Não recomendado para menos de 14 anos
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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2,5
Regular
A Memória que Me Contam
Sensações de uma geração
por Francisco Russo
Cineastas às vezes fazem filmes que são nada mais do que a representação de suas angústias de momento, sendo uma espécie de catarse que precisa ser realizada para, de alguma forma, materializar aquela sensação incômoda. É o que acontece com Lucia Murat em A Memória que Me Contam, seu mais recente filme. Nele a diretora traz a público uma história muito particular, envolvendo não apenas a experiência por ela vivida em decorrência da morte de uma velha amiga, Vera Sílvia Magalhães, mas também as dúvidas que rondam sua mente. O resultado é um filme interessante pelo tema que aborda, os resquícios da ditadura militar, mas ao mesmo tempo um tanto quanto vago por ser esta também a sensação da diretora diante dos eventos do passado.
Tudo gira em torno da ex-guerrilheira Ana (Simone Spoladore, em boa atuação), que está à beira da morte. Guerrilheira na juventude e marcante na vida de várias pess
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7 Notícias e Matérias Especiais
A Memória que me Contam,na verdade conta uma variedade de histórias,de todos que estão ali,relacionados no filme.Mas só que essa ideia,tem que ser bem mas aproveitada para se tentar algo que seja realmente interessante.A imagem que o filme traz,é que em seus primeiros minutos,você já ira cansar de acompanhar ao filme.Uma pena,pois tem um bom elenco nacional,que em outras ocasiões,já nos presentearam com algo interessante.Mas nessa ...
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Mudança de título
Originalmente, o título do longa seria "Sala de Espera".
Musa inspiradora
A personagem Ana é baseada em Vera Sílvia Magalhães, ex-guerrilheira e uma das responsáveis pelo sequestro do embaixador norte-americano Charles Burke Elbrick no Rio de Janeiro, em 1969. Considerada um mito pela esquerda brasileira, Vera faleceu em dezembro de 2007.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
IMOVISION
Ano de produção
2012
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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