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    O Mal Não Espera a Noite - Midsommar
    Média
    3,0
    442 notas e 133 críticas
    distribuição de 133 críticas por nota
    16 críticas
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    54 críticas
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    133 críticas do leitor

    Joyce H.
    Joyce H.

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    0,5
    Enviada em 15 de janeiro de 2020
    Esse filme é um dos piores que já vi na minha vida. Muito ruim mesmo... não tem o menor sentido. Não tem susto, não dá medo, se passa alguém na sala enquanto você assiste, dá vergonha alheia.
    Luiz Antônio N.
    Luiz Antônio N.

    Segui-los 20771 seguidores Ler as 1 298 críticas deles

    1,0
    Enviada em 8 de janeiro de 2020
    Após vivenciar uma tragédia pessoal, Dani vai com o namorado Christian e um grupo de amigos até a Suécia para participar de um festival local de verão. Mas, ao invés das férias tranquilas com a qual todos sonhavam, o grupo se depara com rituais bizarros de uma adoração pagã.

    Mesmo tendo lido tantas críticas negativas sobre o filme ainda assim resolvi perder 2:30 da minha vida vendo essa porcaria filme totalmente sem sentido que não vale o tempo perdido⭐
    Adriano Souza
    Adriano Souza

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    0,5
    Enviada em 27 de novembro de 2019
    Disparado o pior filme que vi em 2019. Assisti o trailer, criei expectativas e me decepcionei ao ver o filme, perda de tempo!
    Diego N.
    Diego N.

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    0,5
    Enviada em 5 de outubro de 2019
    Pior filme que já vi na vida! História chata, arrastada e bizarra. O filme não causa nenhuma reação além de nojo, sono, perturbação, frustração, desinteresse, antipatia e estarrecimento por conta de algumas cenas desnecessárias que refletem a falta de criatividade e coesão num roteiro grotesco e confuso. Filme repugnante!!!
    raphael luiz lima mouzinho
    raphael luiz lima mouzinho

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    1,0
    Enviada em 2 de janeiro de 2020
    Uma porcaria. O diretor desse filme deveria estar era preso. Pois recebe pra fazer uma imundice dessa. Eu to de folga com minha esposa resolvi ver um filme botei isso pra rodar. Perdi meu dia de folga por causa dessa bosta. To revoltado com pessoas ganham dinheiro pra fazer uma cagada dessa. O pior filme do ano.
    anônimo
    Um visitante
    4,0
    Enviada em 4 de março de 2020
    A definição da expressão ''filme difícil''...Definitivamente, não é pra todo mundo. Mas com um pouco de paciência e mente aberta para reflexão, você até que pode tirar algo positivo da experiência. Embora se passe majoritariamente na Suécia, o longa de Ari Aster carrega fortemente o fatalismo cruel arraigado na sociedade americana em sua abordagem do trauma. As perdas humanas, o abandono emocional, ilusão, desilusões, etc...Midsommar pode ser lido como uma alegoria aos relacionamentos destrutivos, a irônica solidão da vida conjunta e as coisas que nos afundam emocionalmente. Aster em seu segundo longa já se mostra um jovem talento muito interessante, com domínio técnico e narrativo de seu projeto, mérito da A24, dando liberdade criativa para realizadores autorais, investindo em filmes desafiadores. Não há nenhum outro longa recente com tamanha atmosfera nauseante e emocionalmente desolador como este. Meticulosamente filmado e com um clima constante de inquietação, qualidades em um suspense que podem também ser suas maiores fraquezas. É um filme feito para dividir : Imagens grotescas por vezes postas para simples valor de choque, personagens tateantes, perspectiva cênica insistentemente incômoda, estrutura maçante, seita pagã perturbadora...Enfim, é aquele caso de tentar deixar o público o mais desconfortável possível com a experiência, porque quanto mais você está fisicamente incomodado com o que vê, mais as ambíguas mensagens do longa te intrigam. E bota ambíguas nisso, porque o filme não faz a menor questão de explicar nada, e esse é o seu maior diferencial de outros longas de suspense com a mesma temática, qualidade que revigora mas também aliena o público, pois a maior parte das pessoas vai assistir este longa achando ser mais um terror de jump-scares, mais um filminho de terror acéfalo com sustinhos toscos, o subtítulo nacional também ajuda a desinformação. O elenco inteiro está ótimo, apesar de eu só ter me importado com a protagonista, vivida pela cada vez melhor Florence Pugh, que tira leite de pedra do roteiro ao deixar uma personagem irritantemente passiva bem empática e de fácil identificação. Jack Raynor não tem muito o que fazer além do ''namorado preso na relação que não está mais nem aí pra namorada'', mas ele é um bom ator e entrega o que é exigido. Will Poulter faz o papel do amigo idiota pra alívio cômico, e faz bem embora seu personagem pareça deslocado demais dos outros. Midsommar é um suspense psicológico que será discutido, apreciado, odiado, e divisivo por muito tempo exatamente como foi feito para ser. Eu achei um filme maravilhosamente bem produzido e interpretado com certos erros de cálculo que o impedem de ser exatamente memorável. Em geral, o saldo é positivo. NOTA : 7.5 / 10
    Wander P.
    Wander P.

