Adenoid Hynkel (Charles Chaplin) assume o governo de Tomainia. Ele acredita em uma nação puramente ariana e passa a discriminar os judeus locais. Esta situação é desconhecida por um barbeiro judeu (Charles Chaplin), que está hospitalizado devido à participação em uma batalha na 1ª Guerra Mundial. Ele recebe alta, mesmo sofrendo de amnésia sobre o que aconteceu na guerra. Por ser judeu, passa a ser perseguido e precisa viver no gueto. Lá conhece a lavadora Hannah (Paulette Goddard), por quem se apaixona. A vida dos judeus é monitorizada pela guarda de Hynkel, que tem planos de dominar o mundo. Seu próximo passo é invadir Osterlich, um país vizinho, e para tanto negocia um acordo com Benzino Napaloni (Jack Oakie), ditador da Bacteria.
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Charlie Chaplin foi autêntico e ousado nessa obra crítica ao ditador nazista, Adolf Hitler.
Duas cenas hilárias que marcaram o filme, foram: a cena da moeda no bolo e a outra foi o aperto de mão entre Hynkel e Napaloni.
Creio que Charlie Chaplin não era apenas um ator, mais sim, um crítico de marca maior. Aproveitava o cenário atual e fazia arte misturado com genialidade.
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