Não recomendado para menos de 14 anos
Início dos anos 1980. Estela (Clara Gallo) é uma adolescente que vive os conflitos típicos da idade, de identidade, amizade e amor. Ela tem um ídolo, o tio Carlos (Caio Blat), jornalista musical que vive nos Estados Unidos. E o maior sonho da menina é visitá-lo na Califórnia, durante as férias. Os planos dela vão por água abaixo, no entanto, quando ela descobre que é ele quem está voltando para o Brasil, magro, debilitado por consequência de uma doença sobre a qual a medicina apenas começava a se debruçar.
2,5
Regular
Califórnia
As vantagens de ser ex-VJ
por Renato Hermsdorff
“Todo mundo lá na escola acha que você gosta de garotos”, diz a jovem Estela (Clara Gallo) para o “estranho” companheiro de classe que acaba de ser transferido para a escola dela, JM (Caio Horowicz). “Digamos que não chutaria o Mick Jagger da minha cama”, devolve o rapaz.A sagacidade da resposta do garoto combina – e muito – com o universo de incertezas e conflitos do desabrochar da adolescência, tema central da estreia no formato longo de ficção da ex-VJ da MTV Marina Person (do documentário Person). Esse tipo de sutileza, no entanto, não é a tônica de Califórnia.
De tons autobiográficos, o filme, ambientado no início dos anos 1980, acompanha o coming of age de Estela, uma adolescente como outra qualquer, unida com duas amigas, dividida entre dois meninos, que idolatra o tio, Carlos (Caio Blat), jornalista que mora na Califórnia. “Diferente”, como qualquer outro adolescente, ela troca
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13 Notícias e Matérias Especiais
O filme tinha tudo para ser um grande filme, anos 80 com excelente trilha sonora da época, bons atores como Caio Blat e Marina Person na direção, porém o filme é arrastado e não diz a que veio. Não percam tempo.
Q filme chato, só se salva a trilha sonora dos anos 80. Perda de tempo, atuações fraquíssimas, filme bem parado, quase parei de ver no meio.
Roteiro fraco, interpretações ruins, direção e montagem piores... Seria mesmo difícil acertar o tom nesse projeto, com uma história despretenciosas porém afetiva e cheia de lugares comuns, mas os erros aqui se acumulam por motivos que vão além das opções de narrativa. Vou ser franca e admitir que assisti apenas uma parte do filme e só continuei para ver onde poderia levar cenas mal acabadas e desconjuntadas. Levou justamente a nada. ...
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roteiro leve e gostoso! é o típico filme de adolescente que prende qualquer adulto. sem muitos altos e baixos, os personagens envolvem e a gente acaba se conectando facilmente com eles. a trilha sonora é impecável, não tem como questionar. vale a pena conferir :)
Primeira vez
É o primeiro filme de ficção dirigido por Marina Person. Antes ela apenas havia dirigido o documentário Person (2007).
Festival
- Selecionado para o panorama nacional de longa & média do Rio Festival de G&S 2016.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
Vitrine Filmes
Ano de produção
2014
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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