Média
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Filme muito bom. Eu aqui em 2025 vendo o segundo pois minha esposo havia falado que era muito bom. Achei o 2 mais engraçado que o 1, realmente é um excelente filme que passa boas mensagens.
esse segundo contando sobre o crescimento da filha do drácula,casamento e tenso um filho é bem legal e divertido para toda a família
Um excelente filme de animação e uma ótima sequência. Uma história bem elaborada e engraçada. Vale muito a pena assistir. Filme bem leve e divertido.
Acho o filme muito divertido, gostei da continuação. Tem coerência com o primeiro filme (já deixava uma ideia que deveria ter continuação).
Bem parecido com o primeiro. Tem todas as qualidades e defeitos do antecessor, e por isso os filmes são tão parecidos.
Segue na mesma pegada do antecessor, mas perde em energia, seu roteiro tem furos que o primeiro não tem ou pelo menos em menor proporção, mas aqui diverte e também tem poder de entretenimento.
Animação extremamente divertida, mantém o bom nível do primeiro filme, se preocupa muito com o humor o que tem hora, acaba deixando a história em si meio de lado, mas é um bom filme, muito engraçado, que diverti adultos e crianças.
Animação bonitinha como qualquer desenho, mas não gostei nem um pouco, nem recomendo pras crianças , incitação de gravidez na adolescência , sexo sem proteção , odiei , achei uó , no primeiro a menina tá fazendo 15 anos no segundo tá grávida ? Q que isso ? Horrível
Tão bom quanto o primeiro, agora com o filho de Mavis e o humano. Muito divertido o vovô coruja Drácula. Recomendo!
Assim como nos filmes em live action, as sequências de desenhos animados muitas vezes vêm com a responsabilidade de serem, no mínimo, tão boas quanto as originais. Um exemplo é Bambi 2 – O Grande Príncipe da Floresta (2006) que tinha a responsabilidade de ser a continuação, nada mais nada menos, do clássico Bambi (1942). As primeiras impressões foram pouco lisonjeiras para a sequência, mas, visto hoje, pode-se constatar que, ainda que perdendo para o original, o resultado foi até melhor que o esperado. Algo semelhante ocorre na sequência do sucesso Hotel Transilvânia (2012), que se chama, justamente, de Hotel Transilvânia 2.
Drácula (Adam Sandler, de O Paizão), finalmente decidiu aceitar a hospedagem de humanos no Hotel Transilvânia e confiou a direção do estabelecimento ao seu genro, Jonathan (Andy Samberg, Este é o Meu Garoto), casado com sua filha Mavis (Selena Gomez, Tudo Para Ficar Com Ela), sendo que alguns de seus amigos, como o lobisomem Wayne (Steve Buscemi, Fuga de Los Angeles), trabalham lá. um dia, recebe a grande notícia: Mavis está grávida e ele será avô.
Após o nascimento do filho de Mavis e Jonathan, Dennis (Asher Blinkoff, A Nova Onda do Kronk), Drácula quer que todos vivam no hotel, pois está certo que seu neto será um vampiro. Porém, Mavis quer se mudar para a Califórnia, terra natal de Jonathan, pois ela acha que será melhor para o filho. Enquanto Mavis e Jonathan vão para a Califórnia, Drácula, com a ajuda de Wayne, Frankenstein (Kevin James, Eu os Declaro Marido e... Larry), a múmia Murray (Keegan-Michael Kay, de Tomorrowland – Onde Nada é Impossível, e que substitui o dublador original, o cantor Cee Lo Green) e o homem invisível, Griffin (David Spade, Gente Grande), tentam transformar Dennis em vampiro. Entretanto, o pai de Drácula, Vlad (Mel Brooks, Alta Ansiedade), descobre que tem um bisneto e faz questão de conhecê-lo, para desespero do avô de Dennis.
O diretor e animador russo Geendy Tartakovsky vem de vários bons trabalhos como os desenhos O Laboratório de Dexter, Samurai Jack e Star Wars: Guerras Clônicas, tendo ganho o prêmio Emmy por estes dois últimos. Assim como no filme anterior, sua direção em Hotel Transilvânia 2 está boa tanto nas cenas de ação como nas de humor, com piadas que fazem rir tanto crianças como adultos. A trilha sonora de Mark Mothersbaugh (da banda Tecno-Pop Devo) encaixa-se bem nas cenas.
Já o roteiro – escrito a quatro mãos por Adam Sandler e Robert Smigel (do programa de TV Saturday Night Live) – tropeça várias vezes ao longo do filme. Uma das grandes sacadas do filme anterior era mostrar os monstros agindo como qualquer turista humano como, por exemplo, o lobisomem Wayne que se hospeda no hotel com sua esposa, Wanda (Molly Shannon, Todo Mundo em Pânico 5), que está sempre grávida, e a filharada bagunceira. Já neste, quase não se vê o hotel, as cenas passam-se quase todas fora dele, como no acampamento para pequenos vampiros, uma das partes mais engraçadas do filme.
Outro problema de Hotel Transilvânia 2 foi a diminuição de importância de alguns personagens como, por exemplo, Jonathan. No primeiro filme, ele era uma peça indispensável na trama, responsável por grande parte do humor. Aqui, ele é um mero coadjuvante, que não tem nem a metade da graça de antes. Desse mesmo mal padece Mavis. De adolescente sonhadora, ela passou a mãe superprotetora, em uma transição que não foi muito bem feita.
