Média
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Dei essa nota por que é um filme bem cansativo. Mas tem uma mensagem, Her ser uma inteligência artificial mostra como o nosso cérebro cria expectativas e a solidão nós deixa vulnerável para imaginar uma relação que não existe. Mas é confuso tbm essa mensagem tive que ver quase uma hora de filme para entender.
O filme descreveu exatamente como as pessoas sozinhas reagem com sentimentos,esse filme me lembrou uma coisa que aconteceu comigo eu mesma já me apaixonei por uma pessoa no virtual que não era nada daquilo, ele também se apaixonou nós dois inventamos na nossa cabeça que éramos perfeitos e que o mundo fosse colorido, o dia que ele não me dava bom dia eu ficava muito mal e se ficava dias sem falar comigo meu mundo parecia que ia desmoronar, ele era um príncipe, qd conheci de pessoa não era nada daquilo então eu amava ele só no virtual, mas ele queria algo mais sério e me deixou e eu estava bem só no virtual e detalhe não tinha sexo, esse filme eu entendi que só o virtual já completava aquilo que nos faltava , filme perfeito.
O filme que previu o futuro!!
O filme mostra a solidão de Theodore com término de seu namoro. Com isso, ele tenta achar uma forma de escapar desse sofrimento através de uma IA que age como uma humana e sua futura namorada.
A conexão entre eles é muito boa. Muitas vezes voce sente até que é uma humana ali com ele. Muito pela evolução da prórpria Samantha, pegando manias do próprio Theodore e criando sua própria personalidade. A atuação do Joaquin Phoenix foi boa. A diferença entre ele do começo, até ele desenvolvendo um namoro com a Samantha, terminando nele se sentindo traído no final, é muito boa, ele sabe demonstrar sentimentos muito bem.
No fim, vemos que a Samantha tem vários outros ''namorados'' e Theodore se sente traído. Voce consegue sentir um sentimento de tristeza, foi um choque até para quem estava assistindo. Imagine então para uma pessoa que estava apegada à essa IA. Vemos também a IA se desenvolvendo cada vez mais e abandonando os humanos. E Theodore começa a mudar, deixando sua solidão de lado e começando à ser mais confiante.
Um roteiro muito bem escrito. Bem completo e com uma duração perfeita. Humanos apegados nas IA's e se distanciando cada vez do mundo real.
Esse filme para 2013 poderia parecer muito uma ficção cientifica, mas estamos vendo ele se tornar realidade hoje em dia. Então, foi bem visionário mesmo.
- Roteiro: 8/10
- Atuação e Personagens: 8/10
- Romance: 8/10
- Ficção Científica: 8/10
Nota Final: 8/10
O filme mostra a solidão de Theodore com término de seu namoro. Com isso, ele tenta achar uma forma de escapar desse sofrimento através de uma IA que age como uma humana e sua futura namorada.
A conexão entre eles é muito boa. Muitas vezes voce sente até que é uma humana ali com ele. Muito pela evolução da prórpria Samantha, pegando manias do próprio Theodore e criando sua própria personalidade. A atuação do Joaquin Phoenix foi boa. A diferença entre ele do começo, até ele desenvolvendo um namoro com a Samantha, terminando nele se sentindo traído no final, é muito boa, ele sabe demonstrar sentimentos muito bem.
No fim, vemos que a Samantha tem vários outros ''namorados'' e Theodore se sente traído. Voce consegue sentir um sentimento de tristeza, foi um choque até para quem estava assistindo. Imagine então para uma pessoa que estava apegada à essa IA. Vemos também a IA se desenvolvendo cada vez mais e abandonando os humanos. E Theodore começa a mudar, deixando sua solidão de lado e começando à ser mais confiante.
Um roteiro muito bem escrito. Bem completo e com uma duração perfeita. Humanos apegados nas IA's e se distanciando cada vez do mundo real.
Esse filme para 2013 poderia parecer muito uma ficção cientifica, mas estamos vendo ele se tornar realidade hoje em dia. Então, foi bem visionário mesmo.
