A Pele que Habito
Média
4,1
1567 notas

138 Críticas do usuário

5
47 críticas
4
40 críticas
3
19 críticas
2
12 críticas
1
6 críticas
0
14 críticas
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Caroline Guidotti Santa Rosa
Caroline Guidotti Santa Rosa

18 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de novembro de 2023
Filme com diversos gatilhos, sem avisos, que incomodam em diversas cenas, mas com mensagens por trás de cada acontecimento que ainda não entendi muito bem. Pretendo revê-lo.
Henrique Bazzo Farago
Henrique Bazzo Farago

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de maio de 2023
A ideia do filme é bem bacana, mas acho que poderiam desenvolver um pouco mais a história dos personagens.
Carol Kowalski
Carol Kowalski

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 10 de abril de 2023
Menos uma estrela ⭐️, pra quem quer perder quase 2 horas de vida assistindo, super recomendo. Pra ser ruim tem que melhorar muito. esse filme ganhou de A Cabana( que é horrível tbm) Tem que ser bem louco pra assistir. Obrigada pela atenção
Maria Legal
Maria Legal

11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de outubro de 2022
(Contém Spoilers)
Um enredo intrigante e perturbador. Imagine acordar numa sala médica após ter sido sequestrado e te falarem que você acaba de passar por uma vaginoplastia? Quando o cirurgião plástico chegou com aqueles objetos pontiagudos e falou que sua vida dependia daquele orifício, deu pra entender a sensação de agonia e estranheza que o personagem provavelmente sentiu. Após descobrir pelo que Vera havia passado, me deu dor apenas de olhar para os olhos dela, aqueles olhos grandes que pareciam estar em agonia. Ser submetido a experimentos plásticos por vários anos tão de repente, longe de sua família que só sabe que tu está desaparecido e nem imagina pelo que você tem passado, ter sua identidade completamente desmanchada, até sua voz, sem se reconhecer mais no próprio corpo e ser forçado a conviver com isso. Até as cenas em que o personagem praticava Yoga tornaram-se tristes, isso era tudo que ele podia fazer para se distrair, além daqueles bonecos que modelava. Quando a versão masculina de Vera apareceu pela primeira vez, modelando aqueles tecidos, deu para notar a semelhança entre o homem e aquela mulher, gerando uma certa estranheza, e no fim, eram a mesma pessoa. Imagine o quão forte o personagem foi para suportar tudo aquilo, fingindo estar bem com a situação, se relacionando romanticamente com o sequestrador. Além de tudo foi estuprado, imagino o desespero e o desconforto que ele passava com aquela vida. Na cena em que ele estava correndo para tentar fugir e cortou a própria garganta, deu pra ver bem o corpo todo modificado, como se fosse de fato outra pessoa, totalmente mudado. E naquela situação, já nem se importava em morrer. Notem que ele possuía marcas de cirurgia em todas as partes do corpo, inclusive nos pés e nas mãos. O fato de que o cirurgião tornou seu rosto semelhante ao de sua falecida esposa é intrigante. Representa bem as motivações e o passado do criminoso. Chega a ser engraçado vê-los vivendo como uma família, Vera, seu namorado e Marília. Só tenho uma reclamação, quando Vicente finalmente conseguiu voltar para casa, não mostraram a reação de sua mãe, uma cena dramática de reencontro tornaria o filme muito melhor.
Jose Ricardo Jordao Cardoso
Jose Ricardo Jordao Cardoso

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de setembro de 2022
fantástico!! espetacular!! perturbador!! marcante!!muito forte!! não é para os fracos!!! nota 10.o melhor filme desse diretor!!
Paulo
Paulo

128 seguidores 201 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de janeiro de 2022
Um roteiro intrigante sobre mudança de sexo. Bons atores garantem esse forte suspense até o final.Muito bom.
k7 trovão
k7 trovão

2 seguidores 22 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de setembro de 2021
Tem um roteiro diferente do comum porém com alguns furos, a cena da moto n conseguindo escapar de um furgão pesado é difícil de engolir, fora algumas outras q chegam a ser deprimentes, nem parecem ser desse conceituado diretor. O final tbm foi bem fraco.
Silvano Felisbino
Silvano Felisbino

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 13 de agosto de 2021
Pessimo filme, só gosta dele aquele tipo de gente que gosta do que ninguém mais gosta, e se acha mais inteligente por isso. Esse filme não tem nada que presta, mas tem o diretor né... e o Antônio bandeiras, e um reencontro depois de 20 anos... enfim, não percam tempo.
Hell C
Hell C

23 seguidores 143 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de julho de 2021
Simplesmente incrível, um dos melhores filmes que já assisti em toda minha vida, não é a primeira e nem a última vez que assisto, e quanto mais assisto mais interessante e surpreendente ele fica, ótima história, ótimo roteiro, ótimos atores, enfim, me falta palavras pra esse filme!
Lívia Ramos
Lívia Ramos

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de agosto de 2025
O Filme “A Pele que Habito”, de 2011, foi feito sob a direção do espanhol Pedro Almodóvar, com um forte elenco, como Antonio Banderas, que vive o cirurgião plástico Robert Ledgard, Elena Anaya, que vive “Vera”, Marisa Paredes, interpretando Marília, Jan Cornet (Vicente), Blanca Suárez (Norma), dentre outros em um time sem rastros de defeitos.
Para começar, confesso que o classifico como aqueles filmes que você não consegue ter uma reação muito automática ao terminar de assistir. Para mim, ao menos, foi dessa forma. Partindo da premissa de ser um filme de Almodóvar, não difere de sua usual temática ao abordar ações humanas impulsionadas pelo desejo. Intrigante, criativo, original, imprevisível….levanta questões intensas e muito atuais, como a biotecnologia, a transgenitalidade, dependência emocional, doença mental e limites éticos.
Justiça, injutiça, perda do senso ético, a exemplo de questões emocionais fortes que envolvem a empregada que cuidou de Robert Ledgard, mesmo sem este saber que ela seria a sua mãe, dado que sua mãe de criação era estéril e adotou Robert como se fosse seu filho. Bom, até aí, parece um problema de família até comum.
Mas, os questionamentos que mais me marcaram foram refletir sobre a conduta do personagem “Robert Ledgard”, ao utilizar seus fartos recursos em pesquisa científica, empregadas em um ser humano – teoricamente culpado de algo – pelo seu interesse pessoal na questão. Isso porque Robert perdeu sua esposa em um trágico acidente de carro, ao fugir com o amante – que era, em verdade, mesmo sem saber, irmão de Robert. Faleceu carbonizada. Enfim, falta fôlego até para descrever.
Não contente nessa imensidão de incógnitas emocionais e polêmicas, Robert recria sua ex-mulher utilizando-se do pretenso algoz de um estupro inexistente contra sua filha. Não parando ai, passa a se relacionar com a sua criação, que nada mais é do que uma vítima ao ser pego pelo cirurgião e, contra sua vontade, ser submtido a uma cirurgia de troca de sexo e ser mantido em cárcere prívado, até o dia que conseguiu escapar do pesadelo.
Nessa ótica, para quem quer alfinetar nossos ideias não só sobre a ética na medicina, como refletir o que pode um humano ferido emocionalmente e que não tem mais nada a perder, temos aí um belo filme. Os limites são consensuais e se deparar com tamanha diversidade não só é polêmico como desafiante.
spoiler:
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