Não recomendado para menos de 12 anos
Na cidade de Teerã dos dias atuais, Nahid (Sareh Bayat) consegue obter o divórcio do marido. De acordo com as leis religiosas iranianas, o pai obtém automaticamente a guarda do filho, mas Nahid consegue ficar com o filho de 10 anos de idade, em troca de dinheiro e contanto que nunca mais se case. Um dia, porém, Nahid se apaixona, e teme quebrar as regras do acordo.
3,0
Legal
Nahid - Amor e Liberdade
Uma heroína inacessível
por Bruno Carmelo
Este drama iraniano traz uma realidade pouco conhecida pelos ocidentais: no Irã contemporâneo, os divórcios são concedidos apenas mediante autorização do marido. Além disso, as leis persas permitem casamentos temporários e a imposição de certas regras, como a proibição que a esposa se case novamente após o divórcio. Esta é a situação em que se encontra Nahid (Sareh Bayat): quando finalmente se separa do marido e obtém a guarda do filho, ela se apaixona por outro homem, mas não possui o direito de se casar.
O filme é conduzido com sobriedade pela jovem cineasta Ida Panahandeh. Nenhuma cena é particularmente embelezada: a cidade está sempre cinzenta e nublada, os apartamentos classe média baixa são brancos e banais, as rotinas estão repletas de ações protocolares. Sem acentuar o drama - não há mortes, doenças ou outras catástrofes para fazer andar a trama -, o filme se concentra na melanco
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8 Notícias e Matérias Especiais
Apesar do tema ser atual e válida sua discussão, NAHID - AMOR E LIBERDADE é um dos piores filmes que já vi. Mal fotografado, roteiro frouxo, atores pouco expressivos, exceto a protagonista que é competente e bastante agradável de se ver. Enfim. mais uma idéia desperdiçada e o tempo do espectador também, afinal é uma estória que não se desenrola, gira pra cair sempre no mesmo ponto e praticamente não há final. Um dramalhão ...
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Temos aqui a história de uma mulher contra a cultura machista de seu país num drama frio, seco e transmitir a emoção que outras produções iranianas já passaram. Podemos perceber que a sociedade anda muito desiquilibrada e sem perspectiva, mas ai entra a questão em que Nahid não faz nada para se ajudar, cada vez mais se afunda com mentiras em seus problemas e vai deixando a história monótona e sem envolvimento com o telespectador. Para ...
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Sou fã do cinema iraniano, mas este filme é espantoso com a sua ambivalência. Nahid casou jovem e de forma arranjada, para livrar seu marido do vício, mas após terem um filho rebelde, se separam e para manter a guarda da criança ela não pode se casar novamente. Ela gasta mais do que ganha e acaba com dificuldade de pagar o aluguel, mas ao mesmo tempo compra roupas, óculos, sofá e pede dinheiro para os parentes, enquanto em paralelo ...
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Ótimo. Excelente direção e fotografia. Personagens interessantes, boas atuações. A discussão dos direitos femininos no Irã remete ao israelense "O Julgamento de Viviane Amsalem".
Festivais
Exibido no Festival do Rio 2015.
Nacionalidade
Irã
Distribuidor
Fênix Filmes
Ano de produção
2014
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Persa
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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