Indiana Jones e A Relíquia do Destino
Média
3,7
329 notas

41 Críticas do usuário

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Pedro Nascimento
Pedro Nascimento

6 seguidores 262 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de junho de 2025
Deveria ser melhor é claro mas também não acho que foi essa lacração toda que tão falando parece que nesse filme eles tentaram unir todos os 4 e parece que ficou meio confuso talvez o mais fraco dos 4 mas também não chega a ser um filme Harrison Ford com 80 anos também seria difícil.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.006 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de janeiro de 2025
"Apesar das falhas nos efeitos digitais e química fraca, é uma despedida emocionalmente satisfatória para o personagem."
Após a decepcionante Caveira de Cristal, o quinto filme da franquia resgata a mitologia de Indiana Jones, ao colocar o arqueólogo aposentado em uma nova busca por artefatos, com a Lança de Longino e a máquina de Anticítera. James Mangold equilibra o tom de ação com a melancolia do envelhecimento de Jones, interpretado de forma excepcional por Harrison Ford. A sequência de abertura é cativante, mas o filme peca pela excessiva digitalização e efeitos pouco convincentes em alguns momentos. A presença de novos personagens e vilões funciona, embora a química do elenco não seja tão forte. No entanto, o filme oferece uma despedida mais digna para o herói, ao explorar sua bagagem emocional e relação com o legado.
Felipe Santos
Felipe Santos

12 seguidores 169 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de agosto de 2024
Indiana Jones e a Relíquia Do Destino é um filme que se apoia demais em fan service e também tem um certo problema de ritmo e de narrativa" mas no geral ele ainda consegue ser divertido se você apenas quiser ver mais um filme de aventura com uma despedida mais bem feita do personagem indy.
O bão do Marcelão
O bão do Marcelão

17 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de agosto de 2024
DERRADEIRA AVENTURA QUE VAI E VOLTA NO TEMPO

Harrison Ford é daqueles poucos atores que não se prendem e não ficam encapsulados quando sua personagem faz sucesso perante o público. Aos 80 anos, ele adquiriu sabedoria suficiente para se desvencilhar de ‘Star Wars’ ou de ‘Indiana Jones’, doando seu talento para outras produções.
Já se passaram mais de 40 anos, desde que o herói de vida dupla, ora professor universitário, ora aventureiro radical procurando tesouros e decifrando mistérios, encanta as telas com doses de muita ação e humor.
Aliás, o recurso da Inteligência Artificial é bem aplicado quando se trata de rejuvenescer Harrison Ford no filme “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”. A realidade de vê-lo bem mais jovem é incrível (o que é diferente de ser perfeita), mas em meio a discussões sobre o uso ético da IA, isso passa longe, desde que seja empregada de forma construtiva, anulando assim a imagem ameaçadora.
O apaixonado por arqueologia já se encontra senil e próximo da aposentadoria numa época em que os astronautas da Lua recebiam todas as celebrações e os ‘hippies’ dominavam a cena.
O herói não tem sua vida exatamente estabilizada: separado de sua mulher, vive sozinho, com um jeito vadio dentro do seu apartamento.
Num primeiro retorno do tempo, Indiana Jones se aventura por trens durante a Segunda Guerra Mundial. É nesse contexto que trava conhecimento com um objeto que promete a viagem no tempo. Esta relíquia teria pertencido ao estudioso e físico grego Arquimedes.
Durante a superação dos inimigos alemães, ele cruza o caminho com Jürgen Voller (papel de Mads Mikkelsen). Ambos sabem do potencial desse aparelho e, com certeza, servirá de pano de fundo para as muitas aventuras reservadas durante a película de 150 minutos.
Voltando para o presente: o decadente e descabelado Indiana Jones recebe a visita de uma afilhada, Helena Shaw (Phoebe Waller-Bridge). Ela o procura para saber da localização da máquina de Arquimedes. Relutante, Indiana diz não ligar para isso até que uma sequência de assassinatos força-o à atividade. Motivo real: depois de 25 anos da derrota nazista, Voller quer a relíquia a todo custo.
Do lado da afilhada, Indiana é instigado pela ambição e dissimulação dela. Do lado de Voller, é a luta do Bem contra o Mal.
Daí em diante, acontece o desfile de aventuras em várias partes do mundo: Marrocos, Itália e Espanha. Vale muito a pena ficar atento à perseguição de carros pelas ruas de Tânger. Ponto alto da trama.
Ou, em menor grau, acompanhar a exploração de uma caverna no litoral da Itália. Às vezes, o filme parece um bangue-bangue com disputas e caras sujos. Tem muita pancadaria e porrada, mas não descamba para o clichê.
Não dá para contar detalhes, até porque perderia a graça, o que mostra um roteiro previsível – e digno de um Indiana Jones, visto nos outros quatro filmes da franquia. Cada um com sua característica. Esse também tem a sua, embora se compararmos com as edições anteriores, os motivos eram mais palpáveis como a busca pelo cálice do Santo Graal.
Melhor aceitar o argumento de um artefato arcaico que possibilite a viagem no tempo. Será que o filme reserva a seguinte pergunta: Arquimedes teria realmente viajado no tempo? Uma espécie do benefício da dúvida em troca da diversão.
Há decifrações de enigmas, mas elas não jorram em quantidade; coisa que em filmes anteriores garantiam e davam consistência à aventura.
É um filme bastante válido por causa de sua aposta em cenas e tomadas rápidas, na atuação e charme do octagenário de Harrison Ford e por escolhas acertadas nas locações da filmagem. O filme não prende tanto por sua emoção, mas pelo seu desenrolar. A partir da segunda metade para o fim, é que muita coisa vem à tona e se descobre. Dá direito a um Indiana Jones saudosista e viver fora de seu tempo – ponto que gera expectativa no público se ele toparia ou não.
Ponto já abordado em outros filmes, persiste a questão se um ato diferente (uma interferência) poria tudo a perder o que a História oficial descreve. Existiria a possibilidade de reescrevê-la? Quase no fim, surge a resposta: tanto no plano coletivo (a História da humanidade ou geral) quanto no plano pessoal, onde Indiana Jones tem uma grata surpresa.
Já adiantando, o tema clássico da saga toca no fim do filme. Composta por John Williams (no alto de seus 90 anos e o mais célebre compositor para trilhas cinematográficas), não houve nenhuma dúvida de que ele seria o compositor para a derradeira aventura do herói.
Desprezado por muitos, vale a pena gastar um pouco mais de tempo e ver a ficha técnica: para quem é mais velho, é muito gratificante ver em letras grandes a participação de monstros sagrados como George Lucas e Steven Spielberg. Além dos produtores Frank Marshall e Kathleen Kennedy. A direção de James Mangold é mais do que suficiente para as vertiginosas cenas de ação. Também dá para conferir a participação de Antonio Banderas – tente adivinhar qual personagem ele interpreta?
No mais, para quem conhece toda a trajetória do herói que usa chapéu e dispõe do chicote como arma de defesa ou de ataque, não é a melhor da série. Também, não dá para sair decepcionado da sala de cinema. Porém, para quem está pegando o fio do novelo, é um ótimo incentivo para ver os demais. E discutir com familiares e amigos tanto essa última aventura como as demais. Mas será mesmo que é a última?
Se Harrison Ford estiver morto, isso é impossível. Como a Inteligência Artificial deu uma pista, pode ser que um Harrison Ford de mentirinha ressurja para nos entreter e buscar novas aventuras em meio ao ambiente tranquilo dos livros e da docência na Universidade.
Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

