Não recomendado para menos de 12 anos
Num imóvel da periferia de Paris, o elevador está sempre quebrado. Seis personagens têm encontros improváveis: um fotógrafo conhece uma triste enfermeira que sonha em retratar, um adolescente acaba se tornando amigo de uma grande estrela de cinema e uma mulher idosa acolhe em sua casa um astronauta americano, vindo diretamente do céu.
2,5
Regular
Fique Comigo
Solidão que nada
por Lucas Salgado
O circuito do cinema de arte no Brasil é formado especialmente por comédias francesas. São dezenas os filmes do gênero (e nacionalidade) que chegam às telonas do país todos os anos. Atualmente, exibidores preferem inclusive apostar em um filme francês médio do que num bom filme de uma cinematografia não tão conhecida. Por coisas assim que longas como Fique Comigo acabam ganhando espaço.
Dirigido por Samuel Benchetrit, o longa se passa em um prédio no subúrbio de Paris, onde seis personagens aparentemente solitários acabam se encontrando. Um fotógrafo, que acaba de perder os movimentos das pernas, descobre uma inusitada amizade na presença de uma triste enfermeira que trabalha ali perto. Um adolescente independente se interessa pela atriz decadente que acaba de mudar para o apartamento ao lado. Um astronauta americano literalmente cai do céu e é acolhido por uma senhora enquanto espera o
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Vale a pena. Filme sobre a angústia, o isolamento e a necessidade de contato humano. Ótimos atores, personagens e roteiro. Não tem como não se identificar com algumas destas situações corriqueiras ou surreais, como no caso do pouso de uma capsula espacial com um astronauta no terraço deste prédio onde vivem as pessoas da estória.
O cinema francês tem um padrão e qualidade muito agradáveis. A maioria das comédias tem grande sensibilidade e boa cinematografia. Quanto mais se conhece deste universo percebe-se que o outro cinema argentino, por exemplo, inspira-se 99 por cento neles, com muita sabedoria .
Lindo. 3 histórias tocantes - sem o mínimo exagero melodramático ou piegas - sobre o encontro de personagens solitários. Com suaves traços tragicômicos do brilhante "Um Pombo Pousou num Galho Refletindo sobre a Existência", este excelente filme usa uma atípica dramaturgia "bege". De brinde, Isabelle Huppert, a melhor atriz do mundo, e Michael Pitt, um excelente ator, subvalorizado.
Nacionalidade
França
Distribuidor
PANDORA FILMES
Ano de produção
2015
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
-
Orçamento
-
Idiomas
Francês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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