Não recomendado para menos de 14 anos
Na Califórnia dos anos 70, uma mãe (Annette Bening) tenta cuidar de sua família da melhor forma possível enquanto também procura respostas para as vidas de suas duas jovens amigas - uma fotógrafa aficcionada pela cultura punk (Greta Gerwig), e uma amiga de seu filho (Elle Fanning).
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4,0
Muito bom
Mulheres do Século 20
Polaroides da modernidade
por Bruno Carmelo
Pelo estilo despojado, pelo baixo orçamento e pela história de amadurecimento, Mulheres do Século 20 aparenta ser um drama independente padrão, do tipo que confere mais importância à intimidade dos personagens do que ao meio em que vivem. No entanto, a produção revela uma ambição histórica ímpar: através de três mulheres nascidas nas décadas de 1920, 1950 e 1960, mas vivendo no final dos anos 1970, o diretor Mike Mills deseja traçar o panorama de um século inteiro de cultura americana.
É óbvio que o filme não dá conta de todas as passagens importantes, e nem teria como fazê-lo. Mas ele vai por caminhos metonímicos: situado principalmente dentro de uma casa, em conversas simples na cozinha e nos quartos, o projeto retrata a longa transformação nos modos de pensar de várias gerações nos Estados Unidos. De maneira divertida, porém incisiva, este lar recebe influências das duas grandes guerr
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21 Notícias e Matérias Especiais
Mulheres do Século 20 (2016) é um retrato sensível e bem-humorado sobre o papel da mulher nos anos 1970, ambientado em Santa Bárbara, Califórnia. A história gira em torno de Dorothea (Annette Bening), uma mãe que enfrenta as angústias do filho adolescente, Jamie (Lucas Jade Zumann), e busca ajuda de duas mulheres: a fotógrafa Abbie (Greta Gerwig), uma ex-ativista que acredita ter câncer, e a amiga de Jamie, Julie (Elle Fanning). O filme ...
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Um filme objetivo e, ao mesmo tempo, tocante. Assim é MULHERES DO SÉCULO XX. Através da vivência da adolescência e da preocupação de uma mãe em entender o mundo de seu tempo e seus efeitos sobre seu filho, o filme traça um belo panorama das transformações sociocomportamentais e culturais da segunda metade do século XX. O elenco, afiadíssimo, tem luminosas atuações, destaque maior para a exemplar Annette Bening. O roteiro é de um ...
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Um elenco poderoso para um bom filme sobre rejeições e sua dores! Boa trilha sobra e edição que capacita um
Final bacana.
Final bacana.
Não percam. Delicioso filme que mostra um adolescente e três mulheres incríveis no final dos anos 70. Trilha e imagens de época deliciosas . Vale muito a pena, sem contar a incrível atuação do elenco.
Da vida para a tela
O diretor Mike Mills considera seu filme semi-autobiográfico, pois ele usou eventos de sua própria infância para criar os principais papéis da trama. Dorothea, por exemplo, foi baseada nas características da mãe do cineasta.
Para viver dona Dorothea
Como a personagem de Annette Bening era baseada na mãe do diretor, a atriz decidiu assistir aos filmes favoritos da mãe dele, como No Teatro da Vida (1937), e aos filmes estrelados por Humphrey Bogart, como Casablanca (1942).
Equipe
Durante os ensaios, todos os atores foram encorajados a imaginar as músicas que seus respectivos personagens ouviriam. Para que todos os membros do elenco se entrosassem, foi organizado um baile onde eles tinham que dançar, não importa qual fosse a música.
curiosidades
Nacionalidade
EUA
Distribuidor
SONY PICTURES
Ano de produção
2016
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
7 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Inglês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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