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#BRUNO #
8 seguidores
377 críticas
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1,5
Enviada em 10 de março de 2026
sinceramente? Achei esse filme muito chato!!! O terror de Stanley Kubrick em O Iluminado é lento, psicológico e extremamente tenso. Já Mike Flanagan em Doutor Sono puxa mais para fantasia sobrenatural, quase parecendo um filme de superpoderes em alguns momentos.
Expansão criativa, atuações marcantes, equilíbrio entre homenagem e originalidade. Mike Flanagan (direção e roteiro) entrega uma sequência surpreendente que expande o universo de O Iluminado com criatividade e profundidade emocional. Décadas após os eventos do Overlook Hotel, Dan Torrance (Ewan McGregor) luta contra traumas e alcoolismo enquanto ajuda Abra (Kyliegh Curran), uma jovem com dons extraordinários, a enfrentar um grupo sinistro liderado pela carismática Rose The Hat (Rebecca Ferguson).
Combinando horror, drama psicológico e melancolia, o filme homenageia a estética de Kubrick enquanto cria sua própria identidade. Flanagan equilibra tensão e emoção, explorando temas como legado, vícios e superação. Destaque para as atuações sólidas e a atmosfera visualmente elegante, que reforçam a força narrativa da obra.
Para quem já leu o livro, o filme é um pouco decepcionante, pois foram feitas alterações em vários detalhes da história original do King. O que salva o filme é o cerne da trama, porém não está na lista dos meus preferidos.
Eu não li o livro; esta é uma resenha do filme real, sem levar em conta se ele é fiel aos livros ou não (lembre-se disso).
Longa viagem. Tive que assistir em dois segmentos, de 90 minutos cada (corte do diretor). Se você não é um fã de tradição, isso pode ter um grande impacto em você. Isso me lembra muito o primeiro filme do Senhor dos Anéis, porém, não tão cansativo (não me interpretem mal aqui). Então, no primeiro segmento, estamos nos dando bem com a tradição desse imenso universo mitológico. Lentamente pegando o ritmo dos eventos de "O Iluminado" (1980) e melhorando nossa enciclopédia. Não é completamente silencioso, é claro, mas a maior parte é conhecimento real, configurando o segundo segmento.
Eu diria que algumas pessoas jogariam isso fora agora. Como em "As Above, So Below" (2014), ele se baseia na coleta de conhecimento, informações, para definir o clima do que está por vir (e lembro-me claramente da maioria das pessoas na sala odiando isso). Então, novamente, eu diria que algumas pessoas parariam de assistir no final do primeiro segmento.
Se você está aqui até agora, o passeio finalmente começa. Os planos são estabelecidos, as informações necessárias são adquiridas; hora de executá-lo! E foi ótimo! Eu amei a atuação e personalidade de todos. O cenário é tão escuro e misterioso o tempo todo. Agora, não é sobre medo, é sobre caça; e, por fim, o filme começa a pegar seu ritmo e as coisas ficam excessivamente interessantes. E o final é muito bom!
Se você gosta desse tipo de filme folclórico, com um monte de enciclopédias e informações de fantasia, mas também boa ação/emoção, eu diria que é uma chance; agora, se você gosta de coisas simples e não tão complexas, onde as coisas simplesmente acontecem com explicações básicas, talvez pule.
Estamos diante de um fenômeno. Porque é difícil de acreditar em tantas críticas positivas sobre esse filme. Embora continue a história do clássico original, o conceito sobrenatural do primeiro é totalmente deturpado aqui e acaba enveredando em um filme bem juvenil, com grupo de caçadores de" vapor", e outras bizarrices. Que ideia infeliz. Particularmente nesse caso do grupo "do mal", o filme parece aqueles de matinê da Disney. A atuação dos atores também é péssima. Acreditem. Não salva um. Inclusive o protagonista Ewan McGregor. Mas nesse sentido o destaque vai para a atriz mirim que interpreta a menina "iluminada" Abra. Totalmente inexpressiva . Os demais, incluindo a Rose the hat (apenas linda) são esdrúxulas. Duvida? Observe a atuação dos pais da menina Abra. Constrangedor. O filme é confuso, não se sustenta, e precisa apelar para repetição de cenas do primeiro para tapear o espectador. Poderia ser um pouco menos pior, só um pouco, se concentrassem a história do agora adulto Danny com a menina Abra, mas numa linguagem correspondente ao primeiro, mais espiritual e psicológica, não oferecendo um grupinho tosco "Verdadeiro Nó" como os inimigos a serem derrotados...rs... Sem dúvida uma das piores continuações e grande decepção minha na expectativa de ver um filme. Durante minha crítica aqui, relembrando a história, não titubeei e rebaixei mais um pouco a avaliação. Filme ruim tá de bom tamanho.
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