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Diogo Codiceira
24 seguidores
891 críticas
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5,0
Enviada em 26 de outubro de 2024
Com direção e roteiro de Spike Jonze, a trama mostra Theodore (Joaquim Phoenix), um escritor ainda deprimido com o termino do seu casamento com que acreditava ser o amor da sua vida. O filme começa quando Theodore decide instalar um novo sistema operacional com IA, na qual vai apreendendo e evoluindo de acordo com as respostas do mesmo. Vale lembrar que a voz rouca da IA pertence a belíssima Scarlett Johansson. A medida que essa evolução acontece, os laços afetivos entre ambos vão aumentando, a ponto de estarem namorando. O roteiro aos poucos vai mostrando e nos questionando o que é um relacionamento. Theodore poderia se apaixonar por um sistema operacional? Enquanto a paixão demostrada pela máquina é real? Afinal, os criados do IA programaram um determinado scripts para moldar as respostas do usuário, a modo de deixar perfeito para eles? isso é certo? O fato que é o filme mostra o romance com roupagem futurista para época que foi lançada, mas ainda assim sem grandes exageros em sua produção, mas para além disso nos coloca com questionamentos contemporâneos e ainda sim bastante atuais. Vale mencionar que o filme recebeu 5 indicações ao oscar: melhor filme, melhor trilha sonora, melhor roteiro original (levou essa premiação), melhor canção original e o melhor design de produção. Ainda poderia encaixar mais uma indicação, a de melhor ator com a grande interpretação de Joaquin Phoenix.
assisti com a minha namorada e ela não gostou, porém eu achei interessante, conseguiu me entreter bastante, o jeito que a história é construída até chegar a ele realmente de apaixonar pelo computador é muito bom, as músicas de piano tocadas no filme são realmente boas, deixa você imerso na historia em algumas partes, porém, algumas partes deixam a desejar e são bem paradas, dando um pouco de sono, mas vale demais a experiência de assistir
O filme é interressante: A vida de alguém que tem muita solidão e assim não consegue criar laços com pessoas próximas na vida real e vê, dessa forma, como solução, falar com sistemas de inteligência artificial, algo frustante para quem vê o filme e passa a se imaginar em tal situação.
O filme é muito bom. O romance é bem desenvolvido, e nunca deixa parecer que não é de fato um robô no filme no papel de Johansen. Joaquim está ótimo no papel, e apesar de o filme ser um pouco puxado, traz diversas questões sobre relações de humanos com robôs, bem desenvolvidas.
É um dos filmes que me incomodou e eu gosto disso. Não entende como alguém conseguem ter e até expressar uma simpatia romântica por esse filme. A tristeza do protagonista quando se lembra de sua ex é quase palpável. Estes momentos presentes, reais, que não é possível se ter com um sistema operacional. É deprimente quando ele percebe que não é um relacionamento real, não estão colecionando momentos, não tem presente. spoiler: Porém mesmo assim ele segue com ela. E quando ela o deixa, ele finalmente percebe algo, talvez, e vai de encontro a emy. Gosto que o filme acaba com uma abertura para interpretação de que os dois tentarão algo juntos.
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