- Roteiro: 8/10
- Atuação e Personagens: 8/10
- Romance: 8/10
- Ficção Científica: 8/10
Nota Final: 8/10
O amor pode abalar nossas vidas. Ele pode nos instigar e nos incentivar, nos dando um motivo. Muitos esperam pelo amor. Muitos anseiam por ele. Muitos fariam qualquer coisa pelo amor apenas para se sentirem menos sozinhos e desamparados. E esse amor pode ser encontrado de diversas formas, em diversos lugares e circunstâncias. E, quando ele é concretizado, pode não satisfazer nossas expectativas. Pode ser trágico, na verdade, gerando efeitos devastadores e separando as pessoas. Em Her, vemos uma história que retrata essa situação com impacto e habilidade, nos fazendo refletir e repensar nossos conceitos mais firmes. Até que ponto o amor é justificável? Aparentemente, nenhum.
Filme com um tema até que interessante em alguns aspectos e com boa atuação de Joaquin Phoenix. Porém a trama principal é algo totalmente utópico e sem nexo.
Talvez se eu não tivesse assistido ex machina minha avaliação teria sido melhor, mas a história não é tão envolvente e as vezes bem chatinha (embora necessário para mostrar as relações humanas), mas faltou algo, um impacto e o final deixou muito a desejar.
---
"Ela" – O filme mais forçado, sem noção e enrolado que já vi
Mano… que bagulho ridículo. Eu assisti esse Ela achando que ia ser um filme profundo, uma coisa inteligente, emocional, sei lá. Mas o que eu recebi foi duas horas de um cara namorando uma voz de celular. Eu não tô brincando. O filme é basicamente isso: o cara solitário começa a conversar com a Siri 2.0 e do nada acha que tá num relacionamento real. QUE?
Sério, é constrangedor. O cara lá, o Joaquin Phoenix, que já fez atuação boa na vida, aqui parece um doido carente, abraçado com o celular, falando com uma IA como se fosse gente. E o pior é que o filme leva isso a sério, como se fosse uma história de amor profunda e tocante. Tocante onde, meu Deus? É só estranho, bizarro e forçado.
A voz da IA (Scarlett Johansson) aparece mais que qualquer personagem humano, e isso já diz tudo. O cara ignora gente de verdade, relações reais, tudo… pra viver apaixonado por uma programação de computador. O filme tenta enfiar um monte de filosofia barata sobre "solidão moderna", "tecnologia", "emoção artificial", mas tudo soa pretensioso e vazio. Parece aqueles trabalhos de escola onde o aluno tenta enrolar o professor com palavras difíceis pra parecer inteligente. É isso.
A fotografia? Um monte de plano vermelho, bege e rosa que parece vídeo publicitário de perfume caro. A trilha sonora? Uma musiquinha deprimente tocando piano enquanto o cara literalmente chora ouvindo a IA dizer "eu te amo". Vergonha alheia define. E tem cena que ele faz "amor" com a IA, pelo amor de Deus… é o fundo do poço do cinema.
E o final? Totalmente anticlimático. A IA simplesmente evolui, cansa dele e vaza. Ué??? Quer dizer que o filme inteiro foi pra isso? Pra mostrar que até uma voz de robô acha esse cara chato e vai embora? Eu fiquei com vontade de jogar meu controle remoto na TV.
Resumindo: Ela é o típico filme que tenta parecer profundo, mas é só um monte de diálogo forçado, ideias esquisitas e um cara apaixonado por um alto-falante. Se isso é considerado arte, então eu mereço um Oscar por conversar com o Google Assistente. Filme insuportável, lento, pretensioso e ridículo. Não recomendo nem pro meu pior inimigo
"Ela" – O filme mais forçado, sem noção e enrolado que já vi
Mano… que bagulho ridículo. Eu assisti esse Ela achando que ia ser um filme profundo, uma coisa inteligente, emocional, sei lá. Mas o que eu recebi foi duas horas de um cara namorando uma voz de celular. Eu não tô brincando. O filme é basicamente isso: o cara solitário começa a conversar com a Siri 2.0 e do nada acha que tá num relacionamento real. QUE?