    Segui-los 16 seguidores Ler as 33 críticas deles

    1,0
    Enviada em 23 de dezembro de 2019
    NAO, nao é um filme de terror, é um filme parado que mostra um culto ‘diferentao’, spoiler: nao tem espiritos nao tem demonios nao tem sustos
    , uma decepção pra quem assiste esperando algo proximo do ‘Hereditário’.
    Rodrigo o que?
    Rodrigo o que?

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    2,5
    Enviada em 27 de novembro de 2020
    Midsommar é um filme que tem cenas boas e cenas ruins
    Infelizmente há mais cenas ruins do que boas.
    Gerson R.
    Gerson R.

    Segui-los 56 seguidores Ler as 101 críticas deles

    5,0
    Enviada em 30 de setembro de 2019
    O ser humano é capaz de ser bastante influenciável se estiver em uma situação psicologicamente vulnerável – seja lá o motivo – um trauma, a ausência familiar ou até mesmo a falta de comunicação numa relação amorosa – o diretor Ari Aster (que surpreendeu a todos com seu primeiro longa ano passado, o terror Hereditário) utiliza todas esses fatores para ilustrar uma trama que envolve inúmeras referências, criticas e paralelos com males que nossa sociedade propaga – do extremismo religioso, a visão estereotipada e prejudicialmente “santificada” da mulher em nossa sociedade ou a hipocrisia moral que tomou conta de muitos nos últimos para cá, Midsommar torna-se uma viagem (e acho “viagem” uma palavra que define bem o caminho dos personagens da história) – ou, para ser mais preciso, uma “bad trip”, que leva a uma reflexão profunda sobre nossos costumes e a falta de expressão e empatia para reprimir sentimentos de ódio, maldade ou pura omissão diante do mal – seja ele sob qualquer forma.

    Com uma atenção maior sobre a questão religiosa, o roteiro do próprio Aster traça um paralelo sobre os efeitos do extremismo sobre a jovem Dani (Florence Pugh), que acaba de viver um forte trauma emocional e está em um relacionamento em crise com o estudante universitário Christian (Jack Reynor) – o casal, tentando superar os problemas de comunicação, aceita o convite do amigo Pelle (Blomgren) e embarcam para uma viagem até uma região interiorana da Suécia, junto de mais dois amigos (Poulter e Harper) – ao chegarem ao local, logo notam que se trata de um vilarejo afastado, composto por pessoas que parecem seguir uma espécie de seita ou religião – com rígidos e estranhos costumes, durante o “sol da meia noite” do local, pois lá não há anoitecer. Dani acaba sendo a primeira a notar que algo estranho está acontecendo por lá, mas isso pode não ajudar muito o grupo de amigos.

    Ajudado ainda por um elenco espetacular, composto por atores pouco conhecidos, o destaque fica por conta da talentosa Florence Pugh, que impressiona pela expressividade e a forma como representa as dores e aflições de seu coração e mente – Ari Aster se aproveita desta forte carga emocional para compor (sem exageros) um longa que expressa significados e metáforas praticamente em cada um de seus planos – logo de inicio, ele usa uma representação, em quadro, que, rapidamente, descreve as promessas de “falsos profetas” e moralistas de guela, que prometem levar as pessoas a uma “vida melhor” – ou a maneira que representa o sofrimento de Dani – como na forma que introduz a passagem de tempo para a viagem até a Suécia – com um corte genial do banheiro de um apartamento para o banheiro de uma avião – mesmo que com alguns significados óbvios – como ao filmar a estrada na qual os personagens viajam de ponta cabeça, indicando a inversão de supostos valores a seguir – tais sequências casam perfeitamente com a proposta do diretor – a riqueza de detalhes é tamanha que é necessário uma atenção redobrada para tentar captar tantas mensagens – que vão de simples reações de personagens – como quando Josh compara um comportamento de uma outra religião em tal assunto e o morador do local simplesmente o ignora, indicando a intolerância a outras religiões – ou coisas mais diretas, como uma placa na estrada que indica o preconceito com imigrantes – a própria ideia do local ficar sob a luz do dia o tempo todo é uma enorme referência a instituições que cometem erros (e até crimes) perante nossa sociedade e ficam impunes (as claras), sem precisar se esconder (as escuras, digamos assim) – impossível não pensar em políticos e suas ideologias radicais ou fanáticos religiosos, que impõe seus seguidores a situações ultrajantes, ofensivas, humilhantes ou perigosas – para dizer o mínimo. Sem falar que o longa retrata ainda a punição de quem discorda de tais imposições e o lado de quem tenta expor estes absurdos – ou, ainda, quem fica omisso diante de tais acontecimentos – como na forma que expressa o interesse em apenas fazer a tese para a faculdade dos personagens de Reynor e Harper, sem se importarem com a gravidade do que esta acontecendo – embora tal momento, onde os dois rivalizam o uso do tema para as suas teses, seja o único problema do filme, por inserir diálogos pouco inspirados e que pausam a narrativa brevemente.

