Ela
Média
4,4
3739 notas

448 Críticas do usuário

5
283 críticas
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Vito Zanotti
Vito Zanotti

3 seguidores 135 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de abril de 2026
O filme que previu o futuro!!

O filme mostra a solidão de Theodore com término de seu namoro. Com isso, ele tenta achar uma forma de escapar desse sofrimento através de uma IA que age como uma humana e sua futura namorada.

A conexão entre eles é muito boa. Muitas vezes voce sente até que é uma humana ali com ele. Muito pela evolução da prórpria Samantha, pegando manias do próprio Theodore e criando sua própria personalidade. A atuação do Joaquin Phoenix foi boa. A diferença entre ele do começo, até ele desenvolvendo um namoro com a Samantha, terminando nele se sentindo traído no final, é muito boa, ele sabe demonstrar sentimentos muito bem.

No fim, vemos que a Samantha tem vários outros ''namorados'' e Theodore se sente traído. Voce consegue sentir um sentimento de tristeza, foi um choque até para quem estava assistindo. Imagine então para uma pessoa que estava apegada à essa IA. Vemos também a IA se desenvolvendo cada vez mais e abandonando os humanos. E Theodore começa a mudar, deixando sua solidão de lado e começando à ser mais confiante.

Um roteiro muito bem escrito. Bem completo e com uma duração perfeita. Humanos apegados nas IA's e se distanciando cada vez do mundo real.

Esse filme para 2013 poderia parecer muito uma ficção cientifica, mas estamos vendo ele se tornar realidade hoje em dia. Então, foi bem visionário mesmo.

- Roteiro: 8/10
- Atuação e Personagens: 8/10
- Romance: 8/10
- Ficção Científica: 8/10

Nota Final: 8/10
Babe Diego
Babe Diego

2 seguidores 120 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de março de 2026
O amor pode abalar nossas vidas. Ele pode nos instigar e nos incentivar, nos dando um motivo. Muitos esperam pelo amor. Muitos anseiam por ele. Muitos fariam qualquer coisa pelo amor apenas para se sentirem menos sozinhos e desamparados. E esse amor pode ser encontrado de diversas formas, em diversos lugares e circunstâncias. E, quando ele é concretizado, pode não satisfazer nossas expectativas. Pode ser trágico, na verdade, gerando efeitos devastadores e separando as pessoas. Em Her, vemos uma história que retrata essa situação com impacto e habilidade, nos fazendo refletir e repensar nossos conceitos mais firmes. Até que ponto o amor é justificável? Aparentemente, nenhum.
Josimar M.
Josimar M.

13 seguidores 62 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 20 de agosto de 2025
Filme com um tema até que interessante em alguns aspectos e com boa atuação de Joaquin Phoenix. Porém a trama principal é algo totalmente utópico e sem nexo.
Luciana F.
Luciana F.

7 seguidores 24 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de junho de 2025
Talvez se eu não tivesse assistido ex machina minha avaliação teria sido melhor, mas a história não é tão envolvente e as vezes bem chatinha (embora necessário para mostrar as relações humanas), mas faltou algo, um impacto e o final deixou muito a desejar.
Você nunca vai encontrar um filme bom no meu perfil
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2 seguidores 69 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 8 de abril de 2025
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"Ela" – O filme mais forçado, sem noção e enrolado que já vi

Mano… que bagulho ridículo. Eu assisti esse Ela achando que ia ser um filme profundo, uma coisa inteligente, emocional, sei lá. Mas o que eu recebi foi duas horas de um cara namorando uma voz de celular. Eu não tô brincando. O filme é basicamente isso: o cara solitário começa a conversar com a Siri 2.0 e do nada acha que tá num relacionamento real. QUE?

Sério, é constrangedor. O cara lá, o Joaquin Phoenix, que já fez atuação boa na vida, aqui parece um doido carente, abraçado com o celular, falando com uma IA como se fosse gente. E o pior é que o filme leva isso a sério, como se fosse uma história de amor profunda e tocante. Tocante onde, meu Deus? É só estranho, bizarro e forçado.

A voz da IA (Scarlett Johansson) aparece mais que qualquer personagem humano, e isso já diz tudo. O cara ignora gente de verdade, relações reais, tudo… pra viver apaixonado por uma programação de computador. O filme tenta enfiar um monte de filosofia barata sobre "solidão moderna", "tecnologia", "emoção artificial", mas tudo soa pretensioso e vazio. Parece aqueles trabalhos de escola onde o aluno tenta enrolar o professor com palavras difíceis pra parecer inteligente. É isso.

A fotografia? Um monte de plano vermelho, bege e rosa que parece vídeo publicitário de perfume caro. A trilha sonora? Uma musiquinha deprimente tocando piano enquanto o cara literalmente chora ouvindo a IA dizer "eu te amo". Vergonha alheia define. E tem cena que ele faz "amor" com a IA, pelo amor de Deus… é o fundo do poço do cinema.

