Dois Papas
Média
4,4
578 notas

80 Críticas do usuário

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Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de dezembro de 2019
Que Grande obra.. intrigante, bem-humorada, bem feita... muito bom mesmo. Altamente recomendado. Um filme sobre humanos que são "sobre-humanos".
Tarcísio Braga
Tarcísio Braga

34 seguidores 61 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de dezembro de 2019
É um filme dirigido pelo bruxo do cinema o nosso Fernando Meirelles(Cidade de Deus). Conta basicamente a história da renúncia do Papa Bento XVI (Anthony Hopkins - Hannibal Lecter em Silêncio dos Inocentes) e a ascensão do Papa Francisco (Jonathan Pryce - alto pardal de GOT) e como foi todo esse processo internamente, abordando um pouco a história da juventude do Papa Francisco e os momentos tensos dos recorrentes escândalos da igreja católica. O filme tem uma boa direção de arte com frases marcantes; a trilha sonora é ótima, porém poderia entregar mais; o filme em si não é chato e te conduz o tempo todo; tem diálogos marcantes e ótimas atuações dignas de prêmios. Faltou abordar o passado do Bento XVI e sobre a sua relação com o nazismo que é tão falado; algumas vezes o roteiro supera a realidade trazendo certas distorções, mas o filme não perde a sua essência. Outro aspecto, esse sim positivo, é os flashbacks com o passado e momentos da história real, mostrando a relação política de uma votação para um dos cargos mais importantes do mundo. 2019 é o ano da Netflix, "Dois Papas" é um filme bom e precisa ser assistido, um excelente filme. Minha nota é pessoal é 8,9/10 e em sites especializados 4,0/5. Crítica feita e revisada por Tarcísio Braga.
Nabokova
Nabokova

16 seguidores 112 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de dezembro de 2019
Pryce está inacreditável como Bergoglio. Hopkins está idêntico, nas Pryce parece incorporado. Foi otimamente captado como o Papa Francisco é diferente dos outros papas, que parecem seres arrebatados, intocáveis, feitos agora de outro material extraterreno. Francisco é um homem o cúmulo do comum. A personalidade interpretada por ele é de uma humanidade e humildade comoventes e inspiradoras. Uma consequência disso, por exemplo, é quando ele (liberal e contestador), se despede de Bento no Vaticano, rumo ao aeroporto, e é quase possível sentir Bento ( o frio e conservador) com o coração apertado.
O filme é gracioso e poético, sensível como seu diretor, não podia ser de outro jeito. Mas é isso, poético e ingênuo. Papa Bento ficou bonzinho. (Será que foi o próprio Papa Francisco que ajudou Meirelles a construir a personalidade desse Bento?) . E não há qualquer menção séria às politicagens envolvidas no papado. E os casos de abuso sexual cometidos dentro da igreja e acobertado pelos papas são mencionados de maneira muito rápida e suave. Era pra ser um filme bonito, não uma denúncia, e, enfim, ficou mesmo bem bonito.
Michelle Albacete
Michelle Albacete

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de dezembro de 2019
Emocionante ! Conta toda trajetória do papa Francisco até sua escolha como papa , bem como explica a renúncia do padre Bento . Amei !!!!
fernanda rego
fernanda rego

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de dezembro de 2019
Eu me emocionei do início ao fim. Jonathan Pryce é tão semelhante a Jorge Bergoglio, que temos a sensação de ver o próprio Papa Francisco nos diálogos.
Esse filme fala muito mais sobre amor, sobre a necessidades de mudanças dentro de cada um de nós seres humanos, sobre se livrar das culpas e buscarmos a felicidade, do que propriamente sobre uma Instituição ou religião.
Recomendo a absolutamente todos que assistam. Esqueçam o credo e foquem na história. Ela é linda!
Mauro A
Mauro A

4 seguidores 32 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de dezembro de 2019
Esta sim, é uma obra prima do cinema e do diretor Fernando Meireles. Ainda que a história seja fictícia, o roteiro foi muito bem elaborado e pode-se dizer que é baseado num fato que não aconteceu mas que tinha tudo para poder acontecer. Desde os mais católicos aos mais ateus, merecem ver este filme, exatamente para verem como é a figura de um Papa na sua intimidade. O Papa Chiquinho é exatamente aquele que estava faltando para consertar a igreja, condenar os padres pedófilos e moralizar as contas do Vaticano. Depois que mataram o Papa João Paulo I e quase conseguiram com o João Paulo II, de qualquer lugar do mundo ninguém vai tentar esta proeza pois sabe que as feridas da igreja católica estão abertas e um mínimo atentado contra o atual pontífice vai dar muito na cara que os papas que falam a verdade morrem. Que Deus dê muita vida longa ao Papa Chiquinho, pois ele, na sua simplicidade, ainda tem muito a fazer pelo mundo como líder espiritual. Neste filme não teve nada mais ou menos, foi tudo 100%!
Soraya Nogueira
Soraya Nogueira

