Média
4,4
586 notas
5
34 críticas
4
37 críticas
3
6 críticas
2
0 crítica
1
2 críticas
0
2 críticas
Organizar por
Filtrar por:
Tudo
Belo filme, mas se atentem para a manipulação política, trazendo a questão da "ditadura" fora de contexto da polarização política à época da América Latina entre correntes capitalistas e comunistas. Afinal, a Agenda Global está em pleno curso, e Papa está de acordo com a Agenda 2030 da ONU. Esse filme amplia seu carisma, pois se utiliza do recurso psicológico da empatia com o populismo que sempre serviu de manipulação das massas oprimidas, desde o "pão e circo" da Antiga Roma para o poder de governos socialistas disfarçados de democracia, e só observar hoje no Brasil, políticos com altos salários e privilegios, e o povo com cada vez menos retorno de seus altíssimos impostos. Apenas uma referência Ca.nal You-Tube Alexandre Costa
A bela tática do recurso psicológico da empatia muito bem utilizado pelo populismo, o filme se mostra tendencioso, quando explora parcialmente a "ditadura" de forma opressora, sem levantar paralelo ao contexto e polarização política na América Latina entre as correntes capitalistas e comunistas. Nesse aspecto é um desastre, pura manipulação, utiliza-se de ícones cristãos populares para trazer a eterna questão da opressão de minorias, a qual o pseudo-socialismo que se diz democrático mas a história tem mostrado a sua tirania.
A bela tática do recurso psicológico da empatia muito bem utilizado pelo populismo, o filme se mostra tendencioso, quando explora parcialmente a "ditadura" de forma opressora, sem levantar paralelo ao contexto e polarização política na América Latina entre as correntes capitalistas e comunistas. Nesse aspecto é um desastre, pura manipulação, utiliza-se de ícones cristãos populares para trazer a eterna questão da opressão de minorias, a qual o pseudo-socialismo que se diz democrático mas a história tem mostrado a sua tirania.
Fantástica atuação da dupla Jonathan Pryce e Anthony Hopkins. Impecáveis em seus papéis, retratam os dramas de cada um, em suas diferentes visões e perspectivas sobre o papel do Papado, à frente da Igreja Católica no mundo.
Um dos grandes filmes de 2019! Forte concorrente ao óscar 2020, com boas possibilidades a melhor filme, direção, ator e Roteiro, aqui temos a linda história baseada em fatos reais dos dois últimos papas, Bento XVI e Francisco, onde mostra suas discordâncias e respeito a cima de qualquer coisa, são diálogos gostosos de assistir de grandes atores, o grande Anthony Hopkins e do ótimo Jonathan Pryce, duas excelentes performances. Grande filme.
O filme traz um tom humorístico a um dos maiores acontecimentos da história da Igreja Católica.
De fato é um filme divertido de se assistir, mas por vezes fica fantasioso demais, se distanciando da realidade.
Hopkins e Pryce estão excelentes em seus papéis, trazendo emoção aos diálogos.
De fato é um filme divertido de se assistir, mas por vezes fica fantasioso demais, se distanciando da realidade.
Hopkins e Pryce estão excelentes em seus papéis, trazendo emoção aos diálogos.
Um filme lindo que mostra um diálogo intenso de duas lideranças da igreja católica com muito humanismo e mostra as dúvidas e necessidades destas pessoas iguais as nossas. Parabéns ao roteirista e diretor que conseguiram magistralmente unir isso tudo com maravilhosa interpretação dos dois atores principais.
É um filme para se ver várias vezes e refletir.
É um filme para se ver várias vezes e refletir.
