: Em meio às divergências de cores e opiniões, Jamal tem pais incríveis. Kendra e Scott criaram um jovem do qual se orgulham e apenas querem que seja feliz, sem que a sombra da discriminação racial paire sobre o futuro maravilhoso que sonharam para ele.
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