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de dezembro de 2019
Por mais que o filme tenha pequenos traços do que realmente foi real! Eu achei um filme encantador que retrata a real tensão que a igreja católica passava com seu antigo líder! E a aceitação e as mudanças que foram instituídas pelo novo líder. Um filme que prende sua atenção do início ao fim! Super recomendo
Ana M.
Ana M.

9 seguidores 14 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de dezembro de 2019
AMEI!!
que filme emocionante!! fora as atuações maravilhosas, ambos os atores ficaram idênticos.
O filme consegue discutir sobre varios assuntos importantes e nao deixa de lado a amizade e o mais importante, o perdao
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de dezembro de 2019
Fernando Meirelles é sem dúvida o cineasta brasileiro de maior visibilidade mundo afora no momento. Desde Cidade de Deus, ele tem se envolvido em projetos bem interessantes. E esse talvez seja o seu melhor trabalho desde Cidade de Deus. Baseado em fatos reais, o filme narra desde o conclave para decidir o Papa que substituiria João Paulo II depois de sua morte até a renúncia de Bento XVI e escolha de Francisco. Brilhantemente filmado, a parte técnica é de encher os olhos. Fotografia espetacular, assim como direção de arte, locação e edição. O roteiro é muito bem desenvolvido, com diálogos muito bem trabalhados. Talvez o único momento do filme em que me pareceu brevemente haver uma “barriga” que tirou um pouco da fluidez de ritmo é quando o cardeal argentino conta sobre seus questionamentos existenciais frente ao ocorrido durante a ditadura militar em Buenos Aires. E o que dizer das atuações acachapantes de Jonathan Pryce e Anthony Hopkins, interpretando Papa Francisco e Papa Bento XVI respectivamente? Dignas de prêmios. A química entre os dois é perfeita. São dois verdadeiros mestres. E o engraçado é que Hopkins sempre é reverenciado por suas atuações fantásticas (nada mais justo, aliás), mas Pryce sempre me pareceu deixado de lado. Em A Esposa, de 2017, quando contracenou com Glenn Close, também teve um trabalho estupendo e não foi devidamente reconhecido. Bem, percebo que algumas pessoas mais religiosas possam torcer o nariz para o filme devido à forma ranzinza pela qual Bento XVI é retratado. Li vários desses comentários. Mas acredito que a maneira com que Joseph Ratzinger é retratado é bastante respeitosa. Mostra um homem intelectual, extremamente culto, mas que tem visões amplamente tradicionalistas e conservadores. Já li que ele é uma pessoa extremamente humilde e simpática. A questão é que em contrapartida, vemos Jorge Bergoglio como alguém muito mais popular, com ideias mais abrangentes em relação ao mundo em que vivemos atualmente. Isso pode causar certo “ranço” inicial à forma com que Bento é mostrado, mas no decorrer do filme é clara a maneira com que ele vai suavizando suas atitudes e se torna mais próxima à imagem que temos dele hoje. Claro que o filme não é uma biografia extremamente realista e há claramente vários artifícios narrativos tipicamente cinematográficos. A questão é contar a história de dois homens históricos de maneira dramaticamente acessível. Não há como contar essa história de forma 100% fidedigna. Sempre haverá críticas em relação à veracidade dos fatos.De qualquer forma, o filme é uma bela obra, uma aula de cinema, em que tudo funciona beirando a perfeição. Grande filme, quiçá obrigatório aos amantes da Sétima Arte.
Isabelle
Isabelle

15 seguidores 67 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de dezembro de 2019
Excelente roteiro, direção competente e criativa e interpretações de dois "monstros". Meireles fez algo que pensei impossível: me emocionar com algo relativo aos formalismos da igreja católica. Lindo filme, com humor sutil, carinho e tolerância com a humanidade. Lindo da mensagem, primoroso nas cenas do Vaticano, perfeito nas interpretações desses dois enormes atores, cujos olhares e expressões faciais nos permitem apreciar a verdadeira arte de interpretar. Como não amar Jorge/Francisco? Como não buscar compreender a religião que moldou a personalidade Ratzinger?
Assistir Dois Papas é uma experiência rica e complexa - agradeço a todos que me proporcionaram.
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