Achei o filme bem interesante muito bom Te prende bastaste ,vc tenta descobrir a jogada do senhor que matou a esposa. Só achei que foi um filme sem final Deveria ter a parte 2 para da continuação a historia Mais eu gostei bastante
O início do filme deu a impressão de que seria empolgante, mas essa expectativa não se sustentou. A narrativa se concentra na carreira do advogado, deixando o crime — que deveria ser o eixo central — em segundo plano. Com isso, o ritmo se perde e o filme passa a se arrastar. O protagonista, um advogado sem carisma ou profundidade, não consegue sustentar o interesse do espectador. A introdução de uma mulher bonita parece servir apenas ao velho clichê da cena de sexo, sem qualquer relevância real para a trama. Para completar, o talentoso Anthony Hopkins acaba relegado a um papel secundário, desperdiçado por um roteiro e uma direção pouco inspirados. Essas escolhas do pessoal por de trás das câmeras conseguiram o feito de apagar até o brilho de um ator do calibre de Anthony Hopkins.
Não condiz em nada com a fama. Atuações fracas, desenvolvimento horrendo da história, zero clímax, zero inteligência e, com certeza, nenhuma similaridade com o título.
Sobre a tentativa de inserir uma pitada de romance, prefiro nem comentar — de tão ridícula que foi. A mulher que, tecnicamente, deveria manter uma postura ética e de superioridade, já que se tornaria a futura chefe do nosso Ryan Gosling, simplesmente fantasiou uma linda história de amor que surgiu do absoluto nada.
Até agora, sem acreditar nesse mico. Enfim, uma bela perda de tempo. Nota: 0/10 (sim, não consegui encontrar um único ponto positivo).
Um Crime de mestre foi dirigido por Gregory Hoblit e contou com o roteiro de Glen Gers e Daniel Pyne. O filme conta a história de Willy Beachum (Ryan Gosling) um promotor que nunca perdeu um caso e está para deixar o seu emprego por um melhor. Porém, recebe um último caso de um assassinato: Ted Crawford (Anthony Hopkins) é acusado de tentativa de assassinato de sua esposa com um tiro na cabeça após descobrir um caso com um policial. O que parecia ser um caso fácil vai se tornando cada vez mais difícil para Willy. Apesar do subgênero do filme está muito desgastado (o suspense de tribunal), a narrativa do filme é bem construída e amarrada a ponto de observamos a soberba de Willy sendo transformada em desespero no decorrer do filme. Uma boa química rolou entre os dois personagens principais, o que ajudou muito no desenvolvimento de ambos os personagens. Precisamos também mencionar que Hopkins na pele de um assassino não conseguiu se desvincular com a figura do Lecter de Silêncio dos inocentes. O filme não é um obra-prima, mas apresenta um roteiro objetivo e competente e acima da média dos filmes desse gênero.
Um filme legal, mas que prende mais pelo elenco e atuações do que pela história em si. O assassino já é revelado logo no início do filme, por isso o diretor precisava: 1) optar por uma trama que tentasse justificar o assassino, o que não daria certo devido ao perfil do mesmo que era de alguém ardiloso, inteligente, que não demonstra nenhum incômodo em mostrar sua maldade e trazendo muitos traços de psicopatia, ou 2) trazer uma abordagem que instigasse mais o público com reviravoltas e mais movimento, mais cenas de tribunal e os duelos entre defesa e acusação. Mas na minha opinião não aconteceu nenhum e nem outro, achei que faltou dinamismo na trama, que achei que concentrou em coisas totalmente descartáveis como a ênfase em mostrar o descaso do promotor e em como ele atuou por porcamente no início, a busca pela pela arma do crime, e aquele romancesinho forçado e sem pé nem cabeça entre o promotor e a chefe. Além também de deixar coisas sem explicação, como por exemplo o porquê da fixação do Ted pelo Willy, no desenrolar da história você até pensa que a trama envolve o Willy também, mas não envolve. Talvez fosse uma tentativa de fazer quem vê imaginar essa possibilidade, mas vi mais como uma ponta solta do que tentativas. Para um filme de gênero jurídico criminal achei bem fraco, principalmente quando já vimos grandes folhetins como Sleepers, As duas faces de um crime, O poder e a lei e até mesmo Versões de um crime, mas vale a pena assistir pelo elenco.
Baita filme, baita enredo... não tem como fazer um paralelo com a realidade brasileira em razão do direito atuar diferente nos dois países, dificilmente no Brasil seria possível umas manobras como vistas no filme. Mesmo com aparentes facilidades de roteiro, excelente atuações num grande filme.
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