Dois Papas
Média
4,4
578 notas

80 Críticas do usuário

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34 críticas
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Natália Canin
Natália Canin

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de janeiro de 2020
Nem sou católica, mas de verdade, me emocionei. Achei interessante, eu quis assistir até o final, e me emocionei váriiiiias vezes. Senti raiva, tristeza, e alegria. Por ter me provocado tais emoções, eu considero um filme ótimo! Atuação, cenário, história, roteiro, figurinos,mtooo bem feitos. ❤
Amanda C
Amanda C

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de janeiro de 2020
FILME - DOIS PAPAS]

Após inúmeras boas recomendações, aproveitando essa tarde chuvosa em São Paulo, deletei-me com o filme Dois Papas, maravilhosamente dirigido por Fernando Meirelles.
É uma história maravilhosa e que nos convida e inúmeras reflexões. Mostra a história de dois homens sensíveis com grandes diferenças ideológicas, sendo um deles mais conservador e o outro mais liberal.. Como não amar Jorge/Francisco? Como não buscar compreender a religião que moldou a personalidade Ratzinger?
Percebemos o quanto são dotados de uma capacidade empático foram do comum, e apesar das diferenças se permitiram aprender e serem transformados um pelo outro nesse processo.
Vemos a humanidade de ambos presente, que como todos nós também são aprisionados em seus conflitos existenciais.
É um filme maravilhoso, que nos proporciona uma reflexão ampla sobre aspectos do eu e do mundo atual, e o quanto essa mudança na igreja deveria impactar a política mundial
Márcio Renato G
Márcio Renato G

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de janeiro de 2020
O filme consegue retratar os dois papas com leveza, com respeito e também com bastante compaixão. A narrativa é menos histórica e documental, do que alegórica. São dois papas, mas a figura central é o papa Francisco e a sua visão particular de como a Igreja deve se (re)conectar com o seu povo.
Carlos Castro
Carlos Castro

989 seguidores 343 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de janeiro de 2020
O filme serve muito bem como um guia curioso do que foi a renúncia do Papa Bento XVI e a especulação de como teriam sido as conversas entre os Papas é incrível. Só não é perfeito porque, dentro da polarização que o mundo enfrenta hoje do conservadorismo e progressismo, faltou força nos embates. Poderia ter sido muito mais crítico, mais profundo e engrandecedor para o debate.
A pincelada no passado do Papa Francisco também é bem curiosa e traz um bem-vindo respiro à narrativa que estava começando a ficar enfadonha naquele ponto do filme.
Fernando Meirelles mostra um pouco da sua virtuose em grandes planos que exaltam a beleza da arte dos interiores do Vaticano e consegue manter o jogo vivo, mesmo sendo longas conversas entre dois senhores.
Marco Dornelas
Marco Dornelas

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de janeiro de 2020
Que delícia este filme… Há de tudo: filosofia, história, ficção, atuações soberbas, imagens e edições fabulosas e ainda por cima é divertido…
Mira
Mira

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de janeiro de 2020
Adorei .
Tome cuidado com a sua vida, talvez ela seja o único evangelho que as pessoas leiam.
São Francisco de Assis“
Sensível, criativo e divertido ‼️❗️❤️
Cerutti Consultores
Cerutti Consultores

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de janeiro de 2020
Filme incrível. Primeiro parabéns ao Diretor Brasileiro Fernando Meirelles. Atores, enredo, trilha, cenário e história. Cinema fica mais atraente com histórias reais... recomendo.
Isaac Zabini
Isaac Zabini