64 seguidores 558 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de abril de 2024
Filme: Indiana Jones Relíquias do Destino @indianajones #indianajones Assistido: 16-4-24
Elenco: @harrisonford_tohonor_official @harrisonford_official_ @theofficialmads @phoebewallerbridgesource @boydholbrook @john_rhys_davies @ethannisidore @karenallenofficial @shauneywood @antoniobanderas Toby Jones.
Modelo: #ação #action #aventura #fantasia
Duração: 2h 22m Ano: 2023
Minha opinião: Indiana Jones faz parte de minha infância, um garoto que nasceu em uma cidadezinha do interior de São Paulo, onde a TV era a nossa conexão com um mundo exterior. A 1ª vez que assisti um cinema foi 1982 E.T e tive que ir até Sorocaba, pois na minha cidadezinha não há cinema, a não ser quando tinha cinema na paroquia da cidade, que era de vez em quando. Então Indiana Jones assisti pela TV a 1ª vez. E fiquei “Maravilhado” com este filme Indiana Jones Os Caçadores da Arca Perdida. Meus olhos brilharam de tanta emoção. Mas hoje assistindo a Chamada do Destino não tive o mesmo sentimento. Uma pena por isso, pois no Reino da Caveira Cristal muito menos. Sei que em 1981 Harrison tinha 39 anos e hoje ele vai fazer 82 anos. Uma diferença de 43 anos, mais tempo do que quando fez pela 1ª vez. Com certeza 1º que mais gostei, depois o 3º com Sean Connery (fantástico este filme). Depois o 2º (foi o mais diabólico), depois 5º, e por ultimo o 4º (que saiu da orbita, literalmente). Então a triologia inicial é a que mais amei, depois se desconectou do espirito de Indiana, apesar de se esforçarem. Uma curiosidade que nos 5 filmes o inimigo sempre foram os nazistas. Aqui vemos um Indiana acabado, sendo um professor de faculdade sem muita relevância, digo e repito você ver seu herói acaba e humilhado é muito triste. Na mesma forma como “Logan”. E um antigo parceiro Basil que sempre esteve atrás do relógio de Arquimedis. E ela tem duas partes onde uma esta Jones e o nazista Voller esta a procura, mas também Helena que é filha de Basil. Assim como em todos Indiana começa a aventura de caça ao rato e ao artefato. Assim com a traição de Helena, Jones vaia atrás para proteje-la e descobrir oque o artefato faz. E nesta buca leva ele ao Marrocos onde Jones, Helena e Teddy começam a desvendar os segredos. O melhor ator deste filme Isidore. Apesar de gostar Mikkeisen neste fime deixou a desejar. E por curiosidade Holbrook é o vilão aqui também com em Logan. No 4º filme teve os Ets. aqui temos a volta ao tempo, na época da guerra dos romanos com os gregos. Kkkkkkk Banderas aparece e morre no filme e no final temos um dejavu vendo Marion de volta, mas de flash, não sei quem é mais rápido.
Roteiro e enredo não é ruim, mas há uma desconexão com a trilogia inicial. Uma pena, gostaria de sentir a emoção que já havia sentindo vendo Indiana.
Vale apena assistir? Sim
Nota: 6,75
NerdCall
NerdCall

