Não recomendado para menos de 14 anos
1888. Após sofrer com o ostracismo e a rejeição de suas pinturas em galerias de arte, Vincent Van Gogh (Willem Dafoe) decide ouvir o conselho de seu mentor, Paul Gauguin (Oscar Isaac), e se mudar para Arles, no sul da França. Lá, lutando contra os avanços da loucura, da depressão e as pressões sociais, o pintor holandês adentra uma das fases mais conturbadas e prolíficas de sua curta, porém meteórica trajetória.
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3,5
Bom
No Portal da Eternidade
O outro lado da escuridão é amarelo
por Renato Furtado
As gentis notas de um afetuoso piano, tocado com um tipo de distanciamento, acumulam-se sobre um campo de girassóis mortos no inverno, árvores balançando ao vento em um dia iluminado e, em seguida, uma longa planície, estendendo-se até se perder de vista. Estas podem ser vistas como imagens prosaicas, quase triviais, mas não aos olhos de Vincent van Gogh (Willem Dafoe). Ele desbrava um matagal, escala um pequeno morro, joga terra sobre o rosto, corre pelos campos: mais do que nunca, está em contato com a realidade — em contato com Deus que está na natureza, e a natureza é beleza, nas palavras do artista. Mas então a música cessa, o frio retorna rasgando a melodia e o céu perde o resplendor.Marcado por cortes secos e abruptos em toda sua projeção, obra de uma montagem inquieta e ímpar, No Portal da Eternidade é uma cinebiografia ousada, que nunca se rende às convenções ou intenta adequar-
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2:32
2:27





15 Notícias e Matérias Especiais
Mais do que biografar a vida de Van Gogh, o filme quer nos passar sensações.
A primeira sensação forte que senti foi durante o primeiro ato, enquanto o pintor interagia com a natureza. Os planos de câmera, as cores vibrantes, a música e a atuação me fizeram sentir o contato profundo que Van Gogh tinha com a natureza.
Quando a câmera passa a ser os olhos do personagem, novas sensações são estimuladas. Passamos a enxergar tudo pelo ...
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Bom filme com um dos atores que mais brilham nos últimos anos e aqui ele novamente dar show numa grande performance, sendo inclusive indicado ao óscar, Willem Dafoe. Aqui temos um roteiro redondo, mas peca em tardar na informação e assim cansa, apesar dessa falha o filme tem boa montagem e uma boa trilha sonora.
Uma biografia triste e confusa. A confusão, talvez seja o artifício usado para nos levar à cabeça do pintor em todos os seus surtos e demônios mal esclarecidos. É forte e transmite de uma forma ímpar a brilhante mente de um dos maiores artistas que já existiu. Sua representação é magnânima. Willem Dafoe está perfeito no personagem.
O filme tem uma história interessante de um dos maiores pintores do mundo, que diferente de muitos expressava a sua dor e o seu sofrimento nas suas telas. O filme se perde no roteiro e na sua direção de filmagem, não mostra os surtos principais do pintor como o corte da orelha e uma péssima direcionamento de câmara gerando desconfortos em alguns momentos, faltou mais detalhes da história e em alguns momentos isso passar despercebido. O ...
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Nacionalidade
França
Distribuidor
Diamond Films
Ano de produção
2018
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
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Orçamento
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Idiomas
Inglês
Formato de produção
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Cor
Colorido
Formato de áudio
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Formato de projeção
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Número Visa
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