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Ricardo L.
63.320 seguidores
3.245 críticas
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3,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2025
Portman indicada a aqui por melhor atriz coadjuvante e por méritos, está muito bem, numa atuação segura e eficiente, já o filme tem um ritimo até bacana, mas o desfecho peca um pouco.
-> Um filme que eu esperava mais., conta somente o período pós assassinato de John Kennedy , Um filme bem feito , Natalie Portman muito bem! , mas um filme feito para americano. Direção de arte muito boa! trilha sonora cansativa.., que se repete o filme todo, o filme também é cansativo, melancólico e com poucas emoções , mostra uma mulher frágil , recém viúva.., tentando entender sua vida e seu futuro.
Um pouco monótono! Apesar de ser cansativo em algumas partes e doloroso por se passar em um período de luto, o filme retrata com um olhar histórico e crítico as dores e as delícias de uma primeira dama americana e seu esforço pra eternizar seu marido recém-falecido. Atuação impecável de Natalie Portman! Vale a pena!
O filme tem um roteiro muito bem traçado e amarrado que juntamente com a excelente interpretação de Natalie Portman, que lhe rendeu a indicação ao Oscar faz um filme muito bom sobre os dias subsequentes ao assassinado do Presidente JFK dos Estados Unidos vividos pela viúva com os traumas e também como tratar um assunto tão delicado que cai ao seu colo. Enfim, embora sempre permeado com o ufanismo dos americanos, o filme é excelente e vale a pena conferir, principalmente pela atuação impecável da atriz principal. Excelente!!!!
Ótimo filme, mas só deixa espaço para a atriz principal, Natalie Portman, que dá um show, uma caracterização em detalhes da Jackie. Uma opção que vale a pena para assistir
Que filme lindo, que atuação primorosa de Natalie Portman. Um drama muito preciso sobre um momento histórico que marcou o mundo. Interessante ver o que se passou com a esposa minutos, horas, dias depois do assassinato do presidente. O recorte pessoal, familiar, entremeado pelas questões políticas, foi muito bem explorado pela direção. O sofrimento de uma mulher, mãe, sem saber como seria sua vida dali pra frente com os filhos, o medo de não sobreviver dignamente, o momento doloroso de deixar a casa. A cena do banho, quando ela chega em casa após o fatídico crime, é muito comovente. É um filme maravilhoso, super recomendo.
é ótimo, a capacidade da Natalie em te envolver na trama é incrível. A cada expressão, você conseguia sentir o que ela estava sentindo, como é de se esperar dessa atriz maravilhosa.
Não há duvidas que Natalie Portman é uma excelente atriz e incorporou a personagem de Jackie Kennedy. A fotografia do filme também está perfeita, com utilização de equipamentos antigos para as filmagens. Mas o roteiro do filme é muito chato. Muito mesmo. Mesmo para quem gosta muito de história ou filmes dramáticos é muito cansativo e poucas cenas de emoção.
Trigésimo quinto Presidente dos Estados Unidos, John Fitzgerald Kennedy entrou para a história no dia 22 de novembro de 1963, quando foi assassinado por Lee Harvey Oswald durante uma passagem por Dallas, cidade para a qual ele tinha viajado em busca de aumentar a sua popularidade junto aos eleitores dos Estados do Sul, já pensando na sua campanha de reeleição.
O assassinato de John F. Kennedy já foi amplamente dissecado em teorias da conspiração, bem como em documentários, artigos de imprensa, matérias de TV, assim como em filmes. Por isso mesmo, o caráter inovador por trás de Jackie, filme dirigido pelo chileno Pablo Larraín. Ao invés de focar o olhar no crime em si, o roteiro escrito por Noah Oppenheim aborda o período pós-assassinato, conforme vivido pela viúva, a primeira-dama Jacqueline Kennedy (Natalie Portman, em atuação indicada ao Oscar 2017 de Melhor Atriz).
Alternando flashbacks com o tempo presente, que mostra Jackie concedendo uma entrevista a um jornalista (Billy Crudup), o filme nos mostra o período de luto que a primeira-dama vivenciou, em especial, nos relatando as definições sobre como seria o enterro do Presidente; as preocupações de Jackie com o seu futuro como uma jovem viúva, sem emprego e sem uma casa para morar, e com o dos dois filhos e a batalha interna que Jackie travou pela maneira como gostaria que o legado dos anos de governo de seu marido fosse enxergado.
Durante uma das cenas de Jackie, acompanhamos a reencenação de um programa de TV em que Jacqueline Kennedy abriu as portas da Casa Branca para o público norte-americano. É tentador assistir a esse programa após o término do filme. Assistir ao programa é comprovar o belíssimo trabalho feito por Natalie Portman, que conseguiu captar, não só a maneira de se portar, como também o jeito de falar da ex-primeira-dama norte-americana. Por isso mesmo, o ponto alto de Jackie vem, não só da excelente atuação de Portman, como também pela maneira sóbria com que Pablo Larraín apresenta seu filme, com o apoio especial de uma ótima direção de fotografia e da trilha sonora de Mica Levi.
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