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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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O Globo
Como Van Gogh em seus últimos anos, Willem Dafoe oferece atuação excepcional.
Cinepop
Willem Dafoe, veterano ator pra lá de talentoso, é uma escolha confiável para o papel do artista. Dafoe, um intérprete bem naturalista, cria um retrato singelo do pintor, apostando mais em sensações internalizadas e em nuances carregadas de peso.
Cineweb
Dafoe e Schnabel mostram que o pintor holandês era muito mais forte e corajoso do que o senso comum pode imaginar.
New York Times
Em "No Portal da Eternidade", o diretor Julian Schnabel imagina um Vincent diferente. Este Vincent - um magnífico Willem Dafoe - é definido pela arte com a qual ele de uma vez comunga com o mundo e o transcende. Schnabel está interessado neste homem difícil e mercurial e atento às suas dificuldades.
Cinema com Rapadura
Sob a batuta de Julian Schnabel, este é um verdadeiro filme sobre questionamento do que a genialidade pode encobrir por conta do julgamento social. Ou vice-versa.
Cinema com Rapadura
Sob a batuta de Julian Schnabel, este é um verdadeiro filme sobre questionamento do que a genialidade pode encobrir por conta do julgamento social. Ou vice-versa.
Carmattos
Tal como Van Gogh necessitava externar na pintura sua relação visceral com a Natureza e “o mundo como o vejo”, Schnabel procura formas de transmitir plasticamente sua visão do mestre.
Papo de Cinema
Embora "No Portal da Eternidade" seja curioso justamente pela forma com que o cineasta articula as questões sensoriais para sustentar a sua visão do mito, é Willem Dafoe quem sobressai nesse caminho solitário.
Screen International
Pode oferecer, pelo menos uma vez, uma visão artística do assunto. [...] O filme poderia ter sido intitulado "Desejo de Luz" em sua ênfase em tons, com variações cromáticas impressionantes preenchendo a tela.
The Guardian
Um filme sincero, embora reverente, sobre os últimos anos da vida de Vincent van Gogh - interpretado por Dafoe com integridade e facilidade inconsciente desse grande ator [...] Se esforça para capturar a presença extática, a imersão no momento e a certeza quase atlética com que Van Gogh pintou.
The Hollywood Reporter
Um retrato desenfreado dos dolorosos mas produtivos anos finais da vida de Vincent van Gogh, um papel interpretado com a lucidez acidamente louca de Willem Dafoe.
The Playlist
Schnabel permite que o espectador veja o mundo pelos olhos de Van Gogh, percebendo as paisagens naturais francesas como sua consciência, e depois transformando-as em suas pinturas familiares, mas estranhas.
Variety
"No Portal da Eternidade" é um drama de momentos, fragmentos, impressões e, embora nos mostre van Gogh trancado em uma batalha com seus problemas mentais, vemos sobre aqueles demônios que nós realmente os vemos tomar conta. A visão do filme de van Gogh é honesta e incisiva e, ao mesmo tempo, romântica.
Washington Post
O fascinante e às vezes frustrante novo drama de Julian Schnabel sobre Vincent van Gogh, existe em um espaço liminar. Muito parecido com o pintor, que morreu sem o reconhecimento que merecia, o filme se aproxima da grandeza sem conseguir alcançá-la.
Chicago Sun-Times
Há momentos em que “No Portal da Eternidade” é incrivelmente eficaz e comovente. Mas tais vislumbres isolados de originalidade e poesia não são suficientes para compensar as longas e muitas vezes cansativas tentativas de dissecar a mentalidade de van Gogh.