um verdadeiro filme de TERROR, nunca chorei tanto assistindo um filme que nem esse (depois de o menino do pijama listrado) chorei muito, sem condições nenhuma de assistir isso de novo, o final foi a pior parte.
“Até a Última Gota” me desmontou completamente. É aquele tipo de filme que não pede licença para entrar, ele simplesmente atravessa o peito e fica ali, pulsando. A história é intensa, dolorida e extremamente humana. Eu chorei do começo ao fim, mas não foi um choro vazio, foi aquele choro que vem porque você sente cada decisão, cada desespero, cada esperança da protagonista. A atuação é poderosa e verdadeira, daquelas que fazem você esquecer que está vendo um filme. A direção sabe conduzir a tensão e a emoção sem exageros, deixando tudo cru e real. É impossível não se colocar no lugar dela e imaginar até onde alguém iria por amor. Não é apenas um drama, é um soco emocional que faz refletir sobre empatia, sobrevivência e os limites que a vida nos impõe. Pode não ser perfeito para a crítica, mas para mim foi uma experiência cinematográfica completa. Saí diferente de como entrei. E isso, para mim, é cinema de verdade.
Eu estou simplesmente sem palavras, que filme doloroso, uma história que te faz sentir a dor da personagem, a dor da perda, a dor de se sentir sozinha no mundo, a dor de nao poder contar com ninguém, a dor de estar no seu limite e não saber mais o que fazer ou o que é real, a dor de sentir que ninguem se importa com você ou com o que você esta passando, nesse filme a gente sente a dor de uma pessoa que atingiu o seu limite, e quando atingimos o nosso limite tudo sai do controle.
Vi tantos comentários raivosos em relação ao filme, que demorei para assistir. Mas, é muito bom, sensível, triste. A dura realidade de mães pobres, independente de raça, é bem por aí mesmo. No caso do filme, ela tinha ainda o racismo para piorar mais a situação. Várias vezes me vi naquele desespero dela e senti a mesma dor com chefias insensíveis. Muito realista.
Gostei do filme. Por um tempo achei forçado, variando entre uma ótima atuação da Taraji P Henson e outras totalmente fora de nexo. De crítica também me soou um cenário muito falso, onde não se preocupou muito com dar veracidade à história. Dito isso, me emocionei um pouco, e realmente fiquei muito surpreso com o final. Acho que vale a pena ignorar esses detalhes pra acompanhar a história.
O filme começa de forma interessante, despertando tristeza e compaixão pela dor de uma mãe que luta para cuidar da filha. Porém, em determinado ponto, o roteiro se perde completamente, tornando-se absurdo e forçado. Além disso, os personagens são extremamente caricatos e artificiais, somados às atuações medíocres do elenco, o que transforma a obra em uma experiência frustrante.
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