Bom filme, é um escritor solitário, que acaba de comprar um novo sistema operacional para seu computador. Para a sua surpresa, ele acaba se apaixonando pela voz deste programa informático, dando início a uma relação amorosa entre ambos.
Ela, nesse sentido, foi um filme que me tocou nas duas vezes que o assisti – e de maneira crescente. Parece ser um daqueles filmes que crescem nas revisitas. Talvez seja porque ele extrai muito do que há de bom em nós, talvez seja pela simplicidade com a qual o roteirista e diretor Spike Jonze (de Onde Vivem os Monstros, 2009) trabalha conceitos complexos... e sentimentos complexos como o amor.
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