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Christian Garaude
1 crítica
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0,5
Enviada em 4 de julho de 2026
Horroroso, péssimo, mal dirigido, sem contexto, sem começo, sem meio, sem fim. Ver críticas positivas desse filme me faz pensar o quanto existem pessoas que querem se aparecer e acabam sendo medíocres. Nicolas Kidman ainda tentou trazer alguma coisa, de resto, nota dó.
Steven Murphy (Colin Farrell) é um cirurgião cardíaco bem-sucedido que cultiva uma estranha amizade com Martin (Barry Keoghan), um adolescente perturbador cujo pai morreu na mesa de cirurgia de Steven anos atrás. Quando Martin começa a frequentar a casa da família Murphy, o que parecia ser um gesto de culpa e compaixão vai se transformando em algo muito mais sombrio.
O sacrifício do servo sagrado é um filme de drama/suspense que contou com a direção de Yorgos Lanthimos que tbm participou do roteiro ao lado de Efthymis Filippou. Na trama, acompanhamos Steven (Colin Farrell), um renomado cirurgião, que é casado com Anna (Nicole Kidman), com quem tem 2 uma vida tranquila até que resolver cuidar de Martin (Barry Keoghan), um garoto que perdeu o seu pai em uma cirurgia que Steven estava. Martin resolve ficar cada vez mais próximo de Steven e de sua família, causando problemas a todos. Aqui Yorgos tem a sua inspiração na Ifigênia em Áulide, a última peça teatral que se tem conhecimento do grande Eurípides, seu conterrâneo. Sempre apostando em falar sobre a condição humana, com uma abordagem mais crua, bizarra e menos comercial, Yorgos tem seu primeiro filme em língua inglesa. Não se rendendo aos rótulos de consumo de Hollywood, o cineasta logo em seus primeiros segundos já mostra pra que veio: um close de un coração humano batendo. Falando do roteiro, a narrativa logo se apresenta como uma busca de Martin por vingança e por isso o seu desejo por uma aproximação da família de Steven. A aposta é em uma abordagem incomoda diante da apatia, principalmente de Steven. A vida tá um caos, mas ele consegue ser frio e ainda ter uma conversa sobre relógio após uma cirurgia no coração. O foco da câmera Tbm ajuda, ao mostrar uma cidade qualquer ( não é mencionada o nome da cidade em que vivem), quase sempre vazia, com poucos figurantes. Mostra a frieza e vazio da vida da família em si. Tudo isso, vai gerando uma estranheza e desconforto que só vai crescendo com as bizarrices de Martins, com diálogos, por vezes sem sentido. O roteiro trafega com sabedoria ao mostrar Martin como problemático e alguém que deve ser afastado e os filhos do casal que são educados e participam de diversas atividades ( até mesmo um corte de cabelo é controlado e inspecionado pelos pais). Os problemas do filme está em sua longa duração e perca de fôlego no segundo ato. Parece que Yorgos erra um pouco a mão em querer ser expositivo demais, na intenção de explicar demais tudo. Assim, vai ser perdendo a objetividade da trama. No mais, é um filme que é estranho, mas ainda sim é bom.
Filme de terror sobrenatural, o roteiro teve tempo de explicar o motivo e a motivação das coisas e não soube aproveitar esse tempo, no mas, é um filme bom mas não recomendo.
Antes de ler minha crítica, preste atenção nos comentários sobre esse filme. Quase todos, sem exceção, são muito positivos, dizem que o filme é uma obra prima, que a história mexeu com eles, etc. Todas essas pessoas têm algo em comum. Todas, sem exceção, estão elogiando o filme por um único motivo: POR NÃO ENTENDEREM RIGOROSAMENTE NADA DO FILME. SEQUER SABEM O QUE VIRAM. Fazem parte do grupo seleto de espectadores de filmes de cinema que optam por gostar de um filme pelo simples fato de não terem o entendido e, então, criam as mais diversas teorias para dar sentido àquilo que não conseguem entender. Isso é muito comum no cinema e muitos cineastas, espertamente, jogam com esse tipo de público para tornar seus filmes uma espécie de ícone incompreendido do cinema. Assim ganham mais dinheiro com porcarias nascidas do delírio, do sadismo ou da chamada linha cinematográfica baseada na PORNOGRAFIA DA TORTURA OU TORTURA DA PORNOGRAFIA. É bem este o caso. O mesmo acontece com o filme Violência Gratuita estrelado pela Naomi Watts. Estes cineastas sabem que filmes como estes (difusos, com finais abertos, enigmáticos e, principalmente, pseudo intelectuais) vão mexer com a mentalidade dos cérebros sugestionáveis, inocentes, toscos. Esse é um típico caso desse, a ponto de um psicólogo vir aqui, tentar dar explicações para o inexplicável, dizer que o filme foi inspirado na antiguidade clássica, de ouvir o diretor do filme dizer que não foi inspirado e ele apelar para o inconsciente do diretor. Vejam! É bizarro. Um bando de emocionados loucos para ver o filme da vida. Como isso nunca acontece, apelam para esse tipo de recurso. Eu confesso que isso me tira um pouco do sério. O Sacrifício do Cervo Sagrado é uma ficção não científica (novo gênero?) e só pode ser lido nesses ternos. Não traz alegoria nenhuma, senão o sadismo do diretor de ver atrizes nuas, de criar diálogos pervertidos com crianças e naturalizar coisas deletérias. Ponto. Para provar isso, eu mesmo, em um outro post, vou sugerir uma teoria de interpretação para o filme, uma teoria totalmente estapafúrdia e, tenho certeza, muita gente vai curtir e concordar. No mais, todo o resto faz parte da mente de pessoas igualmente perturbadas e com desvio de personalidade, como essas que comentaram aqui, elogiando essa BELA PORCARIA, COM DIREITO A FINAL APOTEÓTICO (trilha sonora grandiloquente) e tudo. Patético.
O filme é tão ruim que me motivou a criar um perfil apenas para avaliá-lo negativamente. E eu gostei de O Lagosta, mas o Sacrifício tem um roteiro péssimo. Até achei a estética interessante, mas o desenrolar desse filme é muito irritante e vazio.
Frio, estranho, inquietante, pesado, daria pra definir a obra apenas assim. O filme constrói uma atmosfera sufocante por meio de uma direção precisa, diálogos mecânicos e uma trilha sonora dissonante, que ampliam o desconforto de quem está assistindo. O uso de enquadramentos amplos e movimentos de câmera lentos cria uma sensação inquietante, onde o espectador tem a sensação de que sempre tem algo grande acontecendo atrás do que é mostrado, intensificando a tensão. As atuações são um dos grandes destaques, entregam performances contidas e calculadas. Por outro lado, o estilo peculiar do filme pode afastar parte do público. Os personagens parecem emocionalmente distantes, frios e sem sentimentos, o que na minha opinião, cabe perfeitamente na narrativa da obra. Contudo a falta de explicações concretas frusta pra quem quer respostas além do que o filme entrega. Eu diria que o filme não é lento, mas sim meticuloso, entregando uma atmosfera fria contribuindo para a estranheza, tornando a experiência cinematográfica desafiadora. No fim, O Sacrifício do Cervo Sagrado é um filme provocador, que prende a atenção e causa desconforto em igual, é uma obra fascinante e perturbadora. No entanto, aqueles que preferem histórias mais diretas podem achá-lo excessivamente frio e abstrato.
Bem legal, só não entendi porque o pai não matou logo o menino de uma vez , que já estava morrendo ,mas ficou girando aleatoriamente na sala para matar alguém, de resto tooop
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