A Pele que Habito
Média
4,1
1576 notas

140 Críticas do usuário

5
49 críticas
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40 críticas
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2
12 críticas
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Alec Henrique
Alec Henrique

22 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de outubro de 2026
The Skin I Live In foi completamente diferente do que eu esperava, mesmo eu já conhecendo o plot principal. Ainda assim, a construção da história até a revelação spoiler: sobre Vicente
é tão bem organizada que dá pra sentir perfeitamente o quanto essa descoberta deve ser impactante pra quem entra sem saber de nada.

O que mais me chamou atenção, porém, foi perceber que esse não é um filme grotesco no sentido que eu imaginava. Ele não é fisicamente brutal e não depende de choque visual constante. O horror é frio, calculado e metódico, e isso reflete perfeitamente quem Robert é. Ele é médico, cirurgião. Não é um monstro no sentido clássico da palavra, não é um Leatherface. E justamente por isso sua brutalidade acaba sendo ainda mais perturbadora.

spoiler: Vicente não teve apenas o corpo alterado. Sua identidade foi fragmentada, arrancada e reconstruída de fora pra dentro.
E, pra mim, uma das questões centrais do filme é justamente essa:
Até onde vc consegue manter quem vc era quando te moldam para ser quem vc é?

A transição do passado de volta ao presente também é muito forte porque coloca quase lado a lado a violência spoiler: que Vicente sofreu e a estranha conexão que ele passa a ter com Robert.
Isso gera um desconforto muito maior do que qualquer brutalidade explícita poderia gerar. A questão da síndrome de Estocolmo também paira sobre essa relação o tempo todo, mesmo que o filme nunca reduza tudo a isso.

E aí vem uma das cenas mais fortes do filme pra mim: spoiler: Vicente beijando a própria foto no jornal.
É um gesto de dois segundos, mas que carrega o filme inteiro. spoiler: Ele nunca esqueceu de si próprio.


Por isso o final é tão satisfatório. spoiler: Robert também estava sendo manipulado. Vicente nunca desapareceu de verdade, por mais que tentassem reconstruí-lo de outra forma.


spoiler: “Eu sou o Vicente.”


E acaba. Genial.
Ed Oliver
Ed Oliver

10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de setembro de 2026
O filme é espetacular. Eu fiquei completamente impactado com o rumo que a trama segue. Surpreendente.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

26 seguidores 977 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de agosto de 2025
A pele que habito é um filme espanhol que contou com a direção de Pedro Almodóvar que também participou do roteiro ao lado de Agustín Almodóvar. Na trama, Vera (Elena Anaya) que vive presa em um quarto numa luxuosa mansão. A residência pertence ao médico cirurgião Robert ( Antônio Banderas), que a mantém trancafiada. Porém, por trás dessa história se esconde grandes traumas para ambos. Um suspense muito bem construindo, na qual o seu foco é a vingança. O começo do filme pode parecer confuso, mas logo vai nos mostrando nos revelando suas pistas. Durante todo o segundo ato, a narrativa volta ao passado para explicar tudo o que aconteceu. No terceiro ato, o filme volta ao presente e nos oferece a sua resolução. O ponto central do filme é usar a ideia da pele como forma de se esconder diante da realidade (para ambos os protagonistas). Embora tratado, o assunto de bioética fica para um segundo plano. Podemos fazer também uma releitura de Frankenstein dos dias atuais, pois mesmo com as transformações, Vicente ainda estava embaixo da pele. O final não teve nenhuma surpresa, além de ser seco.
Luiz Marcelo (Padreco)
Luiz Marcelo (Padreco)

25 seguidores 142 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 22 de fevereiro de 2025
Nossa, eu descrevo o filme como doentio, que idéia mais maluca. Ver o ator principal que se destaca no cenário mundial fazendo este tipo de filme, sem palavras, tristeza. O filme é lento, sem graça e nada se salva. Resumindo, corre desta maluquice.
Vilson Mauricio
Vilson Mauricio

1 seguidor 14 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2025
Simplesmente horrível, péssimo, medíocre, lixo, perda de tempo total..
Almodavar e Bandeiras, que decepção,.
Helton Gustavo
Helton Gustavo

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de janeiro de 2025
Um filme que começa confuso, e sua narrativa é construída de cacos e cacos até a metade do filme. Após o entendimento da narrativa, o filme começa a ficar sombrio. O plot-twist seria ótimo, se não fosse perturbador.
Spoiler:
spoiler: Quando você entende que o protagonista se apaixona pela sua criação que é inspirada em sua ex-esposa e na verdade é o "abusador" de sua filha que morre após ficar traumatizada, você tem vontade de parar de assistir.
Hayud Farah
Hayud Farah

28 seguidores 19 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 18 de agosto de 2024
Uma droga de filme. Superestimado. Quem elogia é hipócrita fingindo ser culto e descolado. Quase uma pornochanchada brasileira dos anos 70 no Brasil. Acho todos os filmes do Almodóvar horríveis e esse não foge desse flagelo. Cenas mal feitas, toscas, atuações lamentáveis, tramas infantis. Assisti só pra confirmar o que eu sempre soube, Almodóvar é péssimo. Aqueles que o idolatram não sabem sequer viver. Nem a nudes e sensualidade se salva nesse filme. Um completo desperdício de tempo, talento, dinheiro e espaço. Almodóvar deveria ter se tornado um auxiliar de escrivão em algum cartório na Sibéria soviética, lá sua falta de talento não iria desperdiçar o tempo de ninguém.
Diogo Maroeli Santos
Diogo Maroeli Santos

10 seguidores 168 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de julho de 2024
História interessante, direção interessante. Mas é um filme chato e bem maluco, não tem nada para te deixar preso à tela. Não gostei
Mariana Cirino
Mariana Cirino

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 7 de julho de 2024
Péssimo, filme superestimado, perdi duas horas da minha vida.
Não recomendo, não é profundo, emocionante e não agrega em absolutamente nada.
Filme sem pé e sem cabeça, com um enredo chato tentando ser o que não é.
Se quer um filme emocionante de superação, assista O Quarto de Jack.
Jessica Klinger
Jessica Klinger

2 seguidores 35 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de março de 2024
O filme tinha tudo pra ser bom. O diretor/ roteirista pensou em algo surreal, mas o filme se perde no final. Parece que ficaram sem ideia pra terminar, e acabou de qualquer jeito. Uma pena, pois tinha um potencial grande pra ser um dos melhores filmes já vistos pelo público que adora cinema.
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