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alexandrecunha
53 seguidores
34 críticas
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4,5
Enviada em 5 de abril de 2013
Um filme com Anthony Hopkins, não pode deixar a desejar, esse não fica por onde... Um excelente filme e suspense que te prende do início ao fim, e o mais maneiro que vc já sabe quem é o assassino, mas não sabe como ele fez isso!!! Sou extremamente crítico com filmes de suspense porque é o estilo que mais curto, esse está entre os que eu recomendo, e quero assistir novamente! Abcs
-Um filme de mestre. -Cada vez que eu assisto Anthony Hopkins eu me impressiono mas por ele.Frio e calculista. -Adorei a participação de Ryan Gosling,fez um grande trabalho.
Excelente filme! É uma maravilha ver a vanguarda Anthony Hopkins juntamente com a nova geração Ryan Gosling, atuando juntos e nos resultando em um otimo trabalho Para quem gosta de suspense recomendado !
É um filme acima da média, alguns surpresas bem interessantes. Saber aquele filme que você acha que saber o que vai acontece mas não acontecer! Recomendo!
A idéia do enredo é muito original, mas acho que o filme poderia ter fugido um pouco do clichê tradicional e mantido o mesmo rumo no qual o filme é levado durante toda a trama. A continuidade tem alguns buracos e eu não gostei muito da iluminação. No geral eu gostei do filme, chega a ser engraçado em alguns momentos.
Anthony Hopkins está sensacional como sempre. Ele era o vilão, mas era um cara tão cínico e tão carismático, que eu acabei torcendo para ele se dar bem. É um filme de suspense muito legal, boas tiradas e boas idéias.
Não há como negar. A figura do psiquiatra canibal está "colada" à do ator Anthony Hopkins. Mais uma vez será ele o artífice do crime que pretende ser perfeito. Ele interpreta um inventor milionário, Ted Crawford, que descobre que sua esposa, bela e jovem, está tendo um caso extra-conjugal com um policial de Los Angeles. A armadilha criada por Ted é arguta: vai até o hotel em que a sua esposa desfruta do seu amor proibido, entra sorrateiramente, troca o revólver do policial pelo seu próprio (que é da mesma marca); vai, em seguida para a sua residência, aguarda a chegada da esposa e atira na face posterior do crânio da mesma. Ted não sai da sua casa, fica aguardando a chegada da polícia. Adivinhem quem será o policial destacado a comandar a operação. Aqueles que jogaram as suas fichas no amante da esposa, acertaram. E não é que Ted recusa-se a ter como defensor um advogado do governo do estado da California; sua defesa ficará a encargo dele próprio. Do outro lado do ringue, digo da sala de julgamento, ficará Willy Beachum (Ryan Gosling, que concorreu ao Oscar de melhor ator pelo soberbo "HALF NELSON", cuja tradução que eu saiba ainda é desconhecida), promotor público com anseios a se juntar a um grande escritório de advogados. Nos Estados Unidos os profissionais liberais fazem caminho inverso aos dos brasileiros: o serviço público serve de trampolim para o privado. A grande batalha é travada entre as mentes de Ted e de Willy. Numa entrevista com Willy, Ted revela que quando era garoto seu pai o colocava para avaliar os ovos. E desde cedo, Ted conseguia ver as fissuras ("fractures", título do filme em inglês) na superfície de cada ovo. Em outras palavras, todos os seres humanos têm imperfeições. O desfecho do filme é simplesmente absurdo. A solução de continuidade do filme fica então prejudicada, além de inconcebível, pois mentes tão brilhantes não cometeriam erros tão crassos. Não entrarei em detalhes para não estragar o prazer da descoberta de vocês, caros leitores.
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