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Assuero Breckinridge
1 seguidor
37 críticas
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1,5
Enviada em 7 de maio de 2026
Um protagonista munido de princípios que se recusa a portar uma arma de fogo em meio a uma guerra generalizada. Pode parecer poético, mas na verdade essa impressão é falsa. Viver no mundo da ilusão e se recusar a aceitar a realidade não é nada belo. Não se pode vencer uma guerra com princípios moralistas profundos. Você tem que lutar. Você tem que atirar. É assim que o mundo é feito. A guerra faz parte da experiência humana, quer nós gostemos ou não. O protagonista se oferece para ir à batalha sem uma arma para se proteger. Ele poderia ser considerado um herói genuíno? Louco? Estranho? Na verdade, escolher ficar aquém da realidade é apenas pura estupidez. É tão ridículo que soa desmoralizante sem querer. Na vida, temos que lutar se quisermos conseguir vitórias. Uma guerra é o que é e você tem que aprender a aceitar isso. Violência, brutalidade sem fim. Escolher se desconectar da realidade não faz de você um guerreiro divino. Precisamos respeitar a fé das outras pessoas, mas o que o protagonista representa é aquele indivíduo ingênuo que acha que o mundo é feito e movido por seus princípios insignificantes. Claro, não queremos ser arrogantes. Mas também não podemos ser condescendentes. Muito menos estúpidos. A ingenuidade impede que alcancemos vitórias importantes na sociedade. E sociedade é conflito. Um embate ininterrupto. Entender isso faz de nós pessoas melhores, não piores. Então, quando um filme auto-proclamado cult indicado a seis Oscars vem glorificar a estupidez crua de quem se põe contra a realidade, nosso dever como cidadãos sãos e bem informados é questionar. No mínimo. Afinal, o que seria da sociedade, senão da guerra, se dependêssemos só de convicções morais desconexas e um tanto risíveis?
Finalmente pude ver essa jóia, e saiu muito melhor que o esperado! Andrew Garfield é um monstro de ator véi! E como diretor, Mel Gibson é quase celestial...
esse filme é um dos melhores filmes cristãos na minha opinião. eu sempre choro muito com o final e sempre me faz questionar minha existência como cristã. vale muito a pena!
Até o último homem é um filme de guerra que contou com a direção de Mel Gibson e roteiro de Robert Schenkkan e Andrew Knight. O filme recebeu 5 indicações ao Oscar 2017: melhor ator (Andrew Garfield), melhor edição de som, melhor direção, melhor montagem, melhor mixagem de som- vencendo as 2 últimas categorias mencionadas. Na trama, acompanhamos Desmond (Andrew Garfield) um jovem que decide entra as Segunda Guerra Mundial para ser um médico e salvar vidas. Sendo visto como um covarde pelo seu pelotão por se recusar a pegar numa arma, Desmond se vê com fé em meio ao conflito sangrento contra os japoneses. O filme é inspirado em uma história real do soldado Doss que salvou a vida de mais de 75 soldados após ataques japoneses, isso inclui depoimentos no final do longa que revela ser uma boa escolha para se contar nas telas. A narrativa por simples acaba ganhando complexidade nos bons diálogos construídos pelos roteiristas. O filme em 3 parte: a primeira mostrando a vida e família complicada de Desmond, incluído o seu pai com transtornos causados pela Primeira Guerra (Hugo Weaving) e o seu romance; o segundo momento sua preparação no exército e o terceiro (o melhor) com toda a ação do filme centrada. Mel Gibson soube ser visceral no momento certo ao mostrar bons ângulos da batalha. Isso deixou mais nobre a atuação de salvar vidas do protagonista. Merece destaque a boa atuação de Garfield. Os únicos problemas do filme são alguns excessos: exagero no romance, exagero na parte final quando Doss é machucado e faz questão pela sua Bíblia, uma forma de aproximar mais ainda o protagonista com Deus e tem momento que isso cansa no filme.
Um filme extraordinário que merece ser visto. É extremamente tocante. A trama centraliza a importância de valorizar cada pessoa e o trabalho que ela exerce. Baseado em fatos reais, o personagem Doss (interpretado por Andrew Garfield) enfrentou constantes subestimações e zombarias por parte de seus companheiros de farda, que não compreendiam sua decisão de ir à guerra apenas como médico e sem portar uma arma. No entanto, ao final, todos ficaram admirados com suas ações e reconheceram sua bravura. Graças a Doss, muitas vidas de soldados feridos foram salvas, mesmo sem ele utilizar uma arma. Sua coragem foi notável, arriscando sua própria vida para ajudar os outros. É um filme deslumbrante, carregado de uma mensagem inspiradora, ainda mais por se tratar de uma história verídica. Recomendo.
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