58 seguidores 449 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de março de 2024
O filme "Indiana Jones 5" mantém a consistência característica da franquia, o que não é necessariamente negativo. Elementos emblemáticos como cenas de perseguição, enigmas em tumbas, arqueologia, e ação com toques de comédia estão presentes.

Contudo, para quem não está familiarizado com a saga, o filme pode parecer menos acessível. "Indiana Jones 5" não se empenha em apresentar o personagem e sua relevância, tanto para a franquia quanto para a cultura popular.

O enredo oferece uma breve imersão nesse universo, introduzindo novos personagens e rapidamente mergulhando em sequências de ação, culminando no propósito central do filme: a despedida. Este capítulo não visa conquistar uma nova audiência, mas sim homenagear os antigos fãs.

Destaca-se a estreia da atriz Phoebe, que desempenha um papel coadjuvante de forma exímia, contracenando até mesmo de forma proeminente com Harrison Ford. Mads Mikkelsen mais uma vez se destaca como um vilão de qualidade. Sua capacidade de transformação diante das câmeras é verdadeiramente notável.

Harrison Ford evidencia seu afeto pelo papel de Indiana Jones, demonstrando sua paixão pela franquia através de uma entrega e atuação marcantes.

No entanto, "Indiana Jones 5" falha em concluir a saga de maneira satisfatória. James Mangold conduz o filme em direção ao clímax e intensifica o ritmo, mas quando atinge esse ponto, a narrativa se desacelera, perde o foco e a coesão, resultando em um desfecho vacilante e desorientado.

A sensação é de que houve certa falta de empenho na conclusão da franquia, ou talvez uma dificuldade em proporcionar um desfecho digno.
MRANDREW
MRANDREW

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de março de 2024
filme horrível, vários cliches, péssimos efeitos e muita lacrações ainda bem que podemos assistir os antigos, pra não perder nossa essência
Anderson
Anderson

19 seguidores 190 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 3 de março de 2024
Noite de sábado, preguiça, um filme que não exigisse nada do cérebro. Nada mais que diversão. Um trem repleto de nazistas, duas poderosas metralhadoras em um vagão. Corridas e lutas sobre o teto do trem, com direito à cena do túnel que se aproxima. Ao fim de alguns minutos restavam intactos, após lutas e tiros, apenas Indiana Jones e um velhinho seu amigo. Além, claro, dos seus chapéu e chicote. Quem resistir além daí verá corridas insanas do tuk-tuk indiano em Marrocos contra automóveis modernos e velozes, tudo em meio a tiroteios e acrobacias inacreditáveis. Seguramente o carrinho deve ter motor de Ferrari e o idoso Harrison Ford, com seus 81 anos, dificilmente sairia da aventura com algum osso inteiro. Cenas e diálogos cheirando a mofo. Parece que reeditaram os roteiros anteriores e deram uma bela exagerada para atender ao público de coisas tipo "Velozes e Furiosos n". Tudo por causa de uma fantástica "anticítera de Arquimedes", talvez a única verdade do filme. Tiveram a coragem de chutar que o mecanismo com mais de dois mil anos de idade já poderia prever fissuras no tempo. Coitado do Einstein. Os produtores dessa falácia acreditam piamente na inexistência de cérebro no crânio dos seus incautos espectadores. Não sei o que ocorre na infinidade de minutos que se sucedem, pois tive que parar para me submeter a uma seção de autoflagelação com o intuito de, talvez, ser perdoado por ter me exposto a uma tal ignomínia.
julião Kroeber
julião Kroeber

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 12 de fevereiro de 2024
Movimentado como os outros filmes da saga porém o personagem principal teve o físico remodelado e remoçado considerando-se que Harrison Ford ao fazer o filme ano passado já estava com 81 anos e aparece com cara de 40. Ridículo!
Leonardo A
Leonardo A

12 seguidores 187 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de janeiro de 2024
Prometem ser o último filme, mas depois dos remakes e releituras, não podemos confiar nisso. Apesar de amar o primeiro filme, dá pena assistir a esse. Não que seja malfeito ou peque na aventura – um neófito adoraria, mas é justamente isso: parece uma reprise dos outros filmes.
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