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Stephanyampt
2 críticas
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3,0
Enviada em 21 de agosto de 2016
O filme tem uma trama excelente e é bem produzido. O ator A. Hopkins (brilhante como de costume) deu vida a personagem de um homem com o orgulho ferido e uma mente maquiavélica, que nos surpreende com sua capacidade para a premeditação. Todavia o filme não impressiona quando comparado à grandes filmes de "drama jurídico" como: "O poder e a lei" e "As duas faces de um crime". Com certeza os títulos citados se destacam devido ao desfecho, único ponto onde o filme que está sendo comentado pecou. Considerando a importância de um final, não pude dar mais do que 3 estrelas pra esse trabalho que é no mínimo bom. Vale a pena assistir.
Obs.: Ao menos o fim (ainda que mediano) surpreendeuspoiler: , finais abertos dão asas a imaginação do público, afinal . Quando assistimos um filme que envolve um julgamento esperamos dois defechos: Prisão ou liberdade. Ou seja, pra que haja um final que realmente impressione e fuja do clichê (como por exemplo o surpreende filme: "O exorcismo de Emily Rose") é preciso pensar bastante. Acredito que essa seja uma razão pra que seja tão difícil trabalhar com filmes desse gênero em uma linha convencional como a que esse filme aborda.
O Filme é excelente! Seria perfeito se tivesse concluído a história, mas tudo bem. A idéia do crime foi brilhante, e sendo interpretada por Anthony Hopkins, não precisa de mais informação. O cara nasceu pra ser assassino em filmes.
Peca pela falta de um desfecho mais marcante e pela tentativa de repetição do personagem Hannibal, vivido por Hopkins. O maior expoente fica por conta do humor cínico característico do ator.
Boa noite à todos(as) do AdoroCinema! Esse filme é espetacular! Ted (Anthony Hopkins), dá um tiro na cabeça de sua esposa após descobrir que ela o estava traíndo, mas ela não morre, fica em coma! Willy (Ryan Gosling) é um jovem promotor público que entre todos os casos que enfrentou em tribunais, ganhou 97%, esse será seu último caso como promotor, porquê ele trabalha em uma ótima empresa, mas Willy nunca imaginou que não encontraria a prova do crime, e Ted não quer nenhum advogado para lhe ajudar, porquê já tem tudo formado antes de tentar assassinar sua esposa. Agora, porquê Willy não encontrou a arma do crime? Porquê foi um crime de mestre mesmo! Mas apesar de Willy perder esse caso contra Ted, e Ted manda desligar os aparelhos de sua esposa que está em coma, mas se recuperando e o médico diz que ela vai viver muito tempo, Willy tem uma ótima idéia e quando vai a casa de Ted, porquê ele pediu para Willy pegar um presentinho, Willy vai, só que Ted não imagina que no meio de toda aquela conversa, teriam policiais escutando tudo! Mas o que eles conversaram? Qual foi a nova estratégia de Willy? E o que Willy fez contra Ted? Bom, eu amei esse filme policial e cheio de suspense por isso! Quanto as atuações de Anthony Hopkins e Ryan Gosling, impecáveis! Se você ainda não assistiu UM CRIME DE MESTRE, veja logo, porquê não vai conseguir tirar os olhos da tela! Abraços
Um trabalho que reúne um consagrado e renomado ator com um outro prodígio, tem um dos dois desfechos: - clichê, abaixo do esperado; - ou um barato de filme! Ainda bem que é com grande prazer que se assiste Um Crime de Mestre.
Anthony Hopkins faz um personagem metódico, frio, calculista, perante um Ryan Gosling egocêntrico, mas com seus devidos valores e orgulho próprio. A batalha é fantástica.
O filme peca talvez na tentativa exacerbada de manter um suspense. As cenas com falta de iluminação e a trilha sonora - maciçamente num mesmo ritmo e usada em inúmeros atos, em sua maioria sem necessidade -, tira um pouco do brilho do longa.
Salve os contras, vale muito a pena um sessão com Fracture, no título original.
O filme é bem elaborado,e claro , cheio de padrões morbidos e perspicazes que o grande Hopkins trás as cenas. Não diria que chega a ser um roteiro totalmente original,mas a trama vale toda as as ideias e desenvolturas vivenciadas pelos personagens. É um bom filme !
A história de Willy, um promotor de justiça que não conhece a palavra “derrota”. Sua fama de ganhar todos os casos que participa lhe promete uma carreira promissora em uma grande empresa. Nesta fase de transição de sua vida, ele resolve pegar o último caso de assassinato. O caso tratava-se de um marido, que descobriu que estava sendo traído e atirou na cabeça de sua mulher. O que Williy, o promotor, não sabia é que este era Ted (Anthony Hopkins), um inteligente e maquiavélico analista que fez tudo premeditadamente para complicar a situação da justiça ao incriminá-lo.
O mais interessante desse suspense é que ele é diferente. Você não quer saber quem é o assassino. Você quer saber como o assassino se livrou de todas as evidências.
Não há uma cena que não é importante para construção do filme. Um filme que consegue fazer com que até o silêncio possa ser dinâmico.
Outra coisa que me impressionou é que você não sabe de que lado ficar. De um lado tem um homem super inteligente que foi traído, e do outro, um jovem super dedicado e competente, mas com certo nível de arrogância e prepotência.
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