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    Jackie
    Média
    3,8
    277 notas
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    31 Críticas do usuário

    5
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    Jackson A L
    Jackson A L

    Seguir usuário 6.311 seguidores Ler as 780 críticas

    2,0
    Enviada em 17 de julho de 2017
    Não há duvidas que Natalie Portman é uma excelente atriz e incorporou a personagem de Jackie Kennedy. A fotografia do filme também está perfeita, com utilização de equipamentos antigos para as filmagens. Mas o roteiro do filme é muito chato. Muito mesmo. Mesmo para quem gosta muito de história ou filmes dramáticos é muito cansativo e poucas cenas de emoção.
    Anderson  G.
    Anderson G.

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    3,5
    Enviada em 21 de fevereiro de 2017
    “Jackie” é um daqueles filmes que quando saem a gente o acha muito interessante, porque de fato é, é uma historia contada de uma maneira parcial e simples, intrigante, com um bom ritmo e ótimas atuações. Falando sobre o roteiro, que conta a historia de Jacqueline Kennedy (Natalie Portman), a esposa do presidente americano Kennedy assassinato nos anos 60, e conta os dias posteriores da primeira dama ao trauma. Como eu disse antes, é um roteiro bem alinhado e linear, e que deixa claro em mostrar que vamos exibir o drama de Jackie, pois o presidente em si não tem nem 2 minutos de tela ao total. O filme é lotado de criticas a manipulação da mídia, questionamentos sobre a morte e sua filosofia, e principalmente, um reflexão sobre o que é legado. Lotado de imagens contrapostas e uma câmera que se posiciona sempre rente ao personagens, e cheio de zoom na linda Natalie Portman, a fotografia do filme é bonita e sua trilha sonora é ótima, e uma direção de arte, ambientação e figurinos, dignos de tirar o chapéu. Mas o que realmente faz o filme aqui é a atuação da Natalie Portman, seria muita presunção falar que é a melhor atuação de sua carreira, mas, com certeza, sem ela o filme não seria nem metade do que é, Portman dá completamente o tom do filme, toda a angustia e conflitos e até a reflexão do filme só é possível graças a sua espetacular atuação que para mim é a mais digna de óscar em 20I7. No geral Jackie é um bom filme, que sabe como tratar os temas de uma maneira boa, nada de espetacular, mas a película tem sua grande válvula de escape para os olhares da critica e grande publico na atuação de Portman, no geral é um bom filme.
    Pedro F.
    Pedro F.

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    2,5
    Enviada em 12 de fevereiro de 2017
    Achei muito monótono.A narrativa deveria ter abordado outros aspectos dando mais valor á vida de Jackie
    Nota:5/10
    Por: Vivian Habib
    Kamila A.
    Kamila A.

    Seguir usuário 5.701 seguidores Ler as 683 críticas

    3,0
    Enviada em 13 de junho de 2017
    Trigésimo quinto Presidente dos Estados Unidos, John Fitzgerald Kennedy entrou para a história no dia 22 de novembro de 1963, quando foi assassinado por Lee Harvey Oswald durante uma passagem por Dallas, cidade para a qual ele tinha viajado em busca de aumentar a sua popularidade junto aos eleitores dos Estados do Sul, já pensando na sua campanha de reeleição.

    O assassinato de John F. Kennedy já foi amplamente dissecado em teorias da conspiração, bem como em documentários, artigos de imprensa, matérias de TV, assim como em filmes. Por isso mesmo, o caráter inovador por trás de Jackie, filme dirigido pelo chileno Pablo Larraín. Ao invés de focar o olhar no crime em si, o roteiro escrito por Noah Oppenheim aborda o período pós-assassinato, conforme vivido pela viúva, a primeira-dama Jacqueline Kennedy (Natalie Portman, em atuação indicada ao Oscar 2017 de Melhor Atriz).

    Alternando flashbacks com o tempo presente, que mostra Jackie concedendo uma entrevista a um jornalista (Billy Crudup), o filme nos mostra o período de luto que a primeira-dama vivenciou, em especial, nos relatando as definições sobre como seria o enterro do Presidente; as preocupações de Jackie com o seu futuro como uma jovem viúva, sem emprego e sem uma casa para morar, e com o dos dois filhos e a batalha interna que Jackie travou pela maneira como gostaria que o legado dos anos de governo de seu marido fosse enxergado.

    Durante uma das cenas de Jackie, acompanhamos a reencenação de um programa de TV em que Jacqueline Kennedy abriu as portas da Casa Branca para o público norte-americano. É tentador assistir a esse programa após o término do filme. Assistir ao programa é comprovar o belíssimo trabalho feito por Natalie Portman, que conseguiu captar, não só a maneira de se portar, como também o jeito de falar da ex-primeira-dama norte-americana. Por isso mesmo, o ponto alto de Jackie vem, não só da excelente atuação de Portman, como também pela maneira sóbria com que Pablo Larraín apresenta seu filme, com o apoio especial de uma ótima direção de fotografia e da trilha sonora de Mica Levi.
    Rodrigo Gomes
    Rodrigo Gomes

    Seguir usuário 4.304 seguidores Ler as 610 críticas

    4,0
    Enviada em 18 de fevereiro de 2017
    Uma versão não divulgada por trás do assassinato mais famoso do mundo político. Toda a força, elegância, melancolia e divergências de uma mulher que de personagem, se fez um ícone da história moderna. Muito bem interpretado e direto, mostra tudo, até as partes não tão boas.
    anônimo
    Um visitante
    4,0
    Enviada em 2 de fevereiro de 2017
    Assistindo alguns trailers,não percebi em nenhum momento a carga dramática que esse filme me reservava."Jackie" consegue ser íntimo demais,e não nos deixa tirar os olhos da história,mesmo que em alguns momentos derrape em algumas cenas repetitivas e que acaba quebrando a sequência de bons dramas particulares.Falo isso por conta de a todo momento o filme fazer pequenas pausas para algumas entrevistas com a personagem principal.É claro que são momentos importantes,mas me deixou um tantinho enfurecido.

