A mistura perfeita entre ficção científica e romance. Assim é Ela. Leve, divertido, e, ao mesmo tempo, tenso, interessante e inteligente. Uma combinação que deu supercerto.
a, Theodore (Joaquin Phoenix) é um escritor solitário, que acaba de comprar um novo sistema operacional para seu computador. Para a sua surpresa, ele acaba se apaixonando pela voz
Em Ela, Theodore (Joaquin Phoenix) é um escritor solitário, que acaba de comprar um novo sistema operacional para seu computador. Para a sua surpresa, ele acaba se apaixonando pela voz deste programa informático, dando início a uma relação amorosa entre ambos. Esta história de amor incomum explora a relação entre o homem contemporâneo e a tecnologia.
Maravilhoso onde mostro que o amor entre um ser humano e uma máquina possam insistir uma realidade rara de insistir mais que já está acontecendo e nosso dias vem feito amei uma obra prima
Filme excelente! Uma discussão filosófica sobre o amor: eu a amo pela alma que tem, não por um corpo. Há várias interpretações, esse filme envolve ficção científica e filosofia num elo muito bem feito. Pensemos que somos apenas cascas e o que nos torna quem somos é nossa personalidade, então por que em outros exaltamos mais a casca do que a personalidade? Afinal somos o que se vê, ou o que se sente? Uma inteligência artificial que desenvolve uma espécie de consciência, mas que é magistralmente interpretada apenas pela voz de Scarlate Johansen, e que na voz demonstra uma ingenuidade pelo despertar da consciência e conhece o amor, mas não como conhecemos e nesse momento que o filme se demonstra como um embate sobre vários assuntos. Simplesmente, perfeito, Joaquim Phoenix e a Scarlett Johansson mandam muito bem nessa película. É um filme para se discutir e se sentir, não serve pra todo mundo, infelizmente.
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