Indiana Jones e A Relíquia do Destino
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3,6
330 notas

42 Críticas do usuário

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Emidio Nagura
Emidio Nagura

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de setembro de 2023
Por se tratar de um filme do Indiana Jones, esperava mais do mesmo. Sem a direção do Spielberg e apoio do Lucas, acabou ficando insosso, sem vigor, sem risadas e sem graça. Até mesmo a trilha sonora mais lenta do John Williams apontava um Dr. Jones cansado e, envelhecido, diferente do que costumávamos ver. Achei triste fechar o ciclo do personagem num clima desses. Tudo acaba.
Giorgio L
Giorgio L

1 seguidor 8 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de agosto de 2023
Filme excelente! Muita ação, aventura, ficção, comédia e romance! Seguiu a risca da trajetória do Indiana Jones!!!! Quem avaliou mal esse filme, não entendeu o espírito da história!

Antônio Banderas que morreu rápido!!!! Mas está valendo!!!! Gostei muito do filme e RECOMENDO!!!!

SAUDE E SUCESSO A TODOS!!!!
GIORGIO PATRICK
Dudu S.
Dudu S.

21 seguidores 71 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de agosto de 2023
“Indiana Jones e a Relíquia do Destino é uma despedida digna de Harrisson Ford”.


Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida foi lançado em 1981, e em seguida foi lançado mais dois filmes. Com o tempo indiana Jones virou um personagem icônico que todos sabem quem ele é, seja pelo chapéu ou pela música. Desde o primeiro Longa Indiana Jones foi algo épico e incrível e tem uma trilogia que muitos consideram clássica. Já o quarto filme é algo que muitos fãs não gostam. Os quartos longas anteriores foram dirigidos por Steven Spielberg. Em fevereiro de 2020 anunciaram que Spielberg não iria dirigia esse novo projeto, então escolheram James Mangold. Muitos fãs ficaram tristes com essa notícia até porque Spielberg é um dos melhores diretores de Hollywood, e tem muito mais expêriencia que o novo diretor e conhece os personagens muito melhor, até porque trabalhou nisso vários anos de sua vida. Apesar da saída de Spielberg, o filme não decepciona.


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Qual a história de Indiana Jones e a Relíquia do Destino?
Indiana Jones (Harrisson Ford), famoso arqueólogo, professor e aventureiro, embarca em mais uma missão inesperada. Neste retorno do herói lendário, Indiana Jones, na quinta parcela da icônica série de filmes, encontra-se em uma nova era, aproximando-se da aposentadoria. Ele luta para se encaixar em um mundo que parece tê-lo superado. Mas quando as garras de um mal muito familiar retornam na forma de um antigo rival, Indiana Jones deve colocar seu chapéu e pegar seu chicote mais uma vez para garantir que um antigo e poderoso artefato não caia nas mãos erradas. Mas, desta vez, ele tem o sangue de uma nova geração para o ajudar nas suas descobertas e na sua luta contra o vilão Jürgen Voller (Mads Mikkelsen). Acompanhado de sua afilhada, Helena Shaw (Phoebe Waller-Bridge), o arqueólogo corre contra o tempo para recuperar o item que pode mudar o curso da história.


