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Crismika
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510 críticas
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2,5
Enviada em 11 de maio de 2020
O filme tinha tudo para ser um grande filme, anos 80 com excelente trilha sonora da época, bons atores como Caio Blat e Marina Person na direção, porém o filme é arrastado e não diz a que veio. Não percam tempo.
Roteiro fraco, interpretações ruins, direção e montagem piores... Seria mesmo difícil acertar o tom nesse projeto, com uma história despretenciosas porém afetiva e cheia de lugares comuns, mas os erros aqui se acumulam por motivos que vão além das opções de narrativa. Vou ser franca e admitir que assisti apenas uma parte do filme e só continuei para ver onde poderia levar cenas mal acabadas e desconjuntadas. Levou justamente a nada. Pode ser apagado de qualquer cinemateca.
roteiro leve e gostoso! é o típico filme de adolescente que prende qualquer adulto. sem muitos altos e baixos, os personagens envolvem e a gente acaba se conectando facilmente com eles. a trilha sonora é impecável, não tem como questionar. vale a pena conferir :)
Adorei a Estela e o JM. No meio do filme até dei um "info" novamente para confirmar o ano do filme. Achei que cenário e figurino retrataram bem os anos 80.
Devia - e não nego - uma postagem sobre o filme Califórnia da ex-VJ da MTV Marina Person que estreou há duas semanas. Mas, fui bom moço, conforme a diretora mesmo sugeriu, assisti na primeira semana, porque ajudaria a emplacar a película nas salas de projeção. Obedeci e fui recompensado. Na abertura do filme estava a diretora lá, com alguns atores, falando, mais uma vez, da importância do boca a boca... (E cá entre nós, como Marina tem cara de boa gente, né? Parece aquela amiga querida do colégio!
Califórnia me fez lembrar de uma versão simplificada de As Vantagens de Ser Invisível, ao contar a saga de alguns amigos adolescentes na descoberta da sua sexualidade e amores. Ok?! Não vá esperando encontrar um roteiro tão bem feito como do filme americano, mas tem um pouco deste ambiente.
Saí um pouco decepcionado da sala, confesso! A história é fraca, sem grandes conflitos, apesar de termos um tio, interpretado por Caio Blat, infectado por HIV e morrer de AIDS no início dos anos 80, ou seja, período de muitas dúvidas e da perda de muita gente querida. Mas, nem isso, na verdade, foi aprofundado pelo roteiro. E com alguns clichês: mãe boazinha, pai autoritário, amiga gordinha falante, bonitão lourinho da sala sem vergonha, empregada meio bruxa...
O elenco adolescente é bem fraco e algumas cenas parecem mais coreografias do que atuações, diante das marcas e closes. Faltou um pouco de Fátima Toledo!
Mas, Califórnia é gostoso de ver, principalmente para pessoas que tiveram a sua pré-puberdade e adolescência nos anos de 1980. A reconstrução histórica daqueles anos é extremamente bem feita, principalmente com ajuda das músicas selecionadas. Imediatamente se vê cantando alguma delas. Ah, sem falar que a nostalgia rola solta quando as caixas de fita cassete BASF são abertas - lembrei-me das minhas seleções e gravações! Tempos bons, gente!
Espero ver Marina Person menos autobiográfica em seus próximos filmes. Aliás, dizem que os diretores e escritores vão se distanciando do seu alter ego à medida que vão produzindo mais, pois suas primeiras produções são sempre assim. Dizem... até porque gosto da moça.
Realmente curti muito o filme, achei muito nostálgico por mais que não tenha vivido a época, atuação realmente boa, uma trama bem rápida e de simples compreensão.
A única surpresa que vejo do filme, vem do seu próprio público, o que esperavam de um título "Califórnia"? nada se cria, tudo se cópia cairia bem para o roteiro, fotografias e cenários do filme, nada que não tenham visto nas trilhas sonoras do Adam Sandler, nos roteiros de "as vantagem de ser invisível", "500 dias com ela"... uma comédia romântica de adolescentes que nada tem a ver com a adolescência brasileira e nem mesmo aquela dos anos 80. spoiler:
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