Não recomendado para menos de 16 anos
Entre os anos 1967 e 1976, o estilista Yves Saint-Laurent (Gaspard Ulliel) reinou sozinho no mundo da alta costura francesa. Esta biografia mostra o seu processo criativo, as fotografias e entrevistas polêmicas, a relação com o marido e empresário Pierre Berger (Jérémie Renier), os casos amorosos extra-conjugais e a relação com o álcool e as drogas, que quase destruíram o império da marca YSL.
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4,0
Muito bom
Saint Laurent
A marca e o mito
por Bruno Carmelo
“A maioria das biografias pretende retratar o homem por trás do mito. No meu caso, eu queria permanecer no mito”. A frase do diretor Bertrand Bonello é uma ótima síntese de Saint Laurent, filme cujo maior mérito é a distância respeitosa em relação à verdade. Ou seja, a imagem não insiste que “foi assim que aconteceu”, não existe o fetiche pelos segredos privados de uma vida pública. Quem for ao cinema atrás de notícias insinuantes sobre a vida do estilista francês ficará decepcionado.
O drama opta por retirar de cena outro recurso muito famoso das biografias: a linearidade. Embora retrate o período entre 1967 e 1976 – fase mais ativa do artista – o roteiro faz idas e vindas no tempo, inclui fragmentos não datados e estabelece conexões com o período histórico (a revolução de maio de 1968, mostrada em oposição ao universo luxuoso da alta costura). Desaparece a noção de causa e consequência
Ler a crítica
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11 Notícias e Matérias Especiais
Adorei. Sobretudo as interpretações de Renier e Gaspar que pra mim, é a alma do filme. Ousado, provocante, perturbador às vezes, engraçado, triste. Tudo era possível na vida de um dos maiores estilistas da moda. Fantástico!
Como diria YSL: Chatérrimo! Longo demais para uma biografia!
Ao contrário do que se possa falar, o filme não é só para alguém que vem da área da moda e também não deve ser classificado como de temática gay, embora fale das relações do estilista e hajam referências a nomes como Dior, Channel e outros. Trata mais do processo criativo e da genialidade de Yves, que se circunscreve numa mudança de época. As tensões do cenário pós-guerra e a libertação pós maio de 68 são muito sensíveis. ...
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O filme é muito longo e entediante. As referências são para quem está ligado na área de moda, não sendo claro para não especialistas.
Indicação oficial
Indicação oficial da França para Melhor Filme Estrangeiro no Oscar 2015.
Nacionalidades
França,
Bélgica
Distribuidor
IMOVISION
Ano de produção
2014
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Inglês, Francês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-