O Roteiro do filme é uma aventura onde o Indiana Jones vai em busca de um artefato para não deixar nas mãos erradas. Nesse longa temos a volta de alguns personagens antigos como o Sallah(John Rhys Davies), e a Marion (Karen Allen). Eles não aparecem muito, mas o que tem maior destaque é o Sallah que aparece no começo e ajuda o Indiana Jones. Já a Marion só aprece no final, em uma cena emocionante que faz referência a um momento de Indy e Marion no primeiro filme da saga. Nessa jornada Indiana Jones tem uma a sua afilhada Helena Shaw como aliada. A personagem dela é um pouco contraditória, no começo eles fazem parecer que ela só se importa com dinheiro, mas ela realmente se importa em achar o artefato que seu pai estudou a vida inteira. Esse traço de se importar com dinheiro ficou meio sem sentido e tira um pouco a questão emocional de seu passado e a relação com seu pai. O vilão Jügem Voller que quer completar a antikythera para mudar o resultado da segunda guerra mundial. Assim como a maioria dos vilões do indiana Jones, ele é um nazista. mesmo estando velho Indiana Jones consegue ser aquele herói icônico que conhecemos. O primeiro e segundo ato do roteiro são muito bons, mas o terceiro ato é sem sentido. Indiana Jones e o vilão Jürgen Voller viajam para a Grécia Antiga, o plano era para ir para Alemanha nazista, ou seja, dá tudo errado para o vilão e ele ainda é derrotado de forma fácil. Apesar do terceiro ato ruim, tem vários momentos emocionantes e tem referências a outros filmes da franquia.

A direção de arte é muito boa, traz vários cenários exóticos e aventureiros como Tânger Athenas, e Sicília. Em Tânger eles trazem um cenário exótico e quente mostrando que é um longa de aventura. Athenas eles não mostram muito a cidade e sim o mar, já que os personagens têm que ir até certo ponto no mar e mergulhar para achar algo que os leve para o artefato que eles procuram. Em Sicília o cenário é a caverna do local que é onde está escondido o que eles procuram.

O figurino do Indiana Jones continua sendo aquele clássico dos filmes anteriores, um chapéu, bolsa, casaco de couro e um chicote. O vilão usa um terno e óculos, isso mostra que ele é um cara rico, e que tem recursos a sua disposição. A personagem Helena Shaw usa roupa leves que são fáceis de se locomover e confortáveis, até porque os lugares por onde ela passa são exóticos, perigosos e sujos.

A direção de fotografia é boa. A iluminação das cenas é boa e os enquadramentos usados fazem sentido com a narrativa. É utilizado Planos abertos e fechados nos momentos certos. Como o cenário é algo bem importante, usam planos mais aberto, para dar um certo destaque. Nas partes mais emocionais utiliza planos mais fechados.



A edição é boa, as cenas fluem bem, e não parecem picotadas. Os flashbacks são colocados nos momentos ideais. O filme já começa com um flashback que é muito bem colocado no começo que já nos mostra sobre o que será a história, ele é meio comprido, mas é importante. A montagem cria um bom ritmo na narrativa, utilizando cortes nos momentos certos.

A trilha sonora é composta por John Wiliams que já compôs a trilha dos longas anteriores, e dessa vez ele compõe uma trilha boa que faz sentido com a narrativa e é colocada nos momentos certos. É claro que toca a música clássica e causa um sentimento de nostalgia toda vez que a ouve no filme.

As atuações são boas principalmente do Harrison Ford, Phoebe Waller Bridge, e Mads Mikkelsen. Harrison Ford se despede do papel do melhor jeito possível, entregando uma grande atuação e mostra que esse é o maior papel da carreira dele e o personagem mais icônico que ele já interpretou. Phoebe Waller Bridge entrega uma boa performance, utilizando seu enorme carisma. Mads Mikkelsen tem uma boa atuação, trazendo um bom vilão para as telas. Esse ator faz muito bem papel de vilões e nunca decepciona.

James Mangold foi muito corajoso em assumir a direção do longa após Spielberg deixar o cargo de diretor. A pressão e responsabilidade em cima de Mangold era enorme, ele tinha que produzir algo bom e que honrasse esse personagem. A direção de James Mangold não foge muito do estilo que Spielberg usou nos outros filmes e consegue nos entregar um filme bom, nostálgico e divertido que tem suas falhas, mas ele honra o legado do Indiana Jones.

Bem se você espera um filme do nível dos três primeiros, você irá se decepcionar, mas se quer assistir uma boa aventura cheia de nostalgia, esse longa definitivamente é para você. Indiana Jones e a Relíquia do Destino vale a pena assistir pelo Harrison Ford e pelo legado que ele deixa interpretando esse personagem icônico.
Cintia
Cintia

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de julho de 2023
Muito bom, gostei mto e recomendo! Bem melhor do que aquele que fizeram em 2008. Harrisson Ford com 81 anos está em ótima forma e inclusive até dispensou os dublês! 
Marcelo Nannini
Marcelo Nannini

4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de julho de 2023
Harrison Ford é daqueles poucos atores que não se prendem e não ficam encapsulados quando sua personagem faz sucesso perante o público. Aos 80 anos, ele adquiriu sabedoria suficiente para se desvencilhar de ‘Star Wars’ ou de ‘Indiana Jones’, doando seu talento para outras produções.
Já se passaram mais de 40 anos, desde que o herói de vida dupla, ora professor universitário, ora aventureiro radical procurando tesouros e decifrando mistérios, encanta as telas com doses de muita ação e humor.
Aliás, o recurso da Inteligência Artificial é bem aplicado quando se trata de rejuvenescer Harrison Ford no filme “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”. A realidade de vê-lo bem mais jovem é incrível (o que é diferente de ser perfeita), mas em meio a discussões sobre o uso ético da IA, isso passa longe, desde que seja empregada de forma construtiva, anulando assim a imagem ameaçadora.
O apaixonado por arqueologia já se encontra senil e próximo da aposentadoria numa época em que os astronautas da Lua recebiam todas as celebrações e os ‘hippies’ dominavam a cena.
O herói não tem sua vida exatamente estabilizada: separado de sua mulher, vive sozinho, com um jeito vadio dentro do seu apartamento.
Num primeiro retorno do tempo, Indiana Jones se aventura por trens durante a Segunda Guerra Mundial. É nesse contexto que trava conhecimento com um objeto que promete a viagem no tempo. Esta relíquia teria pertencido ao estudioso e físico grego Arquimedes.
Durante a superação dos inimigos alemães, ele cruza o caminho com Jürgen Voller (papel de Mads Mikkelsen). Ambos sabem do potencial desse aparelho e, com certeza, servirá de pano de fundo para as muitas aventuras reservadas durante a película de 150 minutos.
Voltando para o presente: o decadente e descabelado Indiana Jones recebe a visita de uma afilhada, Helena Shaw (Phoebe Waller-Bridge). Ela o procura para saber da localização da máquina de Arquimedes. Relutante, Indiana diz não ligar para isso até que uma sequência de assassinatos força-o à atividade. Motivo real: depois de 25 anos da derrota nazista, Voller quer a relíquia a todo custo.
Do lado da afilhada, Indiana é instigado pela ambição e dissimulação dela. Do lado de Voller, é a luta do Bem contra o Mal.
Daí em diante, acontece o desfile de aventuras em várias partes do mundo: Marrocos, Itália e Espanha. Vale muito a pena ficar atento à perseguição de carros pelas ruas de Tânger. Ponto alto da trama.
Ou, em menor grau, acompanhar a exploração de uma caverna no litoral da Itália. Às vezes, o filme parece um bangue-bangue com disputas e caras sujos. Tem muita pancadaria e porrada, mas não descamba para o clichê.
Não dá para contar detalhes, até porque perderia a graça, o que mostra um roteiro previsível – e digno de um Indiana Jones, visto nos outros quatro filmes da franquia. Cada um com sua característica. Esse também tem a sua, embora se compararmos com as edições anteriores, os motivos eram mais palpáveis como a busca pelo cálice do Santo Graal.
Melhor aceitar o argumento de um artefato arcaico que possibilite a viagem no tempo. Será que o filme reserva a seguinte pergunta: Arquimedes teria realmente viajado no tempo? Uma espécie do benefício da dúvida em troca da diversão.
Há decifrações de enigmas, mas elas não jorram em quantidade; coisa que em filmes anteriores garantiam e davam consistência à aventura.
É um filme bastante válido por causa de sua aposta em cenas e tomadas rápidas, na atuação e charme do octagenário de Harrison Ford e por escolhas acertadas nas locações da filmagem. O filme não prende tanto por sua emoção, mas pelo seu desenrolar. A partir da segunda metade para o fim, é que muita coisa vem à tona e se descobre. Dá direito a um Indiana Jones saudosista e viver fora de seu tempo – ponto que gera expectativa no público se ele toparia ou não.
Ponto já abordado em outros filmes, persiste a questão se um ato diferente (uma interferência) poria tudo a perder o que a História oficial descreve. Existiria a possibilidade de reescrevê-la? Quase no fim, surge a resposta: tanto no plano coletivo (a História da humanidade ou geral) quanto no plano pessoal, onde Indiana Jones tem uma grata surpresa.
Já adiantando, o tema clássico da saga toca no fim do filme. Composta por John Williams (no alto de seus 90 anos e o mais célebre compositor para trilhas cinematográficas), não houve nenhuma dúvida de que ele seria o compositor para a derradeira aventura do herói.
Desprezado por muitos, vale a pena gastar um pouco mais de tempo e ver a ficha técnica: para quem é mais velho, é muito gratificante ver em letras grandes a participação de monstros sagrados como George Lucas e Steven Spielberg. Além dos produtores Frank Marshall e Kathleen Kennedy. A direção de James Mangold é mais do que suficiente para as vertiginosas cenas de ação. Também dá para conferir a participação de Antonio Banderas – tente adivinhar qual personagem ele interpreta?
No mais, para quem conhece toda a trajetória do herói que usa chapéu e dispõe do chicote como arma de defesa ou de ataque, não é a melhor da série. Também, não dá para sair decepcionado da sala de cinema. Porém, para quem está pegando o fio do novelo, é um ótimo incentivo para ver os demais. E discutir com familiares e amigos tanto essa última aventura como as demais. Mas será mesmo que é a última?
Se Harrison Ford estiver morto, isso é impossível. Como a Inteligência Artificial deu uma pista, pode ser que um Harrison Ford de mentirinha ressurja para nos entreter e buscar novas aventuras em meio ao ambiente tranquilo dos livros e da docência na Universidade.
MichaellMachado
MichaellMachado

1.122 seguidores 538 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 23 de julho de 2023
"Mais um filme da Lacroesfera que você não precisa perder tempo para assistir! Indiana Jones que é um mero coadjuvante, isso é piada de mal gosto. Acredite não perca tempo vendo esse filme".
Cronos C
Cronos C

17 seguidores 182 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de julho de 2023
É um bom filme, com o velho Indiana Jones vivendo suas aventuras de forma intensa e surpreendente, mas o filme se perde um pouco nas cenas exageradas de ação, muito longas e às vezes cansativas. Harrison Ford está ótimo, mas os novos atores, como Phoebe Waller-Bridge (Helena Shaw) não conseguem convencer e as aventuras perdem o brilho. Sem dar spoiler foi uma grande injustiça o que fizeram com Karen Allen (Marion). Considerei esse filme o mais fracos da série, mas vale a pena assistir pela história e a eterna lembrança do grande Indiana Jones.
Mcine
Mcine

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 17 de julho de 2023
Não percam seu tempo, a Disney acabou com a franquia Indiana Jones (afinal, o que presta da Disney?) , filme repetitivo e previsível , cópia dos outros anteriores só que bem pior.....
Indioandroid
Indioandroid

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 12 de julho de 2023
Extremamente confuso, lacrador, cansativo e infiel a proposta original. Indiana Jones ficou em segundo plano. Muito triste para os fãs.
Ana Mercedes Gauna
Ana Mercedes Gauna

12 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de julho de 2023
Eu vi hoje de tarde o filme Indiana Jones e a Relíquia do Tempo no cinema Estação Net Rio. O filme acabou minutos atrás, eu gostei muito do filme, ele é muito bom.
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