Não recomendado para menos de 18 anos
Em um galpão abandonado, um casal de artistas contemporâneos observa a arte, a performance e sua intimidade se misturarem. A partir de sequentes contradições, eles vão aos poucos perdendo sua capacidade de distinguir o que faz parte dos seus projetos artísticos e o que nada mais é que a relação amorosa, criando até mesmo um conflito com seu passado.
4,0
Muito bom
Pendular
A mecânica da criação artística
por Bruno Carmelo
Antes mesmo de conhecermos os dois personagens principais, somos apresentados ao espaço onde se passa a quase totalidade do projeto: um gigantesco galpão abandonado onde vive o casal principal. Uma linha no chão demarca o espaço onde ela (Raquel Karro) pode treinar seus passos de dança, e onde ele (Rodrigo Bolzan) pode elaborar suas esculturas. Quase não há móveis, ou objetos de conforto típicos de uma casa comum. Eles vivem no local de trabalho, misturando organicamente a vida privada e a criação artística.
Estes personagens adultos e sem nome encontram-se em estágios semelhantes de suas carreiras: ambos são experientes e possuem certo reconhecimento nos círculos específicos de suas artes. No entanto, estão longe da fama e da estabilidade financeira. Acima de tudo, criam suas esculturas e coreografias sozinhos na maior parte do tempo, observando um ao outro através da linha imaginária q
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2:16
4:19
6:20





8 Notícias e Matérias Especiais
O segundo longa ficcional de Júlia Murat (“Histórias que Só Existem Quando Lembradas”) é uma espécie de introspecção do artista, visto sob os olhares do público. Poderíamos esperar desse filme alguma história envolvendo o processo de criação, os devaneios e os esforços de seus criadores, ou até mesmo algo sobre a composição da personalidade das pessoas que fazem o pós-moderno existir. Porém, o projeto se boicota logo no ...
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Como bem disse o crítico Vítor Guimarães, Pendular é um filme morno que se dispõe a discutir o amor, a arte e a incomunicabilidade, mas acaba não conseguindo abordar nenhum desses temas com a devida densidade.
Um bom retrato de uma geração de artistas que tanto fala em produzir mas pouco produz. E produz menos ainda obras que se tornam realmente relevantes fora de seu restrito e absorto círculo criativo.
Isso quando não está ...
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Muito bom. O cotidiano de um casal, logo após se mudarem para um galpão num bairro de subúrbio. Dividem o espaço entre vida pessoal e profissional - ele artista plástico, e ela bailarina contemporânea. A ótima diretora Júlia Murat (do brilhante "Histórias que só Existem quando Lembradas") apresenta com maestria os detalhes da relação entre os protagonistas e o entorno galpão-bairro. As cenas sexuais, algumas explícitas, são ...
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A artista logo na primeira cena diz pro marido que sonhou transando com outro. Ele demonstra afeto por ela, enquanto ela não corresponde. Ela beija dois caras na festa e depois o beija. Senas bem forte de sexo, inclusive n entendi o último ato. Ela era uma ótima dançarina, enquanto ele n mostrou sua obra de arte. Não indicaria esse filme pra ninguém, achei muito sem sentido.
Berlinale
O filme foi selecionado para a mostra Panorama do Festival de Berlim 2017.
Festival de Brasília
Participante do 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, onde concorre na mostra competitiva de longa-metragem.
Premiado
O longa levou para casa o prêmio dos críticos no Festival de Berlim 2017.
curiosidades
Nacionalidades
Brasil,
Argentina,
França
Distribuidor
Vitrine Filmes
Ano de produção
2017
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
4 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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