Midsommar - O Mal Não Espera a Noite
Média
3,2
773 notas

182 Críticas do usuário

5
21 críticas
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17 críticas
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Jenni Jenni
Jenni Jenni

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 17 de setembro de 2026
Simplesmente horrível, cansativo, sem sentido, perda de tempo. Tive que PESQUISAR depois o que de fato aconteceu com a maioria dos personagens secundários, já que n tinha ficado nem um pouco claro e principalmente qual foi o real intuito do filme. Muitas informações ficaram vagas, mesmo o filme sendo grande. Poderia haver mais informações sobre acontecimentos importantes, mas que não teve. Só assisti mesmo por causa q tinha o Will Poulter, mas mesmo assim ele teve pouco tempo de tela
Marcelle
Marcelle

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 6 de setembro de 2026
Sinto que perdi 2 horas e meia da minha filme é patéão há nada de suspense e muito menos metade do filme já fica óbvio o quem fala que é um filme difícil e que precisa ter a mente aberta para gostar,só pode estar de filme é óbvio,sustenta na bela fotografia apenas e em cenas apelativas completamente sem noção.
Roteiro muito ruim,cronologia extremamente parada,é o tipo de filme que vai se arrastando enquanto você grita “acaba pelo amor de Deus”.
Quem indica essa bosta deve ser da família do dó
Caio "Vasco"
Caio "Vasco"

8 seguidores 156 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de julho de 2026
Friedrich Nietzsche considerava a religião algo como controle de rebanho, citação que encaixa perfeitamente com o que vi nesse filme Midsommar.

Quão cruel as pessoas podem agir se algum lider ou pastor lhe disser que é para o bem da religião, sacrificios humanos, adoração a morte, se submeter a escravidão sem questionar o porque faz isso ou aquilo, vive acorrentado em uma crença inventada para justamente controla-la do inicio ao fim da vida.

Falando mais sobre o filme agora, é uma grande surpresa, fotografia perfeita, cenários belíssimos, você compra a ideia dessa vila realmente existir e seus moradores vivem sobre controle da religião.

Os atores sinceramente não foram tão bem como eu desejava para uma obra tão grandiosa, Danni sempre com uma cara de sonolencia, preguiça, suas expressões quando ele entra no salão para fazer um neném parecia ser algo comum as quartas feiras para ele. Mesmo para nossa protagonista que só chora, é chata, pouquíssimas expressões durante todos os GRANDES EVENTOS que acontecem durante a trama. Posso dar exemplos de atrizes que entregaram TUDO como a menina do filme Pearl e X, a outra menina que fez Obsession, a menina que fez Sorria 2, essas sim fizeram um ótimo filme, aqui infelizmente a Pugh deixa muito a desejar.

É um filme longo arrastado cheio de mistérios, mas te prende por 2 horas e meia, recomendo que assista.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

26 seguidores 962 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de maio de 2026
Midsommar: O Mal Não Espera a Noite é um filme de terror/suspense que contou com a direção e roteiro de Ari Aster. Na trama, acompanhamos Dani (Florence Pugh), que vem atravessando um momento delicado de sua vida após a perda de sua família. Dani decide viajar para um vilarejo isolado na Suécia, junto com o seu namorado Christian (Jack Reynor) e os amigos dele. Porém, o grupo se depara com uma comunidade fechada com costumes estranhos. O roteiro começa de forma interessante, dando profundidade a personagem Dani, suaz perdas e a relação desgastada com seu namorado. Tudo isso, para justificar a sua necessidade de procurar algo novo para se conectar diante de um luto. Nesse sentido, o terror desse filme se espelha no desconhecido, abraçado pela antropologia que liga ao misticismo do grupo. Existe um cuidado da direcao em preparar todo o terreno, mostrando cada detalhe desse grupo ( costumes) ,isso de fato enriquece muito o filme, mas o maior problema é a dosagem do terror. Em um filme longo, normalmente se espera que o horror seja crescente, mas diria que nao é assim nesse filme. Além da demora (justificada ,como descrevi acima) para inserir essas comunidade, temos uma cena que impacta bastante envolvendo 2 velhos (suicídio) e se esperava coisas piores a partir dali, mas o filme vai aliviando as cenas seguintes e depois mostrando novamente algo chocante. O horror vai funcionando como uma montanha russa até o ápice final do filme ( que nao me chocou tanto quanto a cena de suicídio dos 2 velhos). Esses momentos de "alívio " do terror, serve para a construção do drama entre os personagens. Embora o drama se concentre entre o casal protagonista do filme, tanto quando o relacionamento vai por água abaixo, o drama se esvazia num terror. Acredito que o roteiro em nao saber dosar e nem conduzir seus momentos de drama e terror tenha sido o maior pecado do filme. No mais, temos boa atuação de Pugh, boa fotografia com cenas amplas e sempre ensolarado. Isso se justifica pelo verão sueco, em que o sol praticamente nao se poe. No mais, é um filme longo, que poderia ser mais curto.
Lefundez T
Lefundez T

18 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2026
Um filme que eu não esperava muito mas que me surpreendeu completamente. A princípio parece que o filme não vai te prender, mas de repente vc se encontra preso nesse drama incrível e aterrorizante.
Cleiton
Cleiton