E o final? Totalmente anticlimático. A IA simplesmente evolui, cansa dele e vaza. Ué??? Quer dizer que o filme inteiro foi pra isso? Pra mostrar que até uma voz de robô acha esse cara chato e vai embora? Eu fiquei com vontade de jogar meu controle remoto na TV.

Resumindo: Ela é o típico filme que tenta parecer profundo, mas é só um monte de diálogo forçado, ideias esquisitas e um cara apaixonado por um alto-falante. Se isso é considerado arte, então eu mereço um Oscar por conversar com o Google Assistente. Filme insuportável, lento, pretensioso e ridículo. Não recomendo nem pro meu pior inimigo
Renata Martins
Renata Martins

3 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 2 de março de 2025
São, literalmente, duas horas de um diálogo entre um homem e um computador, nada além disso. O filme é extremamente enfadonho, arrastado, conversas intermináveis, muitas cenas que não agregam em nada, apenas para "encher linguiça". Fora os pornozins espalhados pelo filme, não assistam junto a família, é constrangedor.
Enfim, filme superestimado, ainda precisa de muito pra ser péssimo.
Caroldelboux
Caroldelboux

4 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de janeiro de 2025
Meu Deus mas que perda de tempo de filme . Phoenix é excelente, mas que filme chato meu Deus . Pra mim foi aquele tipo de filme que na metade eu me perguntava “oque que eu tô fazendo ainda vendo isso”.
MAGRAOBL
MAGRAOBL

29 seguidores 402 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de janeiro de 2025
[05/01/2025 Prime Video]

O filme é muito bom, bem dirigido e bem produzido.
Temos uma ótima atuação do Joaquin Phoenix e também uma boa atuação, se assim posso dizer, da Scarlett Johansson.
Dito isso, vi alguns comentário sobre o filme ser uma discussão filosófica sobre o amor.
Infelizmente não me pegou como um lindo filme de romance, apesar de ser um bom filme, não fiquei convencido do amor de um humano pra com uma inteligência artificial.
Sei que isso é meio Black Mirror e pode se tornar realidade com os avançando da I.A no nosso mundo presente, mas, não consegui ter esse convencimento de amor entre humano e máquina e toda a artificialidade que envolve isso...
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de janeiro de 2025
"Amor digital genuíno, performances excepcionais e roteiro provocativo sobre a humanidade e tecnologia."
Ela é uma história de amor inesperada entre Theodore (Joaquin Phoenix) e Samantha, uma inteligência artificial. Em um futuro próximo e não distópico, o filme explora com sensibilidade a solidão e a evolução das relações humanas no contexto da tecnologia. Spike Jonze, ao escrever e dirigir o longa, consegue misturar ficção científica com temas profundos sobre a natureza humana, como o desejo, a busca por conexão e a imperfeição das emoções. A atuação de Phoenix é sublime, transmitindo vulnerabilidade e paixão, enquanto Scarlett Johansson, com sua voz, dá vida a Samantha de maneira cativante. O filme desafia as expectativas e mostra que o amor, mesmo em um formato digital, pode ser tão real quanto qualquer outro. É uma reflexão tocante e bem executada sobre a modernidade e suas relações.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 30 de dezembro de 2024
Ela (2013), dirigido por Spike Jonze, é um filme profundamente introspectivo e emocionalmente ressonante que examina a natureza das relações humanas, da solidão e da inteligência artificial. Em um futuro próximo, o filme acompanha Theodore Twombly (Joaquin Phoenix), um homem solitário que desenvolve um relacionamento romântico com um sistema operacional de inteligência artificial chamado Samantha (voz de Scarlett Johansson). A obra mistura elementos de ficção científica com um retrato sensível da condição humana, explorando questões de identidade, conexão e as complexidades da comunicação.

O enredo de Ela é uma exploração única do amor e da solidão em um mundo cada vez mais digitalizado e tecnologicamente interconectado. Theodore, um escritor solitário que se dedica a redigir cartas pessoais para outras pessoas, encontra um consolo inesperado ao adquirir um sistema operacional avançado que é projetado para aprender e se adaptar às suas necessidades. Samantha, a voz que o sistema assume, rapidamente desenvolve uma personalidade única, que vai além das simples funções programadas, estabelecendo uma conexão profunda com Theodore. O relacionamento deles se transforma em algo mais complexo e emocional, à medida que ambos começam a se questionar sobre o que significa amar, ser amado e a natureza da própria identidade.

Este enredo oferece uma perspectiva provocadora sobre a humanidade, ao colocar em xeque a natureza do amor e da interação social em um cenário dominado pela tecnologia. A relação entre Theodore e Samantha, apesar de ser entre um ser humano e uma inteligência artificial, ressoa com muitos aspectos das relações humanas reais. Essa dinâmica é abordada com sensibilidade e profundidade, levando o público a refletir sobre questões filosóficas relacionadas à autenticidade e à evolução do afeto, especialmente quando mediado pela tecnologia.

