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spoiler:
assistido em 2026. Filme muito interessante, que conta os bastidores da escolha do papa. Muito bem dirigido, a fotografia é boa, figurino, os detalhes de cada cena, seja no cenário, nas roupas, nas performances, tudo de primeira linha. Os diálogos são muito inteligentes também. Sobre o som/música destaco duas passagens muito emblemáticas: 1. Quando os papas estão no jardim e só se ouve o marcante cantar das cigarras; 2 Quando Bergoglio chega à igreja com pinturas fascinantes e escuta-se o som do sax. Destaque também para a atuação do A. Hopkins. Nota 4.
Filme excelente, baseado na história da assunção do Papa Francisco, com personagens dos atores principais excepcionais..
Apesar de ter o centro apenas os dois papas, sem explorar outros cenarios, o filme é muito envolvedor.
Apesar de ter o centro apenas os dois papas, sem explorar outros cenarios, o filme é muito envolvedor.
Esse filme tem muitos elementos de verdade, mas que são usados para construir uma política lacradora típica da Netflix se aproveitando da popularidsde do Papa Francisco, e da desprovaçao do Papa Bento VI. O filme não te de fato o objetivo dd retratar a história ou algo assim (concordo que o Bento VI não foi um bom Papa. Se perceber bem, o filme é sim uma defesa ideológica: pega um pequeno recorte da história da Igreja e coloca Francisco, que é visto como mais liberal, retratado na ficção como um “mocinho” que não queria ser líder, mas que era bondoso, intelectual, responsável e, no final, quem tinha razão. A defesa implícita é de que a Igreja deve ser mais liberal — uma defesa woke indireta. É um filme progressista que seleciona recortes e constrói uma narrativa ideológica, mas de forma mais leve do que costumamos ver, para não ficar algo tão explícito. Somado a isso, a popularidade do Papa Francisco se tornou uma arma para o discurso progressista da Netflix.
Os cardeais se reúnem para a escolha de um novo papa. Há rumores de que ele pode vir a ser o primeiro papa africano, Turksono (Cole) ou latino-americano, como é o caso do argentino Jorge Bergoglio (Pryce), mas a escolha cai sobre o ortodoxo e conservador Ratzinger (Hopkins), consagrado Bento XVI. Bergoglio, tempos depois, tem planos de se aposentar e compra uma passagem para o Vaticano. Mal sabe ele que o Vaticano também o deseja por lá. O papa decide se aproximar de Bergoglio
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Filme muito bom, que nos faz conhecer um pouco sobre a história do Papa Francisco antes de chegar ao pontificado, e nos faz entender melhor sobre o conclave. Vale muito a pena assistir.
é um filme que inteligentemente aborda diversas questões importantes, tanto dentro do contexto da Igreja Católica quanto em um âmbito mais universal, o filme explora a tensão entre a tradição conservadora de Bento 16 e a visão mais progressista e reformista de (Papa Francisco). Esse embate ideológico é central para a narrativa.
Um filme ousado, mesmo não sendo totalmente baseado em fatos reais é ótimo pra entender diferentes correntes que existem na igreja. É quase todo filmado com duas pessoas conversando mas nunca fica cansativo.
[XX/XX/2022 Netflix]
O filme é muito bom e é interessante saber como é a vida de um Papa ou os últimos dias de um Papado...
O filme é muito bom e é interessante saber como é a vida de um Papa ou os últimos dias de um Papado...
Sinopse:
O cardeal argentino Jorge Bergoglio está decidido a pedir sua aposentadoria, devido a divergências sobre a forma como o papa Bento XVI tem conduzido a Igreja. Com a passagem já comprada para Roma, ele é surpreendido com o convite do próprio papa para visitá-lo. Juntos, eles precisam superar suas diferenças e construir um novo caminho para a Igreja Católica.
Crítica:
"Dois Papas" é um filme cativante que transcende o gênero de drama histórico ao apresentar uma narrativa rica em diálogos e reflexões filosóficas. Dirigido por Fernando Meirelles, a obra se destaca não só pela habilidade técnica, mas também pela profundidade emocional das relações humanas que desenvolve, focando na interação entre o Papa Bento XVI e o Cardeal Jorge Mario Bergoglio, futuro Papa Francisco.
Um dos pontos fortes do filme é a forma como ele explora os conflitos internos e as vulnerabilidades dos protagonistas. Anthony Hopkins e Jonathan Pryce oferecem atuações impressionantes, trazendo à vida personagens que, embora influentes, não estão acima de dilemas éticos e existenciais. As suas conversas revelam nuances da fé, da dúvida e da moralidade, questões que reverberam além dos muros do Vaticano e se conectam com a sociedade contemporânea.
Apesar de abordagens criativas e dramatizações fictícias, o filme serve como um espelho para dilemas atuais que a Igreja enfrenta, como a modernização e a necessidade de renovação moral. A falta de encontros reais entre Bento XVI e Bergoglio para debater a renúncia ressalta a liberdade artística do filme, mas não diminui sua relevância. Em vez disso, provoca reflexões sobre as possíveis conversas e debates que poderiam ter ocorrido em tempos de crise.
Visualmente, "Dois Papas" é uma obra rica em detalhes, com uma cinematografia que captura a grandiosidade e a intimidade dos cenários. As transições entre passado e presente são habilidosas e contribuem para o desenvolvimento narrativo, transformando a história em uma experiência imersiva.
Em suma, "Dois Papas" é mais do que uma biografia; é uma exploração da dualidade da natureza humana e da busca incessante por significado. Ao abordar questões universais, o filme transcende as barreiras da religião, resonando com todos que têm buscado a verdade e a compreensão em tempos de incerteza. Essa capacidade de dialogar com o público torna-o uma obra significativa e impactante.