1 seguidor 84 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de janeiro de 2026
Fazia um certo tempo que eu ouvia falar de Midsommar por meio de críticas e comentários, então resolvi assistir e o filme me surpreendeu positivamente. Como fã do gênero, achei a proposta e a execução do diretor excelentes. Logo na cena inicial envolvendo os pais, já é possível imaginar o que vai acontecer, e isso é fundamental para explicar diversos elementos emocionais e narrativos que surgem depois. Há muito tempo o cinema explora a ideia de seitas sinistras, mas aqui a abordagem é diferente: a seita apresentada em Midsommar é provocativa, sádica e profundamente estranha, e o espectador absorve essa sensação aos poucos, quase sem perceber, como se fosse sendo envolvido pelo ritual junto com os personagens. Quando o grupo viaja para o local, um detalhe visual chama muito a atenção: os efeitos de câmera que mostram o céu totalmente branco dominando a estrada, funcionando como uma preparação psicológica para o que está por vir, e esses efeitos remetem diretamente ao Overlook Hotel de O Iluminado, de Stanley Kubrick, não pela ambientação em si, mas pela sensação de opressão criada através da luz, da simetria e da composição dos planos, onde o terror não se esconde na escuridão, mas se revela de forma clara, iluminada e constante. O filme também utiliza transições visuais com imagens convergindo, criando uma sensação contínua de distorção e desconforto, reforçando a ideia de um mal puro, explícito e solar. As atuações são muito boas, especialmente na construção do sofrimento emocional e do estranhamento progressivo, e a fotografia é impecável, fortalecendo essa proposta estética. Midsommar é um filme absurdo no melhor sentido possível: perturbador, impactante e extremamente bem executado.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

28 seguidores 543 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de novembro de 2025
Sinopse:
Após vivenciar uma tragédia pessoal, Dani vai com o namorado Christian e um grupo de amigos até a Suécia para participar de um festival local de verão. Mas, ao invés das férias tranquilas com a qual todos sonhavam, o grupo se depara com rituais bizarros de uma adoração pagã.

Crítica:
"Midsommar", dirigido por Ari Aster, é uma obra que se destaca no gênero de terror, não apenas por sua trama, mas pela profundidade emocional que oferece. Ao contrário da abordagem típica do horror, repleta de sustos repentinos e criaturas grotescas, o filme se imerge em um crescente estado de desconforto que reflete a fragilidade humana diante da dor e do luto.

A narrativa começa com um evento trágico que afeta a protagonista, Dani, interpretada de forma magistral por Florence Pugh. O trauma que a personagem enfrenta, a perda de sua família, é um catalisador para a sua jornada ao que parece ser um simples festival na Suécia. No entanto, à medida que o enredo se desenrola, nos deparamos com as camadas de uma cultura estranha e perturbadora, que desafia os limites da normalidade e da moralidade. O contraste entre a beleza vibrante do cenário sueco e a escuridão das práticas do culto cria uma tensão palpável, levando o espectador a questionar até onde a devoção e a tradição podem ir.

Aster é habilidoso ao apresentar o tema do luto, utilizando o festival não apenas como um pano de fundo, mas como um símbolo do desespero de Dani em busca de pertencimento e compreensão. A relação dela com Christian, que se torna cada vez mais desgastada e egoísta ao longo do filme, reflete as dificuldades dos relacionamentos sob pressão emocional. O desprezo sutil e a falta de apoio do namorado se tornam uma fonte de angústia, destacando a necessidade de conexão humana em momentos de crise.

Visualmente, "Midsommar" é uma obra-prima. A cinematografia é rica em detalhes, capturando a essência do verão nórdico com cores vibrantes e uma iluminação que, paradoxalmente, ressalta o horror que se esconde sob a superfície sorridente da comunidade. A música e o design de som também desempenham um papel fundamental, contribuindo para a atmosfera de estranheza e crescente inquietação.

No entanto, o filme não é isento de críticas. Algumas escolhas narrativas podem parecer excessivas ou prolongadas, levando o espectador a uma jornada que, em certos momentos, se torna cansativa. A exploração de temas pesados em uma narrativa tão longa pode deixar alguns à margem, dificultando a plena imersão no terror psicológico que Aster tenta provocar.

Em suma, "Midsommar" é uma experiência cinematográfica que desafia as convenções do terror, usando a dor e o luto como pilares para uma história complexa. A habilidade de Aster em unir esses elementos, junto com atuações brilhantes, tornam o filme um exemplo notável de como o terror pode ser mais do que sustos e monstros: pode ser uma análise profunda da natureza humana, das relações e das tradições que moldam nosso comportamento.
Nicollas
Nicollas

12 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de outubro de 2025
É um filme diferente e bem bizarro, mas gosto de filmes assim que fogem um pouco da realidade.
Pra quem busca um filme eletrizante e cheio de ação realmente não vai gostar, mas pelo que o filme propõe é bem bacana.
A criatividade do roteiro é intrigante.
#BRUNO #
#BRUNO #

9 seguidores 406 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de setembro de 2025
Entendo que o diretor quis fazer um terror inteligente e atual, porém, achei muito arrastado e chato de assistir!

A trama acompanha Dani (Florence Pugh), uma jovem que sofre uma tragédia familiar devastadora e, fragilizada emocionalmente, viaja com o namorado Christian e seus amigos para a Suécia. O grupo participa de um festival pagão de verão que acontece a cada 90 anos, em uma comunidade isolada chamada Hårga. O que começa como uma experiência cultural exótica logo revela práticas macabras e rituais de sacrifício, expondo tanto os segredos da seita quanto as fragilidades do relacionamento de Dani.
Homem Sereia
Homem Sereia

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 20 de agosto de 2025
Confesso que achei Midsommar entediante. O ritmo é tão lento que em vários momentos parece que nada acontece, só cenas bonitas e longas demais. Em vez de me deixar tenso, me deixou cansado. Saí com a impressão de que o filme se arrasta mais do que precisava e perde a força do terror no excesso de enrolação.
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