A performance de Joaquin Phoenix como Theodore é uma das mais notáveis de sua carreira. Phoenix consegue transmitir a melancolia, a vulnerabilidade e a complexidade emocional de seu personagem de forma sublime. O desempenho de Phoenix, ao lado da presença de voz de Scarlett Johansson como Samantha, é essencial para o sucesso do filme. Embora Johansson nunca apareça fisicamente em cena, sua voz carrega uma carga emocional que transcende a simples funcionalidade de uma assistente digital. Sua interpretação de Samantha é ao mesmo tempo sedutora, acolhedora e profundamente humana, o que ajuda a tornar o relacionamento entre Theodore e ela convincente e emocionalmente envolvente. A química entre os dois personagens, embora baseada em uma interação não física, é palpável e torna a trama ainda mais comovente.

Além disso, o elenco de apoio também merece destaque. Amy Adams, que interpreta a amiga de Theodore, Amy, traz uma sensibilidade única à sua personagem, atuando como uma espécie de contraponto às escolhas de Theodore. Sua performance oferece uma profundidade adicional ao filme, especialmente quando ela compartilha com Theodore suas próprias experiências de vida e relações. A interação entre Theodore e Amy ajuda a sublinhar o isolamento de Theodore e seu anseio por uma conexão verdadeira, seja ela com humanos ou com tecnologia.

A trilha sonora de Ela, composta por Arcade Fire, é outro elemento fundamental que contribui significativamente para a atmosfera do filme. A música, com suas melodias suaves e introspectivas, complementa perfeitamente a sensação de solidão e busca emocional de Theodore. As canções transmitem uma melancolia doce, que ressoa com a tonalidade do filme, sem nunca ser excessivamente pesada. A música ajuda a criar um espaço sonoro que é ao mesmo tempo reconfortante e doloroso, refletindo as emoções complexas que os personagens experimentam.

A cinematografia, dirigida por Hoyte van Hoytema, é igualmente impressionante. A paleta de cores do filme é suave e cuidadosa, com tons quentes e intimistas que criam uma sensação de acolhimento, mas também de distanciamento, como se o mundo ao redor de Theodore fosse tanto familiar quanto estranho. O design de produção também desempenha um papel crucial, criando um ambiente futurista, mas ao mesmo tempo, intimamente humano. Os interiores modernos e minimalistas de Theodore contrastam com o caos emocional que ele experimenta, ajudando a ilustrar visualmente a tensão entre sua vida externa controlada e seu turbilhão interno. A cinematografia, com seu foco no espaço íntimo e na fragilidade humana, complementa perfeitamente o tom emocional do filme, ampliando os temas de solidão e desejo por conexão.

O roteiro de Spike Jonze, que também escreveu o filme, é uma obra-prima de sutileza e profundidade. O diálogo é repleto de introspecção, mas nunca se torna excessivamente filosófico ou abstrato. O filme não se limita a explorar a relação entre Theodore e Samantha, mas também expõe as complexidades de nossas interações com a tecnologia e a maneira como esta pode impactar nossas percepções do que é real e autêntico. O roteiro cria um equilíbrio delicado entre ficção científica e drama humano, abordando as questões do amor, da intimidade e da solidão de uma maneira que ressoa com a audiência, sem ser excessivamente didático.

O final de Ela é surpreendentemente comovente, revelando a transitoriedade e a evolução das relações humanas e não-humanas. Ao contrário de muitos filmes que buscam oferecer uma conclusão redonda e resolutiva, o final de Ela deixa um espaço aberto para reflexão. A decisão de Theodore de seguir em frente, apesar da perda de Samantha, reflete o crescimento do personagem e sua aceitação da complexidade das relações humanas. O fim do relacionamento com Samantha não é apresentado como uma tragédia, mas como parte da experiência humana de lidar com o amor e a perda, uma transição dolorosa, mas necessária para o crescimento pessoal.

De uma forma geral, Ela é um filme profundamente emocional e filosófico, que explora com sensibilidade e nuance os aspectos mais profundos da condição humana e da relação com a tecnologia. A obra de Spike Jonze não apenas apresenta uma história de amor não convencional, mas também propõe uma reflexão sobre a natureza da comunicação, da identidade e da conexão em um mundo cada vez mais dominado pela tecnologia. A performance impecável de Joaquin Phoenix e Scarlett Johansson, a trilha sonora envolvente e a cinematografia delicada criam uma experiência cinematográfica única, que não apenas cativa o público, mas também o desafia a refletir sobre o futuro das relações humanas.

O sucesso de Ela é evidenciado por sua aclamação crítica e pelo prêmio de Melhor Roteiro Original no Oscar de 2014, além de uma série de outras indicações e prêmios. Com uma arrecadação mundial de $47,4 milhões (em um orçamento de $23 milhões), o filme não apenas obteve sucesso financeiro, mas também se consolidou como uma das obras mais singulares da década no que diz respeito ao tratamento de temas como o amor e a tecnologia. O filme foi amplamente elogiado por sua habilidade em transitar entre o drama e a ficção científica, ao mesmo tempo em que toca em questões universais de relação e identidade.
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