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Os únicos sobreviventes do povo indígena Piripkura estão vivendo em uma área protegida no Mato Grosso. Cercados por fazendas, eles vivem com um machado velho e uma pequena tocha acesa pela última vez em 1998. Para que a área continue sob proteção, a cada dois anos uma expedição da FUNAI vai ao local assegurar que os dois ainda estão vivos.
3,0
Legal
Piripkura
A comunidade invisível
por Bruno Carmelo
Uma legenda inicial informa o público que os índios da comunidade Piripkura foram exterminados por fazendeiros e grileiros da região do Mato Grosso. De que se tenha notícia, restaram apenas três: Rita, que se mudou para Rondônia e aprendeu um pouco do português, e seus familiares Tamandua e Pakyî, vivendo em localização imprecisa pela vegetação local. Um funcionário da FUNAI explica que os índios são considerados “bichos” por muitos homens brancos, tendo sido mortos sem qualquer tipo de criminalização dos atos, pelo contrário: esta seria uma atitude patriótica, porque “índios atrapalham o desenvolvimento do país”.Piripkura aborda portanto um desaparecimento. Não por acaso, investe numa aproximação temerosa com os poucos índios restantes. A câmera registra Rita de longe, entre as roupas no varal, depois busca passos humanos na lama, pequenos movimentos através das folhas, um tronco cortad
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2:24





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Premiado
Exibido na mostra Première Brasil: Competição longa documentário do Festival do Rio de 2017. No festival, venceu o prêmio de melhor documentário.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
-
Ano de produção
2017
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-