    Mas nesse aspecto temático ainda fica bem evidente a forma como Aster demonstra como as mulheres são vistas como uma espécie de “troféu” ou apenas objetos – a mercê das vontades dos homens – uma submissão que muitos tendem a classificar como “natural” ainda nos dias de hoje – assim como a questão da perda da virgindade feminina – como se as mulheres sempre precisassem de homens para serem felizes, conforme o machismo tenta impor – isso também inserido na maneira destrutiva como Dani encara sua relação inicialmente – e a tentativa de ajuda descaradamente querendo algo em troca, por parte de Pelle – alias, estas “falsas ajudas”, são representadas em alguns momentos de uma forma propositalmente caricata e engraçada – para mostrar que a tentativa de identificação com as pessoas é só uma forma de atrair “fiéis”, por exemplo. Também merece menção a forma como é mencionada a questão da “recompensa após a morte”, pelo destino de alguns personagens idosos – tornando a maneira que o longa expõe isso em meio a história como um impulsionamento narrativo – o elemento de suspense tirado destes pontos torna-se sufocante – dada a criação muito bem estruturada das personalidades de cada individuo da trama – totalmente bem estabelecidos no primeiro ato – e conduzidos de forma propositalmente lenta pelo cineasta – a ponto de captarmos bem seus estados emocionais e suas multifacetações – Aster utiliza simples distorções nas paisagens e cenários para representar as alucinações de alguns personagens e uma suposta falsa ligação deles com a natureza.

    Alias, visualmente, Midsommar é genial: a direção de arte e o design de produção acertam lindamente na criação do vilarejo sueco – seja pela concepção estilizada e assustadora das casas de madeiras em meio a vegetação em volta do lugar, ou até mesmo pelo figurino bastante claro (indicando uma certa “santificação”) dos moradores – sempre rodeados por flores coloridas, que poderiam representar um tipo de pureza – e a fotografia de Pawel Pogorzelski compõe imagens belíssimas, escancarando ainda mais as cores dos ambientes – de escura e sombreada no começo, mostrando a casa de Dani ou o apartamento dos amigos de Christian, para ficar quase que chapada nos dois atos a seguir – utilizando com inteligência suas alterações de tons, conforme a gravidade do que acontece em tela – essa maneira mais clara de expor as situações também ajuda o filme a apresentar alguns efeitos de maquiagem bastante realistas e chocantes – sem efeitos digitais implausíveis.


    Entre tantas metáforas e simbolismos, Midsommar é um filme extremamente importante para nossa realidade – ele mostra com perfeição os estragos que a alienação religiosa ou ideológica tem sobre as pessoas, que tendem a querer procurar as soluções mais fáceis para seus problemas na vida – seja para superação de traumas ou problemas conjugais – se esquecendo do básico e caindo em promessas infundadas – vindas de figuras ou questões morais distorcidas (no caso do longa, representado de uma maneira até literal) pelas próprias pessoas – ou seja, a inversão de valores ao qual nossa sociedade tem-se submetido, reflete a hipocrisia que muitos ressaltam todos os dias, principalmente entre aqueles que dizem querer a paz e o amor, mas pregam a violência e morte, sem ao menos notarem suas contradições – como diria Goethe, “nada mais assustador que a ignorância em ação” – algo tão atual e real que faz este trabalho de Ari Aster não precisar de nenhum “jump scare” ou recursos manjados do gênero para nos assustar. A realidade já é assustadora o suficiente.
    Erasmo L
    Erasmo L

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    0,5
    Enviada em 18 de outubro de 2019
    Filme pretensioso, lento, cenas apelativas sem significado equivalente entre o impacto plástico e seu impacto na trama, péssimo, roteiro preguiçoso, o tempo todo o filme chama a plateia de burra, mostrando explicitamente o que vai acontecer nas próximas cenas. Péssimo, Não recomendo a ninguém este lixo.
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