Fantastic opening sequence, filled with familial tenderness and then high octane action.
We've a masterclass of actors gracing is with their presence, it is such a fun ride. The film has just the right amount of banter to put a smile on your face and is able to move at the "Wick Universe" speed and momentum.
"Wick" fans will appreciate that the film has an underlying story, one we can all feel. This has been an adventure in pain and vengeance, treachery and honor.
O filme é bom para curtir sem compromissos, mas não traz muita do que promete, como o interior da politica dos clãs e principalmente da Ruska Roma, traz um pouco da rotina das crianças adotadas, mas nada expressivo. Ainda, as coreografias e cenas de ação que fizeram o universo John Wick ser lembrado e elogiado, estão longe de serem boas. Por isso, na minha opinião o filme é bem Ok. Não valeria ver no cinema.
O melhor filme da franquia desde o primeiro Jon Wick! Com uma trilha sonora pesada e forte, elenco muito bom e cenas de ação de tirar o fôlego. Um dos melhores filmes de ação do ano.
Se você é fã do universo John Wick, "Bailarina" chega para jogar aquela dose certeira de adrenalina.
O filme cumpre seu papel de entreter com sequências eletrizantes, mas, honestamente, peca ao não ousar no roteiro — aquela sensação de “já vi isso antes” bate forte. Ainda assim, é perfeito para quem quer fugir do óbvio e se jogar numa maratona de lutas e perseguições.
Potencial, esse filme tem de sobra, mas fica refém do sucesso de John Wick.
Filme: Bailarina @ballerinamovie @johnwickmovie Assistido: 1-8-25 Elenco: @ana_d_armas @keanureeves @thereallancereddick @bigbaldhead @catalinasandinomoreno Anjelica Huston, Ian McShane, @castanedawong Gabriel Byrne, @lenkareguly @sooyoungchoi Modelo: #assassinos #ação #johnwick Duração: 2h 5m Ano: 2025 Minha opinião: Este filme faz parte da franquia #johnwick e se passa entre Parabellum e Baba Yaga e temos a presença de John (Reeves), Charon (Reddick saudoso), Winston (McShane), Diretora (huston). Em John Wick o motivo foi a morte do seu cãozinho, aqui é a morte do pai de Eve (Armas). Eles faziam parte de uma seita comandada pelo Chanceler (Byrne), onde todos moram em uma cidade na Europa, onde todos são treinados para serem assassinos e serem uma organização. Assim o pai de Eve não quer este destino para ela, então foge, porém é pego pelo Chanceler e morto. E Eve é levado para Diretora da Ruska Roma por Winston. Onde é criada para ser um assassina, parece ter sido o destino dela. Onde seu sonho era para ser uma Bailarina. Até quando ela chega a sua fase adulta e é colocada para as suas primeiras tarefas. E assim ela cruza com uns assassinos da seita, assim ela começa a perseguir para realizar sua vingança. Porém ela acaba descobrindo que tem uma irmão e so seu avó, que é o Chanceler que decreta a morte dela, pois a seita é mais importante que tudo. E John é mandado para parar Eve, porém ele se compadece dos motivos de Eve e a ajuda. E assim eliminam uma cidade inteira. Com essa dupla quem pode? Aqui utilizam lança chama, faca, machado, para não ser o mesmo de Wick. O filme é 90% ação, ação e ação. Armas manda bem em sua coreografias, mas o filme parece que faltou aquele tchan, que tem nos filmes de Wick e senti a falta aqui, e também o motivo, ser uma seita assassina, ficou meio infundado. E a luta final ficou faltando aquele inimigo, como vemos em Wick, onde os inimigos a cada filme foi ficando maior. Gostaria de ver um filme com Sofia Al-Azwar (Berry) e seus cães. Vale apena assistir? É pura ação, faltou mais estória. Trazer Wick foi bom. Nota: 7,5 Armas já havia feito outro filme com Reeves “Bata Antes de Entrar” e “Anjos e Sombras”.
Tive o prazer de assistir Bailarina e, sinceramente, minhas expectativas oscilaram ao longo da exibição. No início, a narrativa me pareceu familiar demais — repetitiva, até — como se estivesse apenas reciclando elementos já exaustivamente explorados em outras produções do gênero. Confesso que perdi parte do entusiasmo, especialmente até a cena em que a protagonista vai comprar a arma no galpão. Inclusive, cheguei a comentar com minha esposa: “Está tudo se repetindo.”
No entanto, foi justamente nesse ponto que o filme começou a mostrar a que veio. A invasão à loja marcou uma virada de tom e me fez perceber que Bailarina não era apenas uma extensão previsível do universo que já conhecemos, mas sim o início de uma nova jornada. A protagonista, ainda que inserida em um contexto conhecido, revela sua própria identidade e propósito, o que resgata o fôlego do roteiro e dá espaço para uma narrativa com mais personalidade.
Não há como negar que a franquia à qual Bailarina pertence é, hoje, uma das mais sólidas e estilisticamente bem executadas do cinema de ação. A coreografia das lutas, a estética visual e a construção de mundo seguem em alto nível. Ainda assim, Bailarina precisa encontrar mais ousadia para se destacar por méritos próprios — e não apenas como uma peça adicional dentro de um universo maior.
Crítica – A Bailarina Um espetáculo de ação no universo de John Wick, mas com seus próprios passos.
A Bailarina é um spin-off que expande com estilo o universo brutal e elegante de John Wick. Com uma protagonista forte e cenas de ação bem coreografadas, o filme entrega o que promete: pancadaria intensa, tiroteios bem dirigidos e aquele clima sombrio e estilizado que os fãs da franquia adoram.
As cenas de ação são, sem dúvida, o ponto alto — dinâmicas, criativas e cheias de impacto visual. A protagonista brilha e segura bem o ritmo, trazendo uma mistura de fragilidade e fúria que funciona.
Porém, mesmo com toda essa qualidade, A Bailarina ainda não alcança o nível de maestria da franquia principal. Falta um pouco da intensidade fria de John Wick, da construção precisa de mundo e daquele peso emocional que Keanu Reeves entrega com o olhar.
Ainda assim, é um filme muito bom, um ótimo acréscimo ao universo, e vale a pena assistir — especialmente para quem já sente saudades do Continental e do código dos assassinos.
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