Bailarina - Do Universo de John Wick: Recentes críticas
Bailarina - Do Universo de John Wick
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Raphael
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0,5
Enviada em 8 de março de 2026
Filme horroroso! Gosto da ana de armas e da maioria dos atores, mas percebe se claramente que todos os atores precisam "diminuir a velocidade das atuações de ação para caber na reação da atriz! " fora que do início ao fim mostra que é limitada e erra pra caramba, ainda assim tem corpo de adamantium e fator de cura mais rápida que do volwerine!
.. e apesar de claramente ela ter todas as limitacoes (digo no filme mesmo, ela apanha, apaga, prendem ela...mas ninguém a mata, só esperam ou param para morrer!)
É um bom filme de ação do universo de John Wick, mas de qualidade bem inferior aos quatro filmes da franquia. Todos os filmes da franquia são épicos, e Keanu Reeves é uma lenda por interpretá-lo. Bailarina entrega o que promete: ação do início ao fim e boas cenas de luta, com uma história parecida com a dos quatro filmes de John Wick. Podemos dizer que esse filme é John Wick na versão feminina. Isso vai do gosto de cada um. Para mim, pelo menos, não se pode comparar Bailarina com os filmes de John Wick, pois a qualidade desses é bem superior, e as atuações de Keanu Reeves são impecáveis em todos eles. Ana de Armas faz um bom papel, é uma boa atriz, mas não se compara a Keanu Reeves. spoiler: Achei a ficção do filme bem exagerada, principalmente na luta da protagonista com o inimigo, quando ele pega um lança-chamas e ela, do nada, acha uma mangueira com água e recomeça aquela luta sem sentido. Essa cena é bem fraca e parece até de filme de super-heróis. Essa parte, principalmente, não me agradou. Mas, tirando esse ponto negativo e o fato de ter uma qualidade bem inferior aos filmes da franquia original, recomendo assistir, principalmente para os fãs de filmes de ação.
Já estava ficando difícil de aceitar o que o John Wick fazia, mas agora extrapolou! Uma moça de 50 kg, lutar de igual para igual, com homens de 90/100 kg, é impossível engolir!!!!
Neste filme Ana de Armas dá um verdadeiro show, manda bem demais. Pequena participação do Sr Reeves, mas quando aparece rouba a cena, ou seja, os dois atores formam uma bela dupla. Filme que é muito bom, apenas não tem uma nota maior porque acho que faltou um pouco de criatividade e tem algumas quebras de ritmo. Cenas de ação tem algumas forçadas de barra, porque os chamados vilões tem oportunidade de finalizar os personagens principais, porém hesitam em atirar, ou seja, realmente é parte do universo John Wick. Mas ação quando ocorre é boa, tanto combates bem coreografados, perseguições e tiroteios.
Nossa, muito bom!!! Os melhores filmes de ação, para mim, são os do universo de John Wick. Simplesmente, nunca decepcionam. Adorei ver Ana de Armas neste papel, entregou tudo! Cenas eletrizantes e um enredo interessantíssimo.
No filme tem um figurante que aparece morrendo duas vezes. A personagem da atriz Ana de Armas mata o figurante enforcado com uma granada na boca depois mata o mesmo com um um lança chamas.
Bailarina chega aos cinemas como mais um movimento da Lionsgate para manter viva e lucrativa, a franquia John Wick. Desde o sucesso estrondoso do terceiro filme e, principalmente, do quarto capítulo, que prometia ser o encerramento da jornada do personagem de Keanu Reeves, o estúdio passou a tratar esse universo como uma mina a ser explorada. Série, animações, spin-offs e até um quinto filme começaram a surgir no horizonte. Dentro desse contexto, Bailarina nasce não apenas como um filme, mas como um teste de confiança: seria possível expandir esse mundo sem depender diretamente da figura de John Wick?
A resposta que o próprio filme entrega é confusa. Bailarina tenta ser uma obra independente, mas, ao mesmo tempo, parece implorar pela presença de John Wick para se legitimar. A sensação é semelhante à de comprar ingresso para um show esperando algo novo e acabar assistindo a uma banda cover tocando os maiores sucessos de outro artista. O filme existe, mas nunca se sente totalmente dono de si.
Bailarina é um filme que decepciona não por ser ruim, mas por ser aquém do que poderia ser. Havia material, elenco e um universo rico o suficiente para contar uma história própria, com novos caminhos e possibilidades. A Lionsgate, no entanto, parece não ter confiado totalmente em sua protagonista e optou pelo caminho mais seguro: aproximar o filme o máximo possível da franquia principal.
O resultado é um longa fraco narrativamente, repetitivo em sua estrutura e dependente da figura de John Wick para justificar sua existência. Ele diverte em momentos específicos, especialmente nas cenas de ação, mas nunca se sustenta como algo realmente novo ou relevante dentro do universo que tenta expandir. Bailarina prova, acima de tudo, que a franquia ainda funciona melhor quando Keanu Reeves está no centro e levanta a dúvida se vale mesmo a pena continuar apostando em spin-offs que não têm coragem de sair da fórmula.
Resta torcer para que, se a Lionsgate insistir nesse caminho, os próximos projetos tenham mais ousadia e identidade. Porque copiar o estilo e a fórmula de John Wick sem o próprio John Wick não é expansão de universo, é dependência.
Fantastic opening sequence, filled with familial tenderness and then high octane action.
We've a masterclass of actors gracing is with their presence, it is such a fun ride. The film has just the right amount of banter to put a smile on your face and is able to move at the "Wick Universe" speed and momentum.
"Wick" fans will appreciate that the film has an underlying story, one we can all feel. This has been an adventure in pain and vengeance, treachery and honor.
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