    Natalie Portman sem dúvida merece um Oscar por esse trabalho.Será bem difícil,mas merece.A atriz a todo momento nos mostra a força de uma atuação eficaz,e de como um filme do gênero Drama necessita sim de boas performances.Tem alguns momentos em que a câmera se aproxima tanto do rosto de Portman,que acabei me sentindo dentro do filme.São esses os melhores momentos da atriz.Ela nos faz querer chorar junto.

    "Jackie" acima de tudo é um filme reflexivo.A todo momento parei no tempo e imaginei algumas cenas mais poderosas do filme.Quando ela chega em casa após o assassinato,com sua roupa ensaguentada,e vai retirando aos poucos,o aviso aos filhos pequenos,e a descoberta do assassinato do assassino.São momentos importantes em que fiquei extremamente emocionado e bem pensativo.A trilha sonora se encaixa perfeitamente a atmosfera dolorosa.A fotografia em certos momentos nos deixa pra baixo também.Tem uma cena em que Jackie caminha no gramado com alguns outros personagens,debaixo de muita chuva,mostra aí o valor que a fotografia tem no filme,essa cena já vale o ingresso.Coisa linda de se ver.
    Crismika
    Crismika

    Seguir usuário 628 seguidores Ler as 436 críticas

    4,0
    Enviada em 30 de julho de 2019
    O filme tem um roteiro muito bem traçado e amarrado que juntamente com a excelente interpretação de Natalie Portman, que lhe rendeu a indicação ao Oscar faz um filme muito bom sobre os dias subsequentes ao assassinado do Presidente JFK dos Estados Unidos vividos pela viúva com os traumas e também como tratar um assunto tão delicado que cai ao seu colo. Enfim, embora sempre permeado com o ufanismo dos americanos, o filme é excelente e vale a pena conferir, principalmente pela atuação impecável da atriz principal. Excelente!!!!
    Eduardo Santos
    Eduardo Santos

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    2,5
    Enviada em 8 de fevereiro de 2017
    Jacqueline Kennedy foi uma primeira-dama das mais expressivas da história. Bonita, ícone da moda, generosa, e que teve sua vida recheada de tragédias. Teve uma filha natimorta, e outro que morreu dias depois do nascimento. Um dos momentos mais trágicos e marcantes de sua vida foi o assassinato de seu marido, o então presidente John F. Kennedy, em Dallas, no ano de 1963. Quem nunca havia visto o vídeo onde JFK e Jackie estavam numa carreata em uma avenida, quando um atirador disparou contra o crânio do presidente? O filme retrata basicamente os dias seguintes a este evento, mostrando a reação de Jackie ao que acontecia, assim como os preparativos para o funeral e a angústia da primeira-dama que via sua vida desmoronar naquele momento. O filme é praticamente todo em flashback a partir de uma entrevista que Jackie deu a um repórter americano poucos dias depois do assassinato de Kennedy. Apesar de um elenco excepcional, onde evidentemente Natalie Portman dá um show (um Oscar seria bem merecido), há ainda de se destacar as participações de Peter Sarsgaard como Bobby, irmão e braço direito de JFK, e John Hurt como um padre, no que acredito tenha sido seu último papel antes de sua morte. Apesar da história interessante, que conta passagens marcantes da história americana, o filme tem um ritmo bem arrastado, e o exagero de closes me incomodou um pouco. Uns 60% do filme são em closes de Jackie e outros personagens, como que querendo mostrar uma proximidade forçada ao público. E embora tenha inúmeras qualidades como filme biográfico, é um filme maçante, que vale a pena ser visto, mas que não chega a causar grande empatia. Apesar de todos os ingredientes para ser um filmaço, o filme peca pela frieza dada em seu acabamento, que ao invés de aproximar os personagens do espectador, só os distancia. O resultado é uma obra irregular, sobre uma mulher que parecia ter tudo e que após mais uma tragédia pessoal se mantém, ou tenta se manter firme.
    Hugo D.
    Hugo D.

    Seguir usuário 1.526 seguidores Ler as 318 críticas

    3,0
    Enviada em 14 de fevereiro de 2017
    Esperava bem mais deste filme, mesmo sabendo que é o retrato de apenas um momento na vida de Jackie Onassis. O roteiro foi muito preguiçoso e a atuação do elenco inteiro é meio sem vontade. Por mais que Natalie Portman tenha incorporado Jackie ela está um pouco forçada, não passa a emoção que a história exige. Ela está muito teatral na minha opinião.
    Jóckisan A.
    Jóckisan A.

    Seguir usuário 184 seguidores Ler as 194 críticas

    4,0
    Enviada em 8 de março de 2017
    Jackie é um filme profundo porque mostra os sentimentos de Jackie, que acabou de perder o seu marido, e mostra como ela lida com isso. Natalie Portman carrega o filme com ela, porque é um filme sobre as emoções da sua personagem, fazendo o filme inteiro depender da sua atuação para sair bom.

    Leiam a minha resenha completa no link abaixo:
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