Não recomendado para menos de 12 anos
Vivenciado o dia a dia ao lado de diversos ativistas LGBT moradores das periferias de São Paulo, o documentário faz um panorama do contexto social em que os personagens estão inseridos e de que forma sua atuação age nas ruas. Além disso, levanta questões sobre a população trans no Brasil e suas disputas políticas.
3,0
Legal
Meu Corpo é Político
Visibilidade trans
por Bruno Carmelo
A sequência inicial constitui a melhor parte deste documentário. A diretora Alice Riff registra uma manhã na casa de quatro personagens LGBT: o homem transexual Fernando Ribeiro, as mulheres transexuais Giu Nonato e Paula Beatriz, e a artista queer Linn da Quebrada. Sem narração nem depoimentos à câmera, percebemos a situação socioeconômica de cada um(a), sua rotina de trabalho e sua inserção no espaço urbano. Ouvimos a música religiosa num rádio, algumas pessoas observando as protagonistas no ponto de ônibus – talvez pela imagem diferente de seus corpos, talvez apenas pela presença da câmera.
Este segmento sintetiza a bela ideia do título: a simples presença destas pessoas, com suas identidades de gênero e orientações sexuais, constitui um ato político. A conquista do reconhecimento pelo nome social ou de empregos decentes torna-se uma ousadia, uma afronta à sociedade tradicional. Por i
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1:50
3:55





6 Notícias e Matérias Especiais
Estreia especial
Estreou nacionalmente na mostra Outros Olhares do 6º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
Olhar Distribuição
Ano de produção
2017
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-