Outra personagem do filme anterior que era uma coadjuvante que aparecia pouco, mas com presença marcante, é Eunice (Fran Drescher, da série de TV The Nanny), a engraçadíssima esposa perua (uma especialidade da atriz) de Frank. Em Hotel Transilvânia 2, ela mal abre boca. Mesmo Wayne, Frank, Murray e Griffin, os melhores amigos de Drácula, tiveram sua participação diminuída.
Alguns desses tropeços são compensados por Dennis. Ele realmente é muito engraçadinho e muito fofinho (é mais cabeludo que o próprio pai), encantando tanto ao público como ao seu avô-coruja. O vampiro Vlad é outro que aparece pouco, mas deixa a sua marca de bom humor no melhor estilo do bom e velho Mel Brooks.
Apesar de tudo, Hotel Transilvânia 2 supera as expectativas e mostra ser uma boa sequência do filme original, que vai agradar as crianças e os adultos de todas as idades. Com a família aumentada, nada impede a realização de um Hotel Transilvânia 3, vista a popularidade desta franquia. Entretanto, é bom que a produção aprenda com os tropeços deste filme para não repeti-los em uma possível continuação.
Drácula (Adam Sandler, de O Paizão), finalmente decidiu aceitar a hospedagem de humanos no Hotel Transilvânia e confiou a direção do estabelecimento ao seu genro, Jonathan (Andy Samberg, Este é o Meu Garoto), casado com sua filha Mavis (Selena Gomez, Tudo Para Ficar Com Ela), sendo que alguns de seus amigos, como o lobisomem Wayne (Steve Buscemi, Fuga de Los Angeles), trabalham lá. um dia, recebe a grande notícia: Mavis está grávida e ele será avô.
Após o nascimento do filho de Mavis e Jonathan, Dennis (Asher Blinkoff, A Nova Onda do Kronk), Drácula quer que todos vivam no hotel, pois está certo que seu neto será um vampiro. Porém, Mavis quer se mudar para a Califórnia, terra natal de Jonathan, pois ela acha que será melhor para o filho. Enquanto Mavis e Jonathan vão para a Califórnia, Drácula, com a ajuda de Wayne, Frankenstein (Kevin James, Eu os Declaro Marido e... Larry), a múmia Murray (Keegan-Michael Kay, de Tomorrowland – Onde Nada é Impossível, e que substitui o dublador original, o cantor Cee Lo Green) e o homem invisível, Griffin (David Spade, Gente Grande), tentam transformar Dennis em vampiro. Entretanto, o pai de Drácula, Vlad (Mel Brooks, Alta Ansiedade), descobre que tem um bisneto e faz questão de conhecê-lo, para desespero do avô de Dennis.
O diretor e animador russo Geendy Tartakovsky vem de vários bons trabalhos como os desenhos O Laboratório de Dexter, Samurai Jack e Star Wars: Guerras Clônicas, tendo ganho o prêmio Emmy por estes dois últimos. Assim como no filme anterior, sua direção em Hotel Transilvânia 2 está boa tanto nas cenas de ação como nas de humor, com piadas que fazem rir tanto crianças como adultos. A trilha sonora de Mark Mothersbaugh (da banda Tecno-Pop Devo) encaixa-se bem nas cenas.
Já o roteiro – escrito a quatro mãos por Adam Sandler e Robert Smigel (do programa de TV Saturday Night Live) – tropeça várias vezes ao longo do filme. Uma das grandes sacadas do filme anterior era mostrar os monstros agindo como qualquer turista humano como, por exemplo, o lobisomem Wayne que se hospeda no hotel com sua esposa, Wanda (Molly Shannon, Todo Mundo em Pânico 5), que está sempre grávida, e a filharada bagunceira. Já neste, quase não se vê o hotel, as cenas passam-se quase todas fora dele, como no acampamento para pequenos vampiros, uma das partes mais engraçadas do filme.
Outro problema de Hotel Transilvânia 2 foi a diminuição de importância de alguns personagens como, por exemplo, Jonathan. No primeiro filme, ele era uma peça indispensável na trama, responsável por grande parte do humor. Aqui, ele é um mero coadjuvante, que não tem nem a metade da graça de antes. Desse mesmo mal padece Mavis. De adolescente sonhadora, ela passou a mãe superprotetora, em uma transição que não foi muito bem feita.
Outra personagem do filme anterior que era uma coadjuvante que aparecia pouco, mas com presença marcante, é Eunice (Fran Drescher, da série de TV The Nanny), a engraçadíssima esposa perua (uma especialidade da atriz) de Frank. Em Hotel Transilvânia 2, ela mal abre boca. Mesmo Wayne, Frank, Murray e Griffin, os melhores amigos de Drácula, tiveram sua participação diminuída.
Alguns desses tropeços são compensados por Dennis. Ele realmente é muito engraçadinho e muito fofinho (é mais cabeludo que o próprio pai), encantando tanto ao público como ao seu avô-coruja. O vampiro Vlad é outro que aparece pouco, mas deixa a sua marca de bom humor no melhor estilo do bom e velho Mel Brooks.
Apesar de tudo, Hotel Transilvânia 2 supera as expectativas e mostra ser uma boa sequência do filme original, que vai agradar as crianças e os adultos de todas as idades. Com a família aumentada, nada impede a realização de um Hotel Transilvânia 3, vista a popularidade desta franquia. Entretanto, é bom que a produção aprenda com os tropeços deste filme para não repeti-los em uma possível continuação.
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