Filme excelente. É importante ressaltar que se trata de uma obra de ficção, com diálogos criados livremente pelo roteirista e pelo diretor com base no pensamento de ambos os papas. Possui alguns fatos reais misturados com fatos inventados. Um filme humanista, sério e perturbador. Sem dúvida irá incomodar o público não-humanista, anti-democrático, fundamentalista religioso e, sobretudo, os ignorantes que se alimentam do ódio. Trata-se de uma exaltação dos valores cristãos mais básicos, como a preocupação social com os pobres e marginalizados. Uma obra prima, com atores magníficos e um roteiro impecável. É impossível não se emocionar. Um filme que traz uma sensação de paz e otimismo.
No ano de 2012, o cardeal Jorge Bergoglio (Jonathan Pryce) assume a decisão de se aposentar devido a divergências que suas percepções acerca do catolicismo têm tomado em relação ao papado. Com viagem marcada para Roma, já que precisa do aceite do Papa Bento XVI, Bergoglio se reúne com o pontífice e juntos debatem sobre a igreja, o passado, futuro e amigavelmente o que entendem como prosperidade.
Comandado com grande maestria pelo brasileiro Fernando Meireles, DOIS PAPAS traduz para as telas um período no qual a igreja católica passou, de forma inesperada, por inusitadas mudanças. A começar pela renúncia do papa, algo que não ocorria a séculos, e pela chegada de um politicamente progressista dirigente máximo do catolicismo. O roteiro transita com perspicácia por momentos sutis de diversão, enquanto prepara outros com doses cavalares de drama, em especial pelo passado caótico e triste vivido por Bergoglio.
Pryce e Anthony Hopkins, este que vive Bento XVI, estão um deslumbre em interpretações, entregando dois personagens que são ao mesmo tempo recheados de carisma e complexidade, haja vista suas posições ímpares dentro do enredo. A história transita muito bem entre as posições críticas que cada um exerce dentro da igreja, ao mesmo tempo que discute as complicações inerentes aos bastidores do ambiente do Vaticano. É um filme que atende bem a qualquer tipo de público, independente da carga religiosa implícita, o longa pretende, com seu teor documental, funcionar como entretenimento, algo que efetivamente alcança com grande brilhantismo, tanto narrativo quanto técnico.
Comandado com grande maestria pelo brasileiro Fernando Meireles, DOIS PAPAS traduz para as telas um período no qual a igreja católica passou, de forma inesperada, por inusitadas mudanças. A começar pela renúncia do papa, algo que não ocorria a séculos, e pela chegada de um politicamente progressista dirigente máximo do catolicismo. O roteiro transita com perspicácia por momentos sutis de diversão, enquanto prepara outros com doses cavalares de drama, em especial pelo passado caótico e triste vivido por Bergoglio.
Pryce e Anthony Hopkins, este que vive Bento XVI, estão um deslumbre em interpretações, entregando dois personagens que são ao mesmo tempo recheados de carisma e complexidade, haja vista suas posições ímpares dentro do enredo. A história transita muito bem entre as posições críticas que cada um exerce dentro da igreja, ao mesmo tempo que discute as complicações inerentes aos bastidores do ambiente do Vaticano. É um filme que atende bem a qualquer tipo de público, independente da carga religiosa implícita, o longa pretende, com seu teor documental, funcionar como entretenimento, algo que efetivamente alcança com grande brilhantismo, tanto narrativo quanto técnico.
Dois Papas tem duas grandes atuações, com diálogos que te prende do começo ao fim. A direção do Fernando Meirelles é excelente, com certeza é o maior brasileiro no cinema.
Muito bom filme. Não fosse pelo fato de que as conversas todas são fictícias e os fatos baseados em "reais", que não se há certeza se de fato aconteceram ou realmente não aconteceram, daria nota 5. Papa Francisco por exemplo não assiste televisão desde 1990 por causa de uma promessa, como retratado ele assistindo jogo em um bar e ao final com Papa Bento tomando cerveja (rs Oi?). Contudo, os personagens criados são cativantes, o roteiro e os diálogos criados são incríveis. O filme é emocionante.
Eu particularmente gostei, li algumas criticas antes do que era verdade e mentira.
Rodrigo
Rodrigo
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa