Média
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The Skin I Live In foi completamente diferente do que eu esperava, mesmo eu já conhecendo o plot principal. Ainda assim, a construção da história até a revelação
spoiler:
sobre Vicente
é tão bem organizada que dá pra sentir perfeitamente o quanto essa descoberta deve ser impactante pra quem entra sem saber de nada.
O que mais me chamou atenção, porém, foi perceber que esse não é um filme grotesco no sentido que eu imaginava. Ele não é fisicamente brutal e não depende de choque visual constante. O horror é frio, calculado e metódico, e isso reflete perfeitamente quem Robert é. Ele é médico, cirurgião. Não é um monstro no sentido clássico da palavra, não é um Leatherface. E justamente por isso sua brutalidade acaba sendo ainda mais perturbadora.
spoiler: Vicente não teve apenas o corpo alterado. Sua identidade foi fragmentada, arrancada e reconstruída de fora pra dentro.
E, pra mim, uma das questões centrais do filme é justamente essa:
Até onde vc consegue manter quem vc era quando te moldam para ser quem vc é?
A transição do passado de volta ao presente também é muito forte porque coloca quase lado a lado a violência spoiler: que Vicente sofreu e a estranha conexão que ele passa a ter com Robert.
Isso gera um desconforto muito maior do que qualquer brutalidade explícita poderia gerar. A questão da síndrome de Estocolmo também paira sobre essa relação o tempo todo, mesmo que o filme nunca reduza tudo a isso.
E aí vem uma das cenas mais fortes do filme pra mim: spoiler: Vicente beijando a própria foto no jornal.
É um gesto de dois segundos, mas que carrega o filme inteiro. spoiler: Ele nunca esqueceu de si próprio.
Por isso o final é tão satisfatório. spoiler: Robert também estava sendo manipulado. Vicente nunca desapareceu de verdade, por mais que tentassem reconstruí-lo de outra forma.
spoiler: “Eu sou o Vicente.”
E acaba. Genial.
é tão bem organizada que dá pra sentir perfeitamente o quanto essa descoberta deve ser impactante pra quem entra sem saber de nada.
O que mais me chamou atenção, porém, foi perceber que esse não é um filme grotesco no sentido que eu imaginava. Ele não é fisicamente brutal e não depende de choque visual constante. O horror é frio, calculado e metódico, e isso reflete perfeitamente quem Robert é. Ele é médico, cirurgião. Não é um monstro no sentido clássico da palavra, não é um Leatherface. E justamente por isso sua brutalidade acaba sendo ainda mais perturbadora.
spoiler: Vicente não teve apenas o corpo alterado. Sua identidade foi fragmentada, arrancada e reconstruída de fora pra dentro.
E, pra mim, uma das questões centrais do filme é justamente essa:
Até onde vc consegue manter quem vc era quando te moldam para ser quem vc é?
A transição do passado de volta ao presente também é muito forte porque coloca quase lado a lado a violência spoiler: que Vicente sofreu e a estranha conexão que ele passa a ter com Robert.
Isso gera um desconforto muito maior do que qualquer brutalidade explícita poderia gerar. A questão da síndrome de Estocolmo também paira sobre essa relação o tempo todo, mesmo que o filme nunca reduza tudo a isso.
E aí vem uma das cenas mais fortes do filme pra mim: spoiler: Vicente beijando a própria foto no jornal.
É um gesto de dois segundos, mas que carrega o filme inteiro. spoiler: Ele nunca esqueceu de si próprio.
Por isso o final é tão satisfatório. spoiler: Robert também estava sendo manipulado. Vicente nunca desapareceu de verdade, por mais que tentassem reconstruí-lo de outra forma.
spoiler: “Eu sou o Vicente.”
E acaba. Genial.
O filme é espetacular. Eu fiquei completamente impactado com o rumo que a trama segue. Surpreendente.
A pele que habito é um filme espanhol que contou com a direção de Pedro Almodóvar que também participou do roteiro ao lado de Agustín Almodóvar. Na trama, Vera (Elena Anaya) que vive presa em um quarto numa luxuosa mansão. A residência pertence ao médico cirurgião Robert ( Antônio Banderas), que a mantém trancafiada. Porém, por trás dessa história se esconde grandes traumas para ambos. Um suspense muito bem construindo, na qual o seu foco é a vingança. O começo do filme pode parecer confuso, mas logo vai nos mostrando nos revelando suas pistas. Durante todo o segundo ato, a narrativa volta ao passado para explicar tudo o que aconteceu. No terceiro ato, o filme volta ao presente e nos oferece a sua resolução. O ponto central do filme é usar a ideia da pele como forma de se esconder diante da realidade (para ambos os protagonistas). Embora tratado, o assunto de bioética fica para um segundo plano. Podemos fazer também uma releitura de Frankenstein dos dias atuais, pois mesmo com as transformações, Vicente ainda estava embaixo da pele. O final não teve nenhuma surpresa, além de ser seco.
Nossa, eu descrevo o filme como doentio, que idéia mais maluca. Ver o ator principal que se destaca no cenário mundial fazendo este tipo de filme, sem palavras, tristeza. O filme é lento, sem graça e nada se salva. Resumindo, corre desta maluquice.
Simplesmente horrível, péssimo, medíocre, lixo, perda de tempo total..
Almodavar e Bandeiras, que decepção,.
Almodavar e Bandeiras, que decepção,.
Um filme que começa confuso, e sua narrativa é construída de cacos e cacos até a metade do filme. Após o entendimento da narrativa, o filme começa a ficar sombrio. O plot-twist seria ótimo, se não fosse perturbador.
Spoiler:
spoiler: Quando você entende que o protagonista se apaixona pela sua criação que é inspirada em sua ex-esposa e na verdade é o "abusador" de sua filha que morre após ficar traumatizada, você tem vontade de parar de assistir.
Spoiler:
spoiler: Quando você entende que o protagonista se apaixona pela sua criação que é inspirada em sua ex-esposa e na verdade é o "abusador" de sua filha que morre após ficar traumatizada, você tem vontade de parar de assistir.
Uma droga de filme. Superestimado. Quem elogia é hipócrita fingindo ser culto e descolado. Quase uma pornochanchada brasileira dos anos 70 no Brasil. Acho todos os filmes do Almodóvar horríveis e esse não foge desse flagelo. Cenas mal feitas, toscas, atuações lamentáveis, tramas infantis. Assisti só pra confirmar o que eu sempre soube, Almodóvar é péssimo. Aqueles que o idolatram não sabem sequer viver. Nem a nudes e sensualidade se salva nesse filme. Um completo desperdício de tempo, talento, dinheiro e espaço. Almodóvar deveria ter se tornado um auxiliar de escrivão em algum cartório na Sibéria soviética, lá sua falta de talento não iria desperdiçar o tempo de ninguém.
História interessante, direção interessante. Mas é um filme chato e bem maluco, não tem nada para te deixar preso à tela. Não gostei
Péssimo, filme superestimado, perdi duas horas da minha vida.
Não recomendo, não é profundo, emocionante e não agrega em absolutamente nada.
Filme sem pé e sem cabeça, com um enredo chato tentando ser o que não é.
Se quer um filme emocionante de superação, assista O Quarto de Jack.
Não recomendo, não é profundo, emocionante e não agrega em absolutamente nada.
Filme sem pé e sem cabeça, com um enredo chato tentando ser o que não é.
Se quer um filme emocionante de superação, assista O Quarto de Jack.
O filme tinha tudo pra ser bom. O diretor/ roteirista pensou em algo surreal, mas o filme se perde no final. Parece que ficaram sem ideia pra terminar, e acabou de qualquer jeito. Uma pena, pois tinha um potencial grande pra ser um dos melhores filmes já vistos pelo público que adora cinema.
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