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Sem dúvidas está entre meus filmes favoritos!
Uma verdadeira obra prima, Doss uma inspiração. Merecida de mais sua de honra
Uma verdadeira obra prima, Doss uma inspiração. Merecida de mais sua de honra
Um protagonista munido de princípios que se recusa a portar uma arma de fogo em meio a uma guerra generalizada. Pode parecer poético, mas na verdade essa impressão é falsa. Viver no mundo da ilusão e se recusar a aceitar a realidade não é nada belo. Não se pode vencer uma guerra com princípios moralistas profundos. Você tem que lutar. Você tem que atirar. É assim que o mundo é feito. A guerra faz parte da experiência humana, quer nós gostemos ou não. O protagonista se oferece para ir à batalha sem uma arma para se proteger. Ele poderia ser considerado um herói genuíno? Louco? Estranho? Na verdade, escolher ficar aquém da realidade é apenas pura estupidez. É tão ridículo que soa desmoralizante sem querer. Na vida, temos que lutar se quisermos conseguir vitórias. Uma guerra é o que é e você tem que aprender a aceitar isso. Violência, brutalidade sem fim. Escolher se desconectar da realidade não faz de você um guerreiro divino. Precisamos respeitar a fé das outras pessoas, mas o que o protagonista representa é aquele indivíduo ingênuo que acha que o mundo é feito e movido por seus princípios insignificantes. Claro, não queremos ser arrogantes. Mas também não podemos ser condescendentes. Muito menos estúpidos. A ingenuidade impede que alcancemos vitórias importantes na sociedade. E sociedade é conflito. Um embate ininterrupto. Entender isso faz de nós pessoas melhores, não piores. Então, quando um filme auto-proclamado cult indicado a seis Oscars vem glorificar a estupidez crua de quem se põe contra a realidade, nosso dever como cidadãos sãos e bem informados é questionar. No mínimo. Afinal, o que seria da sociedade, senão da guerra, se dependêssemos só de convicções morais desconexas e um tanto risíveis?
Assistido 30/03/26 - Segunda
Finalmente pude ver essa jóia, e saiu muito melhor que o esperado! Andrew Garfield é um monstro de ator véi! E como diretor, Mel Gibson é quase celestial...
Finalmente pude ver essa jóia, e saiu muito melhor que o esperado! Andrew Garfield é um monstro de ator véi! E como diretor, Mel Gibson é quase celestial...
Uma das melhores biografias da história a história sobre um soldado que vai pra guerra sem nenhuma arma e vai para salvar pessoas.
esse filme é um dos melhores filmes cristãos na minha opinião. eu sempre choro muito com o final e sempre me faz questionar minha existência como cristã. vale muito a pena!
Extraordinário, impactando, sensacional, me faltam adjetivos para descrever quão bom é este filme, quem não viu, está perdendo uma obra prima .
Até o último homem é um filme de guerra que contou com a direção de Mel Gibson e roteiro de Robert Schenkkan e Andrew Knight. O filme recebeu 5 indicações ao Oscar 2017: melhor ator (Andrew Garfield), melhor edição de som, melhor direção, melhor montagem, melhor mixagem de som- vencendo as 2 últimas categorias mencionadas. Na trama, acompanhamos Desmond (Andrew Garfield) um jovem que decide entra as Segunda Guerra Mundial para ser um médico e salvar vidas. Sendo visto como um covarde pelo seu pelotão por se recusar a pegar numa arma, Desmond se vê com fé em meio ao conflito sangrento contra os japoneses. O filme é inspirado em uma história real do soldado Doss que salvou a vida de mais de 75 soldados após ataques japoneses, isso inclui depoimentos no final do longa que revela ser uma boa escolha para se contar nas telas. A narrativa por simples acaba ganhando complexidade nos bons diálogos construídos pelos roteiristas. O filme em 3 parte: a primeira mostrando a vida e família complicada de Desmond, incluído o seu pai com transtornos causados pela Primeira Guerra (Hugo Weaving) e o seu romance; o segundo momento sua preparação no exército e o terceiro (o melhor) com toda a ação do filme centrada. Mel Gibson soube ser visceral no momento certo ao mostrar bons ângulos da batalha. Isso deixou mais nobre a atuação de salvar vidas do protagonista. Merece destaque a boa atuação de Garfield. Os únicos problemas do filme são alguns excessos: exagero no romance, exagero na parte final quando Doss é machucado e faz questão pela sua Bíblia, uma forma de aproximar mais ainda o protagonista com Deus e tem momento que isso cansa no filme.
melhor filme de guerra, cristão e do ator que assisti em toda a minha vida inteira, amei demais esse filme
wenamech in sama its fourno in séu its minlove rintusi mayi cheu
Films series estão disponíveis sempre que voçe querer de um filme interessante eu estou disponível para de tar esso entrar no meu canal
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