3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de janeiro de 2020
Um roteiro redondinho, longos diálogos e excelentes atuações,um dos melhores filmes do ano!
A capacidade de sintetizar e colocar na mesa grandes debates da fé cristã, a partir de diálogos nada protocolares entre os dois pontífices, são um aperitivo delicioso para aqueles que pensam e acreditam no transcendente, ou até mesmo para aqueles que não creem, mas compreendem a complexidade da existência humana.
As crises de fé, a diferença entre o velho e o novo, o conservador e o progressista, o legalismo e a leviandade, o que é mudança e o que é concessão, são alguns dos assuntos que o filme trabalha com excelência.
Aquela polarização rasteira da política nacional, que divide os brasileiros, de alguma forma também afetou a Igreja Católica. Bento XVI, que não foi um papa popular durante o seu pontificado, hoje é visto pelos setores mais conservadores da Igreja como um grande defensor da reta doutrina, contra um Papa Francisco mais popular e carismático, porém não tão apegado as tradições da Igreja.
Nessa linha tênue, não é difícil que o filme seja interpretado por uns como “pró Francisco” ou por outros como chapa branca para os grandes escândalos que afetaram a igreja no final do período de Bento XVI, mas é fato que apesar da declarada simpatia do diretor brasileiro Fernando Meireles pelo atual Papa, os dois personagens são tratados com muita humanidade e delicadeza. O espectador mais disposto compreenderá a personalidade mais dura de Bento XVI e como ela levou-o a chegar onde chegou e como chegou, ao mesmo tempo que a simpatia irradiada por Bergoglio encobre um passado cheio de escolhas difíceis e arrependimentos.
Não se trata de um filme denúncia, que joga na cara do espectador todos os podres da Santa Igreja, mas sim uma história intimista desses personagens tão diferentes entre si mas que ao cruzarem o caminho um do outro, possibilitaram umas das mais bonitas produções cinematográficas do ano de 2019.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de janeiro de 2020
A Netflix a cada ano vem mais forte em seu serviço e se distancia de seus concorrentes na questão filmes,depois do excepcional O Irlandês,o serviço lança mais um queridinho das premiações,The Two Popes.Se trata do novo filme do diretor brasileiro Fernando Meirelles que é muito bom,ele é responsável pela obra prima Cidade de Deus e outros bons filmes,aqui felizmente ele conduz a história com belos diálogos e fortes interpretações.O filme acompanha a Ascenção de um cardeal argentino(Papa Francisco)conhecido ainda como Jorge Bergoglio na igreja católica e em 2012 o papa o convoca para uma conversa onde os dois abrem discussões a respeito de suas ideologias de igreja e suas divergências.O filme tem claros cuidados na tolerância,isso porquê vivemos em tempos difíceis onde tudo vira polémica,portanto temos um roteiro cuidadoso e bem estudado,o próprio Meirelles declarou que basicante tudo é com base em estudos de livros verídicos e declarações dos envolvidos,por um lado certas questões se acovardam em aprofundamento e consequentemente são superficiais como a questão de abuso sexual no Vaticano.Não seja pir isso que o filme perca seus méritos,ao contrário,temos um filme muito imersivo em seus diálogos,ele trabalha as divergências de ideias com uma fluidez muito grande e ainda aborda o passado do papa Francisco e fatores que o atormentam.Tudo isso é reforçado pelas atuações espetaculares,Anthony Hopkins é um papa Bento XVI que segue mais o lado conservador e é mais anti social,já o Jonathan Pryce é mais popular e tem ideias mais normais,a atuação dos dosi é muito boa mas o Pryce tem uma carga espetacular,seja pelo seu sotaque espanhol perfeito até a história de vida e costumes que faz o público adorá-lo de cara,aliás ele concorre na categoria melhor ator do globo de ouro assim como o Hopkins na categoria ator coadjuvante.The Two Popes tem uma grande direção e tem seu elenco inspirado,aborda muitos temos relevantes e tem um roteiro cheio de diálogos incríveis,mesmo que certos temas sejam superficiais ainda é incrível.
Franciscoclira
Franciscoclira

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de janeiro de 2020
Belo filme, mas se atentem para a manipulação política, trazendo a questão da "ditadura" fora de contexto da polarização política à época da América Latina entre correntes capitalistas e comunistas. Afinal, a Agenda Global está em pleno curso, e Papa está de acordo com a Agenda 2030 da ONU. Esse filme amplia seu carisma, pois se utiliza do recurso psicológico da empatia com o populismo que sempre serviu de manipulação das massas oprimidas, desde o "pão e circo" da Antiga Roma para o poder de governos socialistas disfarçados de democracia, e só observar hoje no Brasil, políticos com altos salários e privilegios, e o povo com cada vez menos retorno de seus altíssimos impostos. Apenas uma referência Ca.nal You-Tube Alexandre Costa

A bela tática do recurso psicológico da empatia muito bem utilizado pelo populismo, o filme se mostra tendencioso, quando explora parcialmente a "ditadura" de forma opressora, sem levantar paralelo ao contexto e polarização política na América Latina entre as correntes capitalistas e comunistas. Nesse aspecto é um desastre, pura manipulação, utiliza-se de ícones cristãos populares para trazer a eterna questão da opressão de minorias, a qual o pseudo-socialismo que se diz democrático mas a história tem mostrado a sua tirania.
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