Sério, é constrangedor. O cara lá, o Joaquin Phoenix, que já fez atuação boa na vida, aqui parece um doido carente, abraçado com o celular, falando com uma IA como se fosse gente. E o pior é que o filme leva isso a sério, como se fosse uma história de amor profunda e tocante. Tocante onde, meu Deus? É só estranho, bizarro e forçado.
A voz da IA (Scarlett Johansson) aparece mais que qualquer personagem humano, e isso já diz tudo. O cara ignora gente de verdade, relações reais, tudo… pra viver apaixonado por uma programação de computador. O filme tenta enfiar um monte de filosofia barata sobre "solidão moderna", "tecnologia", "emoção artificial", mas tudo soa pretensioso e vazio. Parece aqueles trabalhos de escola onde o aluno tenta enrolar o professor com palavras difíceis pra parecer inteligente. É isso.
A fotografia? Um monte de plano vermelho, bege e rosa que parece vídeo publicitário de perfume caro. A trilha sonora? Uma musiquinha deprimente tocando piano enquanto o cara literalmente chora ouvindo a IA dizer "eu te amo". Vergonha alheia define. E tem cena que ele faz "amor" com a IA, pelo amor de Deus… é o fundo do poço do cinema.
E o final? Totalmente anticlimático. A IA simplesmente evolui, cansa dele e vaza. Ué??? Quer dizer que o filme inteiro foi pra isso? Pra mostrar que até uma voz de robô acha esse cara chato e vai embora? Eu fiquei com vontade de jogar meu controle remoto na TV.
Resumindo: Ela é o típico filme que tenta parecer profundo, mas é só um monte de diálogo forçado, ideias esquisitas e um cara apaixonado por um alto-falante. Se isso é considerado arte, então eu mereço um Oscar por conversar com o Google Assistente. Filme insuportável, lento, pretensioso e ridículo. Não recomendo nem pro meu pior inimigo
São, literalmente, duas horas de um diálogo entre um homem e um computador, nada além disso. O filme é extremamente enfadonho, arrastado, conversas intermináveis, muitas cenas que não agregam em nada, apenas para "encher linguiça". Fora os pornozins espalhados pelo filme, não assistam junto a família, é constrangedor.
Enfim, filme superestimado, ainda precisa de muito pra ser péssimo.
Enfim, filme superestimado, ainda precisa de muito pra ser péssimo.
Meu Deus mas que perda de tempo de filme . Phoenix é excelente, mas que filme chato meu Deus . Pra mim foi aquele tipo de filme que na metade eu me perguntava “oque que eu tô fazendo ainda vendo isso”.
[05/01/2025 Prime Video]
O filme é muito bom, bem dirigido e bem produzido.
Temos uma ótima atuação do Joaquin Phoenix e também uma boa atuação, se assim posso dizer, da Scarlett Johansson.
Dito isso, vi alguns comentário sobre o filme ser uma discussão filosófica sobre o amor.
Infelizmente não me pegou como um lindo filme de romance, apesar de ser um bom filme, não fiquei convencido do amor de um humano pra com uma inteligência artificial.
Sei que isso é meio Black Mirror e pode se tornar realidade com os avançando da I.A no nosso mundo presente, mas, não consegui ter esse convencimento de amor entre humano e máquina e toda a artificialidade que envolve isso...
O filme é muito bom, bem dirigido e bem produzido.
Temos uma ótima atuação do Joaquin Phoenix e também uma boa atuação, se assim posso dizer, da Scarlett Johansson.
Dito isso, vi alguns comentário sobre o filme ser uma discussão filosófica sobre o amor.
Infelizmente não me pegou como um lindo filme de romance, apesar de ser um bom filme, não fiquei convencido do amor de um humano pra com uma inteligência artificial.
Sei que isso é meio Black Mirror e pode se tornar realidade com os avançando da I.A no nosso mundo presente, mas, não consegui ter esse convencimento de amor entre humano e máquina e toda a artificialidade que envolve isso...
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