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jhonnytavares1 .
4 seguidores
41 críticas
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4,5
Enviada em 11 de junho de 2017
Filme muito bom. É mais uma versão de alguém que viveu aquele fato histórico. Se ela foi louca, egocêntrica ou qualquer outro adjetivo, o fato é que soube interpretar e gerar esse monte de sentimentos para cada um que vê. A atuação de Natalie que é um espetáculo.
Apesar do excelente elenco, JACKIE é um filme desnecessário sobre uma mulher ególatra e manipuladora. História fraca, pouco interessante, um filme frio. Realmente, há fatos que não justificam um filme e raramente dão uma boa história. A RAINHA talvez caísse na mesma vala, não fosse o carisma e a excelência de Helen Mirren e o enxuto roteiro. E claro, o diretor foi Stephen Frears. Natalie Portman é boa atriz e merecia um filme melhor para uma interpretação tão esmerada. Desperdício!
Jackie é um filme emocionante sobre uma mulher que passa por um complexo momento. Bem dirigido, com bons diálogos, excepcional figurino, ótima atuação de Natalie Portman. Jackie falha apenas na longa duração; fora isso é ótimo.
Jackie é um filme profundo porque mostra os sentimentos de Jackie, que acabou de perder o seu marido, e mostra como ela lida com isso. Natalie Portman carrega o filme com ela, porque é um filme sobre as emoções da sua personagem, fazendo o filme inteiro depender da sua atuação para sair bom.
“Jackie” é um daqueles filmes que quando saem a gente o acha muito interessante, porque de fato é, é uma historia contada de uma maneira parcial e simples, intrigante, com um bom ritmo e ótimas atuações. Falando sobre o roteiro, que conta a historia de Jacqueline Kennedy (Natalie Portman), a esposa do presidente americano Kennedy assassinato nos anos 60, e conta os dias posteriores da primeira dama ao trauma. Como eu disse antes, é um roteiro bem alinhado e linear, e que deixa claro em mostrar que vamos exibir o drama de Jackie, pois o presidente em si não tem nem 2 minutos de tela ao total. O filme é lotado de criticas a manipulação da mídia, questionamentos sobre a morte e sua filosofia, e principalmente, um reflexão sobre o que é legado. Lotado de imagens contrapostas e uma câmera que se posiciona sempre rente ao personagens, e cheio de zoom na linda Natalie Portman, a fotografia do filme é bonita e sua trilha sonora é ótima, e uma direção de arte, ambientação e figurinos, dignos de tirar o chapéu. Mas o que realmente faz o filme aqui é a atuação da Natalie Portman, seria muita presunção falar que é a melhor atuação de sua carreira, mas, com certeza, sem ela o filme não seria nem metade do que é, Portman dá completamente o tom do filme, toda a angustia e conflitos e até a reflexão do filme só é possível graças a sua espetacular atuação que para mim é a mais digna de óscar em 20I7. No geral Jackie é um bom filme, que sabe como tratar os temas de uma maneira boa, nada de espetacular, mas a película tem sua grande válvula de escape para os olhares da critica e grande publico na atuação de Portman, no geral é um bom filme.
Ao som de uma trilha sonora fantástica o diretor Pablo Larrain conduz a adaptação da vida da primeira dama Jackie Kennedy, logo depois do assassinato de Kennedy. O filme foge das biografias ''caça níquel'' e se preocupa apenas em apresentar os dramas da personagem principal, não é um filme político, não é um filme ideológico, é apenas um filme ''arte'' sobre os sofrimentos da ex-primeira dama.
Um filme interessante para amantes de histórias reais. O diretor faz um grande trabalho ao contar de forma inusitada sobre a icônica ex primeira dama. Assim faz com dois paralelos, uma parte obscura e triste e a outra como um dama de fato. A atriz fez um bom papel. O roteiro bom tal como a fotografia (palmas também para o estilo de filnagem). Fora isso, não vejo nada de memorável para ganhar tantas avaliações "espetaculares da midia". Como sugestao, poderia ter enriquecido com mais detalhes, tais como seu relacionamento com o Presidente (afinal ele teve muito casos fora do casamento) e tal relação entre ele e ela são pouco trabalhados. Ou seja, um bom filme, bons toques de inovação e nada além disso. Para ver uma fez ótimo para rever já pensaria duas vezes.
Uma versão não divulgada por trás do assassinato mais famoso do mundo político. Toda a força, elegância, melancolia e divergências de uma mulher que de personagem, se fez um ícone da história moderna. Muito bem interpretado e direto, mostra tudo, até as partes não tão boas.
Esperava bem mais deste filme, mesmo sabendo que é o retrato de apenas um momento na vida de Jackie Onassis. O roteiro foi muito preguiçoso e a atuação do elenco inteiro é meio sem vontade. Por mais que Natalie Portman tenha incorporado Jackie ela está um pouco forçada, não passa a emoção que a história exige. Ela está muito teatral na minha opinião.
Bem feito, embora se restrinja ao assassinato e enterro do marido de Jackie, o presidente JFK em 1963, dando origem a teorias de conspiração. No Brasil também tivemos um presidente JK, Juscelino, falecido em 1976 num confuso acidente automobilístico. Em visita a Dallas em carro aberto o presidente americano foi atingido por um tiro no cranio, o que abalou profundamente Jackie que estava ao seu lado. A trilha sonora é brutal e o realismo impecável, que expõe o sofrimento da ex-primeira dama viúva. São cenas intimas de alguém que sofreu uma perda muito grande, John, o pai de seus filhos, brutalmente assassinado. De passagem é mostrado Lee Oswald preso e sendo assassinado antes de que fosse julgado. Em Arlington, antes do sepultamento Jackie conversa com o padre, mas a conversa é frouxa diante do sofrimento dela que queria entender as coisas. Uma argumentação dessarroada que incentiva o comodismo a respeito da busca da compreensão do significado da vida e dos por quês da existência humana, cujo conhecimento ficou extraviado no passado longínquo da humanidade. Exatamente o oposto do ensinado por Jesus: "Procurais e Achareis". Isto é, o encontro só pode se dar se houver a procura.
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