O cardeal argentino Jorge Bergoglio está decidido a pedir sua aposentadoria, devido a divergências sobre a forma como o papa Bento XVI tem conduzido a Igreja. Com a passagem já comprada para Roma, ele é surpreendido com o convite do próprio papa para visitá-lo. Juntos, eles precisam superar suas diferenças e construir um novo caminho para a Igreja Católica.
Crítica:
"Dois Papas" é um filme cativante que transcende o gênero de drama histórico ao apresentar uma narrativa rica em diálogos e reflexões filosóficas. Dirigido por Fernando Meirelles, a obra se destaca não só pela habilidade técnica, mas também pela profundidade emocional das relações humanas que desenvolve, focando na interação entre o Papa Bento XVI e o Cardeal Jorge Mario Bergoglio, futuro Papa Francisco.
Um dos pontos fortes do filme é a forma como ele explora os conflitos internos e as vulnerabilidades dos protagonistas. Anthony Hopkins e Jonathan Pryce oferecem atuações impressionantes, trazendo à vida personagens que, embora influentes, não estão acima de dilemas éticos e existenciais. As suas conversas revelam nuances da fé, da dúvida e da moralidade, questões que reverberam além dos muros do Vaticano e se conectam com a sociedade contemporânea.
Apesar de abordagens criativas e dramatizações fictícias, o filme serve como um espelho para dilemas atuais que a Igreja enfrenta, como a modernização e a necessidade de renovação moral. A falta de encontros reais entre Bento XVI e Bergoglio para debater a renúncia ressalta a liberdade artística do filme, mas não diminui sua relevância. Em vez disso, provoca reflexões sobre as possíveis conversas e debates que poderiam ter ocorrido em tempos de crise.
Visualmente, "Dois Papas" é uma obra rica em detalhes, com uma cinematografia que captura a grandiosidade e a intimidade dos cenários. As transições entre passado e presente são habilidosas e contribuem para o desenvolvimento narrativo, transformando a história em uma experiência imersiva.
Em suma, "Dois Papas" é mais do que uma biografia; é uma exploração da dualidade da natureza humana e da busca incessante por significado. Ao abordar questões universais, o filme transcende as barreiras da religião, resonando com todos que têm buscado a verdade e a compreensão em tempos de incerteza. Essa capacidade de dialogar com o público torna-o uma obra significativa e impactante.
"Dois Papas" (2019), dirigido por Fernando Meirelles e escrito por Anthony McCarten, é uma obra que combina brilhantemente elementos de realidade e ficção, explorando a complexa relação entre os Papas Bento XVI (Anthony Hopkins) e Francisco (Jonathan Pryce). O filme se destaca pela profundidade temática, apresentando um embate ideológico entre o conservadorismo de Bento e o progressismo de Francisco, além de abordar temas sensíveis como culpa, arrependimento e redenção.
As atuações de Hopkins e Pryce são o ponto alto do longa, com ambos entregando performances poderosas e carismáticas. A química entre os dois eleva os diálogos, que alternam discussões teológicas e políticas com momentos de leveza e humor, tornando o filme envolvente. As cenas em que debatem futebol ou compartilham uma pizza criam um contraste bem-vindo à gravidade das questões abordadas.
A direção de Meirelles é acompanhada pela fotografia vibrante de César Charlone, que captura com maestria tanto a grandiosidade do Vaticano quanto os flashbacks que exploram o passado de Jorge Mario Bergoglio. Esses momentos revelam uma camada emocional do Papa Francisco, marcada por sua luta contra a ditadura argentina e as difíceis escolhas que o perseguem.
O roteiro também acerta ao humanizar figuras históricas, aproximando os papas do público. Contudo, a narrativa ficcional pode ser criticada por suavizar algumas controvérsias, como as acusações de colaboração de Bento com nazistas e de Francisco com os militares argentinos, sem aprofundar as implicações desses eventos.
Dois Papas é uma produção envolvente, que combina temas densos com toques de humor e performances inesquecíveis, tornando-se uma reflexão fascinante sobre fé, poder e humanidade. Um filme imperdível pela força de seus protagonistas e pela habilidade de transformar debates complexos em cinema acessível e emocionante.
As atuações de Hopkins e Pryce são o ponto alto do longa, com ambos entregando performances poderosas e carismáticas. A química entre os dois eleva os diálogos, que alternam discussões teológicas e políticas com momentos de leveza e humor, tornando o filme envolvente. As cenas em que debatem futebol ou compartilham uma pizza criam um contraste bem-vindo à gravidade das questões abordadas.
A direção de Meirelles é acompanhada pela fotografia vibrante de César Charlone, que captura com maestria tanto a grandiosidade do Vaticano quanto os flashbacks que exploram o passado de Jorge Mario Bergoglio. Esses momentos revelam uma camada emocional do Papa Francisco, marcada por sua luta contra a ditadura argentina e as difíceis escolhas que o perseguem.
O roteiro também acerta ao humanizar figuras históricas, aproximando os papas do público. Contudo, a narrativa ficcional pode ser criticada por suavizar algumas controvérsias, como as acusações de colaboração de Bento com nazistas e de Francisco com os militares argentinos, sem aprofundar as implicações desses eventos.
Dois Papas é uma produção envolvente, que combina temas densos com toques de humor e performances inesquecíveis, tornando-se uma reflexão fascinante sobre fé, poder e humanidade. Um filme imperdível pela força de seus protagonistas e pela habilidade de transformar debates complexos em cinema acessível e emocionante.
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